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Como dirigir na neblina: dicas e cuidados

Dirigir na neblina exige cuidados específicos, pois se trata de um fenômeno climático que oferece riscos aos motoristas. Isso se deve, principalmente, à baixa visibilidade ocasionada pelas fumaças brancas que se formam nas estradas. O perigo é ainda maior quando se trata de vias de mão dupla. Para te ajudar a entender qual é a melhor maneira de conduzir sob essa condição, nós reunimos algumas dicas e informações importantes nesta matéria.

O que é a neblina?

A neblina é um fenômeno que ocorre quando a umidade presente no ar em estado gasoso se condensa, ou seja, é como se nuvens estivessem se formando próximas ao chão. Em épocas de muita chuva, o ar tende a ficar mais úmido devido à evaporação das partículas de água que se acumulam no solo. Durante a madruga e ao nascer do dia, a temperatura é menor, o que faz esse vapor se condensar e formar aquela fumaça branca.

E por que a neblina ocorre com mais frequência em serras e montanhas? Bem, isso se deve ao fato haver um bloqueio das massas de ar em pontos mais altos. Toda a umidade presente nelas acaba se condensando quando a temperatura cai e dá origem aos nevoeiros. Nas proximidades de rios e lagos, também é comum haver neblina. Isso porque se trata de ambientes com constante evaporação de água e, consequentemente, úmidos.

Dicas e cuidados

Ao dirigir na neblina, o primeiro procedimento a ser seguido é diminuir a velocidade. Conduzir dessa maneira evita surpresas e permite reagir de forma consciente quando necessário. Caso haja outro veículo na frente, é importante manter uma distância considerável dele, ainda maior do que a distância que mantemos em condições climáticas normais. Portanto, o fundamental é não ter pressa!

Outro procedimento essencial é ligar o farol baixo para que a visibilidade melhore. Em caso de neblina muito densa, não se deve utilizar o farol alto. Esse pode ser um erro fatal! Por quê? Quando a neblina está espessa, a luz do farol alto bate na névoa e é refletida de volta, formando uma grande parede branca e destruindo qualquer chance de enxergar o que está à frente.

Muitos automóveis atuais já vem equipados com luzes de neblina ou de condução. Esse farol projeta a luz de uma forma específica, criando um feixe luminoso mais amplo e plano. Isso possibilita visualizar melhor a superfície da estrada, bem como as suas laterais. Outra dica é sempre manter as luzes de presença ligadas, uma vez que são importantes para tornar o veículo mais visível.

Enquanto estiver dirigindo na neblina, não mude de via. Fazer esse movimento sob esse tipo de condição é muito arriscado. Além disso, não adianta ficar encarando a branquidão. A melhor forma de se guiar é por meio das faixas da rodovia e observando os limites da beira da estrada. Essa tática é válida para te ajudar a permanecer em sua via, sem invadir a pista contrária ou o acostamento.

E se a neblina estiver muito forte? Nesse caso, a melhor solução é procurar um lugar seguro para estacionar e aguardar o tempo melhorar. Muitas pessoas pensam no acostamento como alternativa para parar o carro, o que está errado. O ideal é ir até um estacionamento ou a um posto de combustível, uma vez que no acostamento existe o risco de você ser atingido por outro veículo.

Para que tudo corra bem ao se deparar com situações de neblina, o seu carro também precisa estar preparado. Por isso, é fundamental que os faróis estejam regulados e que as setas e o pisca-alerta não estejam funcionando. Pneus bem calibrados e conservados, bem como o bom estado do limpador do para-brisa são outros itens importantes para garantir a segurança meio a nevoeiros.

Infrações

Quem toma atitudes inadequadas ao dirigir na neblina pode ser multado. O motorista que for flagrado conduzindo com o farol alto ligado poderá perder cinco pontos na carteira, além de ser multado. Esse ato é considerado uma infração grave.

Outro procedimento inadequado e ilegal é dirigir com o pisca-alerta ligado. Esse recurso deve ser utilizado apenas quando o veículo estiver parado. Caso um motorista veja um carro a sua frente com as luzes piscando, ele poderá pensar que o automóvel está parado e frear bruscamente achando que vai bater. A consequência pode ser um acidente de grande proporção. Essa infração de intensidade média dá multa e subtrai quatro pontos da CNH.

Dirigir com os faróis baixos ligados em caso de visibilidade baixa não só é recomendado como obrigatório. Desrespeitar essa norma é uma infração média. Além disso, é preciso se atentar aos limites de velocidade para condições adversas. Geralmente, ele são indicados nas placas. Transitar acima desse limite é infração grave.

Monitoramento das condições climáticas

Evitar pegar a estrada quando houver neblina é a dica mais importante. Para isso, vale consultar a previsão do tempo em sites de meteorologia. Outra opção é visitar o site da concessionária da rodovia por onde você vai passar. Geralmente, elas fazem o monitoramento das condições climáticas em tempo real e criam alertas aos motoristas.

Compartilhe esta matéria nas redes sociais para que os seus amigos também possam saber qual é a maneira ideal de dirigir na neblina! Caso tenha ficado com alguma dúvida, deixe a sua pergunta nos comentários.

5 dicas para viajar de moto

Fazer uma viagem longa de moto envolve muita adrenalina e aventura. Esse é o sonho de muita gente e já foi, inclusive, tema de alguns filmes, como “Diários de Motocicleta” (2004). Para que essa experiência seja um sucesso, é preciso planejar bem o itinerário, saber quais são os cuidados necessários com a moto e definir o que levar na viagem.

Se você está pensando em pegar a sua moto e cair na estrada, confira essas 5 dicas para viajar de moto que nós separamos para você.

1.Planejando o itinerário

A primeira sugestão para quem vai viajar de moto é planejar bem a rota a ser percorrida. O ideal é evitar as estradas sinuosas, pois elas exigem mais manobras e a utilização frequente dos freios. Após definir o trajeto, calcule o tempo que você vai levar para chegar ao seu destino e quantas paradas serão necessárias para você relaxar. A dica é parar, no mínimo, uma vez a cada duas horas.

Na hora de escolher o caminho que você vai fazer, é importante se atentar à quantidade de postos de combustíveis disponível naquele percurso. Além de abastecer, os postos são um ótimo ponto para descansar. Outro detalhe a ser levado em conta é o clima. Dias com muita chuva e vento são um empecilho para quem viaja sobre duas rotas.

Antes de sair de casa e desbravar a sua rota, lembre-se que na estrada costuma ser difícil manter-se conectado à internet. Por isso, é preciso baixar um mapa off-line no seu celular para não correr o risco de ficar perdido. Essa opção é a mais prática, mas, além disso, é bom levar um mapa impresso. Afinal, nunca sabemos quando vamos conseguir recarregar a bateria do aparelho.

2. Revisão

Embora seja óbvio, vale a pena reforçar a importância de revisar o veículo antes de pegar a estrada. Um dos cuidados especiais com a moto é em relação aos pneus. Os carros contam com um estepe, já as motos não têm esse recurso. Por esse motivo, o cuidado com eles deve ser redobrado. O recomendado é viajar apenas com pneus novos para evitar dores de cabeça.

Você não pode deixar de conferir também os cabos e o sistema elétrico. No seu kit viagem é bom ter alguns fusíveis e lâmpadas de reserva. Caso algum desses itens queime no meio da estrada, não será preciso se desesperar. Em relação aos freios e cabos, o ideal é verificar se eles estão em bom estado e lubrificados. Não se arrisque a cair na estrada com freios desgastados!

Abastecer em postos de combustíveis confiáveis é outra maneira de garantir o bom funcionamento da moto durante a viagem. De modo geral, o indicado é conversar com o seu mecânico sobre as condições da sua moto e pedir para ele te explicar como solucionar problemas simples que poderão surgir no meio do caminho.

3. Descanso e saúde

Viajar de moto exige bastante resistência física e cuidados com o corpo. Por esse motivo, durma bem e bastante no dia anterior à viagem. O recomendável é cair na estrada no período da manhã e, caso seja um percurso muito longo, a sugestão é encerrar a viagem entre 4 e 6 horas da tarde. É nesse período que os pilotos se sentem mais cansados e precisam começar a recarregar as energias para o dia seguinte.

Durante o percurso, como já falamos acima, é de extrema importância fazer uma parada a cada duas horas. Aproveite a pausa para se alongar e comer alguma coisa. Além disso, não se esqueça de beber bastante água, já que nós tendemos a ficar desidratados quando expostos ao vento. Na hora das refeições, nada de alimentos muito gordurosos, ricos em carboidratos e açúcar. Eles causam sonolência e aquela sensação de moleza no corpo. 

4. Roupas e conforto

Ao viajar de moto, o piloto também precisa escolher com precisão a roupa e os acessórios que irá usar. Vestir um traje adequado vai garantir uma experiência segura. Jaqueta com proteção para os cotovelos, costas e ombros, bem como calças, luvas e botas são itens indispensáveis. Ah, para não se molhar, não se esqueça da capa de chuva!

