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Selecionados Ruff: Chevrolet Onix – o carro mais vendido de 2018

O Chevrolet Onix foi, disparado, o carro mais vendido no Brasil em 2018. E não é de hoje que ele é líder de vendas. Desde 2015, o modelo vem fazendo bastante sucesso e superando os seus concorrentes. Além disso, ele é o automóvel com menor desvalorização no mercado.

Conheça outras curiosidades sobre esse fenômeno de vendas.

Nasce um líder de mercado

O grande líder de vendas no Brasil começou a ser produzido em 2012, tendo sido apresentado, no mesmo ano, na Sala de São Paulo. A novidade da Chevrolet chegou ao mercado para substituir outros dois compactos da fabricante: o Corsa e o Celta.

Os principais concorrentes do Onix são o Ford Ka, o Hyundai HB20, o Fiat Palio e o Volkswagen Gol. Muitos até duvidavam que o novo modelo da Chevrolet pudesse superar o Palio, mas não demorou muito para isso acontecer. Em 2015, o Onix já se destacava no mercado, deixando o clássico da Fiat para trás.

Diferenciais

Uma das grandes novidades na configuração do Chevrolet Onix foi apresentada em 2015: a sua central multimídia. Em 2016, ele ganhou um facelift, tecnologia OnStar e uma atualização do sistema MyLink. Já em 2017, a novidade foi a motorização mais econômica.

Atualmente, o Onix é vendido nas versões LT 1.0, LT 1.4, Advantage, LTZ 1.4 e Effect. O Chevrolet Onix Effect 2019 é o mais caro da linha e conta com motor 1.4L de 106 cv, além de ter rodas de alumínio escurecidas de 15", aerofólio e teto preto.

Campeão de vendas em 2018

O Onix domina o mercado desde 2015, quando ele já disparava nas vendas, deixando os concorrentes para trás com bastante folga. Desde então, o compacto da Chevrolet tem se mantido como o carro mais vendido do Brasil e, a cada ano, os números só vem crescendo.

Em outubro de 2018, a Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou uma lista confirmando a vantagem do Onix em relação aos concorrentes. Em segundo lugar, o modelo mais vendido no Brasil em 2018 foi o Hyundai HB20 e, em terceiro, o Ford Ka.

Sucesso que rompe fronteiras

E não é só no Brasil que o Chevrolet Onix é líder de vendas! Em 2016, ele foi o carro mais vendido na América Latina. Os dados são referentes a 18 países - incluindo Brasil, México e Argentina – e foram levantados pela Focus2move, uma empresa especializada em consultoria automobilística.

O sucesso no mercado latino-americano manteve-se em 2017 e em 2018. Neste último ano, o hatch da Chevrolet vendeu 132.314 unidades entre janeiro e julho. A pesquisa de 2018 considerou 41 países e também foi realizada pela Focus2move.

Depois do Onix, o carro mais vendido na América Latina em 2018 foi o Ford Ka. A terceira posição ficou com a Toyota Hilux e a quarta com o Nissan Versa, modelo bastante popular no México e na Colômbia. Em quinto lugar, ficou o Volkswagen Gol.

Por que o Onix vende tanto?

De acordo com Ernesto Ortiz, vice-presidente de Marketing e Vendas da GM para América do Sul, “o sucesso do Onix deve-se a vários fatores, como o design contemporâneo, a alta eficiência energética e o conteúdo tecnológico inovador.”

A central multimídia do Onix é, certamente, um de seus principais diferenciais, disponível desde a versão de entrada. Em sua versão LT já encontramos a central multimídia. Além disso, outro fator que impulsiona as vendas do Onix é o seu preço competitivo.

Testes de proteção

Apesar de ser um grande líder de vendas no Brasil, o Onix já recebeu duras críticas em relação aos seus itens de segurança. Em 2017, a Latin NCAP, empresa responsável por avaliar a segurança dos veículos comercializados na América Latina, deu nota zero ao Chevrolet Onix no quesito proteção lateral para adultos.

Em relação à proteção de crianças, o carro ganhou três de cinco estrelas. De acordo com nota divulgada pela Latin NCAP na época, o “Onix foi o único que registrou valores que ultrapassam os limites biomecânicos permitidos para o peito no teste de colisão”. No entanto, foi justificado que no Brasil não há exigências para segurança nas laterais do carro.

Para se adequar aos padrões de segurança avaliados pela Latin NCAP, o Onix 2019 vem com barras de segurança de proteção lateral. A nova nota obtida foi três de cinco estrelas. Como o modelo não possui tração e nem controle de estabilidade, não foi possível atribuir a nota máxima a ele.

Qual é a sua opinião sobre o Chevrolet Onix? Conte para gente nos comentários!

