Tag: distribuidora Ruff | Blog

Ruff é destaque na Revista Época Negócios

O anuário Revista Época - Negócios 360º apresentou as melhores empresas brasileiras do ano de 2014, avaliadas em seis indicadores de gestão: desempenho financeiro, governança corporativa, capacidade de inovar, responsabilidade social, visão de futuro e práticas de RH.

A Ruff conquistou a 4ª posição em práticas de RH, no Grupo Atacado, que engloba as empresas de nosso segmento.

O destaque foi para o índice de liquidez corrente que demonstra a saúde financeira das empresas, em que a  Ruff se classificou na 4ª posição entre todas as 500 melhores empresas brasileiras.

O anuário também apresentou as 500 maiores empresas por receita líquida e dados financeiros. Nossa empresa ocupou a 405ª posição entre as 500 do cenário nacional.

Oficina mecânica de confiança

Todo mundo já passou por algum aperto quando o carro se comportou de forma estranha ou parou de funcionar. Para isso, ter um profissional e uma oficina mecânica de confiança é fundamental para evitar gastos desnecessários e uma futura dor de cabeça. Quanto menos entendemos sobre determinado assunto, maior será a nossa insegurança para tomadas de decisões. Mas não se preocupe, abordaremos algumas dicas para você.

Em um primeiro contato com a oficina, procure observar a organização e a limpeza do local: ferramentas e utensílios organizados, local específico para a sucata ou tambores para coleta de óleo queimado são pontos positivos para o prestador de serviços. A presença de um espaço diferenciado, limpo e bem iluminado para a execução de serviços mais complexos, como análise de um circuito eletrônico, também é bem-vinda.

Devido ao fluxo de consertos, é fundamental que a oficina tenha um histórico dos serviços realizados para cada carro que é reparado. Com o controle sobre as manutenções, é possível identificar rapidamente as condições mecânicas do carro e prevenir futuros problemas: uma possível troca de óleo que se aproxima ou a substituição de uma correia dentada.

Para facilitar a sua vida e a vida do mecânico, mostre onde está o defeito. Dê uma volta de carro junto com algum funcionário da oficina e indique qual é o barulho e em que situação ele se apresenta – correndo, parado, subindo ou virando. Se o problema foi encontrado e o orçamento foi feito, não se esqueça de questionar a origem das peças a serem substituídas – elas podem ser originais da montadora, peças de reposição do mesmo fabricante, de mercado paralelo ou peças recondicionadas.

Se a oficina colocou as peças substituídas no seu porta-malas sem você pedir, fique feliz. Ela está demonstrando que efetivamente realizou o serviço e que você poderá levar a peça substituída para outro profissional atestar ou não a necessidade da troca. Nas concessionárias, siga as mesmas dicas acima; se não estiver satisfeito, procure outra no manual do proprietário do seu carro.

É sempre interessante pesquisar e consultar sites de reclamações. Digite o nome da oficina, da concessionária ou montadora e verifique como elas administram as insatisfações de seus clientes. Existem empresas que demonstram total desinteresse em dar alguma satisfação e também clientes que procuram todo e qualquer tipo de vantagem em garantia e benefícios. Por via das dúvidas, mantenha uma posição neutra: analise os casos com cuidado e procure indicações confiáveis de conhecidos e amigos.

Indústrias pedem percentual maior de etanol na gasolina

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), juntamente com produtores e usineiros, elaborou uma nova proposta para elevar a fatia de álcool na gasolina para 27,5%. O pedido do setor foi entregue para o Ministério de Minas e Energia, que ainda analisa o documento. No ano passado, o porcentual da mistura subiu de 20% para 25%.

Em entrevista à EBC (Empresa Brasil de Comunicação), o ministro da Agricultura, Neri Geller, afirmou ontem que se reuniu com Edison Lobão, ministro de Minas e Energia, para estudar a medida, mas afirmou que ainda não há decisão.

A mudança pode ajudar o setor de usinas a sair da crise. Muitas delas fecharam suas portas em virtude da queda nas vendas de álcool e na quebra das últimas safras. Além disso, a medida poderá evitar um aumento do preço do combustível neste ano e contribuir no combate à inflação.

Desempenho do motor

Como o etanol é um combustível mais corrosivo, carros a gasolina importados para o Brasil recebem mangueiras mais resistentes. Porém, modelos trazidos de forma independente e que não passam pelo processo de “tropicalização”, sofreriam mais com o aumento de álcool anidro na gasolina.

O possível aumento no consumo também é levado em conta. Por ser um combustível menos calorífico, o etanol pode refletir em um maior gasto do veículo.  A variação pode ser maior ou menor, dependendo da tecnologia empregada no motor.

Venda de combustível fora do tanque tem novas regras

Cada cuidado ao transportar produtos inflamáveis é importante. Com essa premissa, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou no início do mês a resolução 20/2014.