Além de segurança, a roupa é responsável por proporcionar mais conforto durante a viagem. Por isso, cuidado para não escolher luvas muito justas, pois elas causam formigamento e dessensibilização das mãos. Do mesmo modo, as bagagens não devem ser excessivas para não se tornarem um incômodo. Leve apenas o essencial, principalmente se o caminho for longo.

Para driblar o desconforto de ficar horas sentado em posição obrigatória, você pode utilizar uma almofada de gel. Existem alguns modelos específicos para motos e ainda é possível adaptar as almofadas vendidas em casas de artigos cirúrgicos.Outro acessório que vale a pena investir é o para-brisa. Com ele, você terá mais estabilidade devido à menor quantidade de vento direcionada ao seu corpo.

5. Segurança

Uma forma de viajar em segurança é reunindo a galera. A quantidade de motocicletas em um grupo pode variar, mas o que é obrigatório é o bom entrosamento entre as pessoas e a organização. Além disso, é preciso planejar a posição de cada um durante o percurso. Só não se distraia com os colegas. O foco deve estar sempre na direção.

A segurança na estrada também depende da forma como você conduz a sua moto. A dica é ultrapassar sempre que for preciso e possível, pois essa manobra acaba deixando o piloto mais atento. Ao permanecer muito tempo atrás dos veículos, você pode acabar ficando “hipnotizado” e perdendo o foco. Outra sugestão é variar a velocidade, dentro dos limites da via, para manter-se concentrado.

Você tem alguma dica extra? Compartilhe conosco aqui nos comentários.

4 dicas para manter os bancos do carro limpos

Manter os bancos do carro limpos é um desafio. Por mais que nós estejamos sempre orientado os passageiros a tomarem o máximo de cuidado possível, uma hora ou outra alguém pode acabar sujando as poltronas do veículo. Além disso, tem aquela poeira que vai se acumulando sobre o estofado e deixando-o manchado.

Algumas ações simples e baratas podem ajudar a proteger os bancos do carro e a remover eventuais manchas. Quer saber quais são? Nós reunimos quatro delas neste post:

1. Limpeza periódica

Limpar os bancos do carro com certa frequência e regularidade ajuda a evitar o acúmulo de poeira e o surgimento de manchas. A sugestão é fazer a higienização rápida dos assentos, sejam eles de couro ou estofado, uma vez por semana.

Para isso, você pode utilizar um aspirador de pó ou uma escova para remover o pó e as migalhas de comida. Após essa etapa, o ideal é passar uma esponja umedecida com água e um pouco de detergente neutro sobre os bancos. Pronto! Bem simples, não é?

2. Solução caseira

Em complemento à limpeza periódica, é sempre bom tirar um dia do mês para dar aquela geral mais pesada no carro. Nesse dia, a recomendação é que você dê uma atenção especial aos assentos utilizando uma solução caseira e bem simples. Basta adicionar os seguintes itens a um recipiente:

- 500 ml de água
- 1 colher de amaciante
- 1 colher de bicabornato de sódio
- ¼  xícara de álcool

Esse procedimento remove aquela sujeirinha mais profunda e ainda deixa o estofado do carro com cheirinho de limpeza. Para aplicá-lo, você pode usar tanto uma flanela quanto uma escova. Ah, essa dica também é válida para os bancos de couro! Além de limpá-los, essa receita fácil e barata ajuda a hidratar o couro e a manter o seu aspecto de novo.

3. Ter um kit limpeza

Nós até tentamos manter os bancos do carro limpos. Porém, a verdade é que nunca sabemos quando alguém vai deixar cair bebida dentro do nosso carro ou, até mesmo, passar mal. Acontece! Então, a dica é sempre levar dentro do automóvel alguns itens, como: lenços umedecidos, uma escova e um pano ou flanela.

Ter esses materiais à disposição e fazer a limpeza imediata quando alguma fatalidade do tipo acontecer é importante para evitar que o estofado absorva o líquido ou o produto derrubado.

4. Não utilize capas

As capas podem até parecer um recurso eficiente para a proteção dos bancos. No entanto, não é bem assim! A capa retém poeira e suor, o que acaba tornando-a úmida. Depois de algum tempo, essa umidade acaba passando para o assento. O problema maior é que a capa não permite que o estofado receba luz do sol, ou seja, é a condição perfeita para o surgimento de mofo e de mal cheiro.

Antes de colocar uma capa, o ideal é impermeabilizar os bancos do veículo adequadamente.

Gostou das dicas? Conte aqui nos comentários!

5 maneiras de melhorar o desempenho do carro na estrada

Paraíso de muitos, a estrada pode ser a oportunidade perfeita para economizar combustível e andar de forma mais tranquila. Saiba quais hábitos cortar para  aumentar a vida útil do seu veículo que anda frequentemente nas pistas.

1. Não planejar trajetos e viagens

Antes de iniciar uma viagem, estude o mapa do trajeto, escolha o caminho e mantenha o itinerário planejado. Isso não implicará em uma economia de combustível, mas pode evitar que você dirija mais que o necessário, já que estará ciente do caminho que deve seguir. Além disso, optar por trajetos com menos curvas, paradas e menor trânsito também ajuda na economia de tempo. Para isso, existem serviços de navegação online que indicam a melhor rota de acordo com os filtros que você escolher.

2. Evite dirigir em alta velocidade

Se você utilizar muito o acelerador, o motor precisará trabalhar mais para fazer com o que o carro se mova contra o vento, o que pode diminuir a eficiência do automóvel em até 33%. Outra medida que pode ser adotada é encontrar a velocidade ideal dentro dos limites e utilizar o piloto automático que, além de tudo, auxilia na economia de combustível, uma vez que mantém uma velocidade constante.

3. Evite utilizar muito o freio e acelere suavemente

A utilização do freio gasta a energia do combustível que já foi consumido. O ideal é diminuir a velocidade ainda em movimento. Além disso, evitar pisar fundo ao acelerar e fazer a troca e marca no momento certo são essenciais para ter um bom rendimento do veículo. Os motores funcionam melhor quando o fluxo de ar está moderadamente alto e em RPM próximas do máximo.

4. Esteja sempre com os pneus calibrados corretamente

Os pneus de um veículo deve ser verificado semanalmente para evitar o desgaste excessivo que reduz a vida útil do carro. Para fazer uma calibragem correta, verifique o nível ideal de pressão no manual do proprietário.

5. Evite usar o ar-condicionado em paradas e trajetos cursos

Com a grande onda de calor que precede o verão, é comum utilizar p ar-condicionado em todos os momentos. Contudo, esse costume implica em um aumento do uso de combustível e é um inimigo do seu bolso, já que quando ligamos o ar-condicionado em paradas ou trajetos curtos, há aumento de consumo. O ideal é que utilize-se a refrigeração durante percursos em estradas, uma vez que com as janelas fechadas há menos resistência do ar.

 

5 mitos e verdades sobre economia de combustível


Muito se fala sobre como economizar no momento de abastecer os veículos, porém, nem sempre são dicas que, de fato, funcionam. Por isso, selecionamos cinco mitos e verdades para você acertar na hora de encher o tanque do carro.
 

Ar-condicionado ligado aumenta o consumo

Essa é uma verdade que possui exceções. Sim, o ar ligado contribui no gasto de combustível, ainda mais quando o carro está abaixo de 80 km/h, já que a mesma energia gerada pelo motor é usada para resfriar o ar, exigindo uma produção maior para mover o carro em alta velocidade. Motores maiores e mais avançados já não sofrem com essa divisão de tarefas, o que ajuda na economia.


Gasolina aditivada é mais econômica

Não se engane, ela não rende mais. Esse mito é muito popular e acaba enganando muita gente, por isso é preciso lembrar que a gasolina aditivada é diferenciada por ser mais “limpa” para o motor, o que aumenta a vida útil do mecanismo. De forma indireta, sim, ela pode ajudar seu motor a funcionar melhor e ser mais eficiente, mas na prática ela não é sinônimo de economia.
 

“Banguela” economiza combustível

Mito dos mitos. Deixar o carro em ponto morto não ajuda em nada, além de ser perigoso, já que quando desengatado, o volante fica mais sensível aos movimentos. Se não quiser acelerar na descida, deixe sempre em marchas altas para que o carro fique inerte, sujeito apenas ao ângulo da descida para se mover.
 

Velocidade constante ajuda?

Manter o acelerador em um nível constante ajuda sim na economia de combustível. Quanto mais mudanças bruscas na velocidade, como aceleração exagerada e frenagens, maior é o gasto. Especialmente em viagens longas, procure manter a velocidade estável (e dentro do permitido, é claro).
 

Óleo grosso é bom pro motor?

Mito. O óleo deve estar com a viscosidade na medida certa, por isso sua troca é tão importante. Quando espesso, ele dificulta a movimentação do motor, o que para muitos desinformados significa economia, mas a prática é prejudicial.

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