Selecionados Ruff: A história do Chevrolet Celta

O Chevrolet Celta já foi o primeiro carro de muitos brasileiros. Mesmo depois do fim da sua produção, em 2015, ele continua bastante presente nas ruas e estradas do país, sendo um dos carros populares mais queridos do Brasil. É por isso que hoje o “Celtinha” foi o escolhido por nós para estrelar no nosso blog.

Os primeiros anos de sucesso

Quando o Celta começou a ser produzido, em setembro de 2000, a intenção da Chevrolet era colocar no mercado o carro mais barato do Brasil. Ele foi lançado na fábrica de Gravataí-RS, e, quatro meses mais tarde, quase 22 mil unidades já haviam sido vendidas. Um ano depois do Celta chegar ao mercado, a Chevrolet comemorou a marca de 100 mil unidades comercializadas.

Uma das características que mais chamava a atenção nesse popular, além do preço, era a sua semelhança com o Chevrolet Vectra hatch e com o Corsa. Apesar de ser um compacto queridinho desde o seu lançamento, existiam algumas configurações da primeira versão que não agradavam os motoristas. Uma das reclamações era em relação à buzina, a qual era acionada por meio da alavanca da seta. Esse problema só foi resolvido em 2006, quando a buzina passou a ser acionada pelo volante.

Durante os primeiros anos de história do Chevrolet Celta, uma das grandes novidades do modelo foi a chegada, em 2003, da versão 1.4 e com quatro portas. A mudança aumentou as vendas do automóvel e, em 2005, a fabricante bateu a marca de 560 mil unidades comercializadas. Outra novidade que agradou os motoristas naquele mesmo ano foi a conversão do motor 1.0 para motor flex.

A nova cara do “Celtinha”

O Chevrolet Celta ganhou novos atributos depois de passar por uma reestilização em 2006. Os interessados no modelo naquela época, podiam encontrar nas concessionárias três versões de acabamento e com preços entre, mais ou menos, R$24 e 36 mil reais:

Life: era a versão mais simples do Celta, com relógio digital e rodas de 13 polegadas. Quem comprasse essa versão podia escolher se queria adicionar ar condicionado e direção hidráulica.

Spirit: essa versão tinha alguns itens a mais, como para-choques na cor do automóvel e os vidros traseiros contavam com limpador e desembaçador.

Super: o Celta comercializado nessa versão tinha principais diferenciais as rodas 14 polegadas, um novo padrão de rodas, tecidos na porta e maçanetas na cor do veículo.

Outro acontecimento importante em 2006 para a história desse popular da Chevrolet foi o lançamento do Chevrolet Prisma, o sedan que chegou ao mercado como uma derivação do Celta.

Da última reestilização ao fim da produção

Em 2011, a Chevrolet lançou a linha 2012 do Celta, que apresentava o parachoque dianteiro com grade dividida, o atual emblema padrão da GM e novas calotas. Os faróis e as lanternas ficaram escurecidos, e seu modesto painel ganhou desenhos modernos para os comandos de ar condicionado e interruptores.

Completando, o volante adquiriu detalhes pratas e os bancos e as portas, tecidos estampados com um grafismo na cor azul, semelhante ao utilizado no Agile. Apesar da simplicidade e pouco espaço, o modelo era charmoso e capaz de acomodar cinco adultos. Porém, sua reputação foi abalada devido à divulgação do insucesso do veículo na bateria de provas de colisão do Latin NCP, recebendo 1 estrela de um total de 5.

Tentando se redimir, a Chevrolet lançou a última atualização do hatch em 2013, passando a vendê-lo em uma única versão, equipada com freios ABS e airbags frontais de série. Mas sem sucesso, em 2015 a sua produção foi encerrada em junho e, no final de agosto, o Celta foi retirado do site da Chevrolet Brasil, colocando um ponto final na sua história com mais de 1,5 milhão de unidades comercializadas no país.

O sucessor

O modelo que entrou no lugar do “Celtinha” foi o Onix, que começou a ser vendido em 2012 e, desde então, apresentava boa aceitação pelo público. O carro tem inovações de conectividade com o motorista na central de multimídia, controles de áudio no volante e câmbio automático. Entretanto em 2017, o Latin NCAP assombrou a Chevrolet mais uma vez, dando nota zero ao hatch nacional e alegando uma péssima proteção lateral.

Em resposta ao resultado negativo, a versão do Onix 2019 veio equipada com barras de proteção lateral, permitindo uma nova classificação nos testes (3 estrelas).

Atualmente, ele é considerado o veículo com a menor desvalorização no mercado, melhor valor de revenda e leva a fama de carro mais vendido desde 2015. Mas o Celta sempre terá o seu lugar no coração de muitos brasileiros, deixando lembranças e servindo como base para a produção de outros modelos além do Onix, como o Agile e a Montana.

E você, o que acha do Celta e da sua substituição? Conta para nós nos comentários e compartilha a matéria!

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