Quando não abastecem diretamente no tanque dos veículos, as normas impõem aos postos de gasolina a comercialização de combustível somente em recipientes que atendam a norma 15594-1, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e tenham o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO).

Os revendedores de combustíveis têm até o dia 4 de julho, 90 dias contados a partir da publicação da nova norma, para se adaptar à Resolução.

Confira o texto na íntegra:

 

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS

RESOLUÇÃO ANP Nº 20, DE 3.4.2014 - DOU 4.4.2014

A DIRETORA-GERAL da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de suas atribuições legais e com base na Resolução de Diretoria nº 307, de 3 de abril de 2014,

Resolve:

Art. 1º Ficam alterados o inciso VII e o parágrafo único do art. 17 da Resolução ANP nº 41, de 05 de novembro de 2013, que passam a vigorar com as seguintes redações:

"VII - outros produtos relacionados às outras atividades comerciais e de prestação de serviços, conforme artigo 5º desta Resolução.

Parágrafo único. A comercialização de combustíveis automotivos a varejo em recipientes, fora do tanque de consumo dos veículos automotores, somente será permitida em recipientes de combustíveis que atendam ao disposto no item 5.3 da norma ABNT NBR15594-1:2008 - Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis - Posto revendedor de combustível veicular (serviços). Parte 1: Procedimento de operação, ou outra que venha a substituí-la, e na Portaria nº 326, de 11 de dezembro de 2006, do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, ou outra que venha a substituí-la."

Art. 2º Ficam alterados o inciso III do art. 22 da Resolução ANP nº 41, de 05 de novembro de 2013, que passam a vigorar com a seguinte redação:

"III - adquirir combustível automotivo a granel de distribuidor de combustíveis e revendê-lo a varejo em seu estabelecimento, abastecendo tanque de consumo dos veículos automotores terrestres, das embarcações marítimas, lacustres e fluviais ou em recipientes de combustíveis que atendam ao disposto no item 5.3 da norma ABNT NBR15594-1:2008 - Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis - Posto revendedor de combustível veicular (serviços). Parte 1: Procedimento de operação, ou outra que venha a substituí-la, e na Portaria nº 326, de 11 de dezembro de 2006, do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, ou outra que venha a substituí-la;

Art. 3º Fica concedido o prazo de 90 (noventa) dias, a partir da publicação da presente Resolução, para o atendimento à norma ABNT NBR15594-1:2008 - Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis - Posto revendedor de combustível veicular (serviços). Parte 1: Procedimento de operação e à Portaria nº 326, de 11 de dezembro de 2006, do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, quando da comercialização de combustíveis automotivos pelo revendedor varejista.

Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. 

Fonte: Fecombustiveis

Pode ou não pode: mitos e verdades sobre as leis de trânsito

 

Para tirar a primeira Carteira de Habilitação (CNH), todos nós passamos por dois tipos de cursos: o teórico e o prático. Aprendemos sobre direção defensiva, conceitos mecânicos, ecologia e legislação. Porém, sempre fica aquela incerteza sobre o que é permitido ou não ao dirigir e quais medidas tomar. Mitos e verdades giram em torno do assunto: dirigir sem camisa, descalço ou com apenas uma mão no volante são algumas dúvidas recorrentes. Chega de papo e vamos entender!

Dirigir com apenas uma mão no volante é considerado como infração média, portanto não é permitido pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O condutor estará sujeito à punição de quatro pontos na carteira, mais o pagamento de multa de R$ 85,13. É permitido guiar o volante com uma mão apenas para fazer sinais regulamentares, mudar a marcha ou acionar equipamentos e acessórios do veículo. O condutor que for flagrado dirigindo com o braço do lado de fora também estará cometendo infração média e estará sujeito às mesmas punições.

A legislação não prevê punição para quem dirigir com os pés descalços. Porém, não é permitido o uso de calçados que não se firmem nos pés ou que comprometam a utilização dos pedais do automóvel. Chinelos, tamancos e salto alto não são permitidos, pois prejudicam a perícia do condutor na hora de dirigir. É importante ressaltar que não basta apenas observar o que diz a lei, é preciso analisar se o sapato é confortável e seguro. Para esse caso, a infração também é média: multa no valor de R$ 85,13 e quatro pontos na CNH.

A ausência da camiseta é permitida ao conduzir o veículo. Nada é mencionado ou citado pela legislação, portanto, é liberado. Mesmo sem camisa, o motorista deve usar o cinto de segurança. Para casos de gravidez, a direção é liberada, mas não recomendada para gestantes após o sétimo mês. Nesse período, a barriga atrapalha na colocação do cinto, as pernas e os pés ficam inchados e há risco de perda do bebê em eventuais colisões. 

Foto: Terra

Busque no blog: