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Os 10 carros mais econômicos do Brasil

Você sabia que o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) também avalia a eficiência energética de automóveis? Anualmente, a organização lança uma lista na qual é possível constatar quais são os veículos mais beberrões e mais econômicos do país.

Em relação ao ranking de 2017, há algumas novidades entre os carros mais econômicos do país. Isso porque o mercado automobilístico de 2018 foi marcado pelo crescimento da oferta de carros híbridos e elétricos. Confira a lista com os 10 primeiros colocados!

10 – Ford Ka SE

Um dos queridinhos da Ford é também um dos carros mais econômicos do Brasil, segundo o Inmetro. Em décima posição, o morto 1.0 12V flex faz, com gasolina, 13,5 km/L na cidade e 15,7 km/L na estrada. Em relação às emissões de CO2, o Ford Ka SE bastecido com gasolina libera 86 g/km, ganhando nota A no quesito.

9 – Peugeot 208 1.2 Puretech

A montadora francesa trouxe ao Brasil um compacto que tem dois principais focos: a economia de combustível e o acabamento. O motor 1.2 Puretech de três cilindros do Peugeot 208 tem um consumo energético de 1,46 MJ/km. Para você ter noção, ele faz, com gasolina, 13,9 km/L na cidade e 15,5km/L na estrada. Com etanol, o valor é de 9,6km/L na cidade e 10,7 km/L na estrada.

8 – Fiat Mobi Drive GSR

O Fiat Mobi Drive GSR chegou ao mercado com a proposta de ser o carro ideal para enfrentar congestionamentos de forma ágil, confortável e econômica. Isso é possibilitado por seu câmbio automatizado capaz de tornar a condução mais eficaz dentro das áreas urbanas.

O motor 1.0 flex abastecido com gasolina chega a fazer 14 km/L na cidade e 15,9 km/L na estrada. Já com etanol, o consumo de combustível cai para 9,8 km/L na cidade e 11,1 km/L na estrada. Ele também ganhou nota A no quesito emissões de CO2 com gasolina, marcando 89 g/km.

7 – Lexus CT 200h

Na lista de etiquetagem veicular do Inmetro, também aparece a linha luxuosa Lexus. A marca é uma divisão da Toyota e produz apenas automóveis exclusivos e alto padrão. No Brasil, existem apenas duas concessionárias da montadora e ambas ficam localizadas em São Paulo.

O Lexus CT 200h é um dos cinco modelos da fabricante japonesa. Ele é um dos carros mais econômicos do Brasil, gastando cerca de 15,7 km/L na cidade e 14,2 km/L na estrada, isto quando movido a gasolina. O consumo energético dele é de 1,41 MJ/km.

6 – Volkswagen Move Up TSI

O compacto da Volkswagen destaca-se na sexta posição com consumo energético de 1,40 MJ/km e emite 86 g/km de CO2. O motor 1.0 12V TSI turboflex do Move Up com gasolina faz 14,3 km/L na cidade e 16,3 km/L na estrada. Com o tanque abastecido de etanol, o valor varia para 10 km/L na cidade e 11,5 km/L na estrada.

5 – Renault Kwid

O hatch subcompacto da Renault foi lançado no Brasil em 2017 e seu principal diferencial é o design que lembra o de uma SUV. Mesmo com pouco tempo de mercado, ele já ocupa o top 5 da lista de eficiência energética do Inmetro.

O consumo do seu motor 1.0 12V flex chega a 14,9 km/L na cidade e 15,6 km/L na estrada, quando movido a gasolina. Se levarmos em conta o etanol como fonte de energia, o consumo vai para 10,3 km/L na cidade e 10,8 km/L na estrada.

4 – Ford Fusion Hybrid

Na quarta posição dos carros mais econômicos do Brasil, está o sedan médio de luxo da Ford. O Fusion tem um consumo energético de 1,31 MJ/km. Na cidade, ele faz 15,1 km/L e, na estrada, 16,8 km/L. Isto considerando o seu motor 2.0 gasolina.

3 – Volvo XC90 T8

No top três, o primeiro destaque é o Volvo XC90 T8, conhecido por unir velocidade e economia. Com seu motor 2.0 a gasolina e 340 cv e um motor elétrico de 87 cv, ele tem uma eficiência energética de 1,20 MJ/km. No ciclo urbano, ele faz 16,4 km/L e, na estrada, 18,9 km/L.

2 – Toyota Prius

O compacto híbrido mais popular do país ocupa a segunda posição na lista do Inmetro graças ao seu consumo energético 1,15 MJ/km. O motor 1.8 VVT-i gasolina faz 17 km/L na estrada e 18,9 km/L na cidade. Em termos de CO2, a emissão marca 71 g/km.

1 – Renault Zoe

O Zoe, importado da França, é o automóvel 100% elétrico da Renault. Justamente por isso, ele ocupa a primeira posição da lista de veículos mais econômicos do país. O seu motor faz o equivalente a 32,2 km/L na estrada e 26,7 km/L na cidade. Como não utiliza combustível, ele não emite CO2.

O que você achou da classificação dos carros mais econômicos do Brasil? Conte para gente nos comentários.

 

5 dicas para administrar uma loja de conveniência

As lojas de conveniência fazem parte de um mercado não tão novo, mas que segue com um crescimento médio de 20% ao ano. Para se ter ideia do potencial delas, o faturamento médio no Brasil varia em torno de 100 mil reais por mês. É por isso que muitos postos de combustíveis investem nesse tipo de negócio.

Atualmente, apenas 15% deles usufruem desta junção estratégica para elevar os seus lucros. Ou seja, tem muita gente deixando a oportunidade passar! Não durma no ponto. Se liga nessas 5 dicas para administrar uma loja de conveniência com sucesso que preparamos para você.

O que é uma loja de conveniência?

Antes de compartilharmos as nossas sugestões, vamos entender um pouco mais sobre essa oportunidade de negócio. Uma loja de conveniência pode funcionar por 24 horas, dispor de produtos alimentícios, bebidas, cigarros, materiais de higiene e de limpeza. Qualquer item que faça parte do cotidiano dos consumidores pode ser encontrado lá.

Por ter essa proposta de facilitar a vida dos clientes, as lojas de conveniência fornecem praticidade aos atarefados e sem tempo, já que eles podem comprar o que precisam no caminho de casa ou enquanto abastecem o carro. Além disso, elas costumam ser um ponto de encontro de amigos.

Já deu para perceber como ela pode ser importante para um posto de combustível, não deu? Então, vamos para as dicas!

1. Mantenha tudo no seu devido lugar

Nem sempre as pessoas decidem comprar um produto apenas com base em seus benefícios e preço. O visual e a organização da loja também influenciam na hora das compras impulsivas, ou seja, decisões instintivas relacionadas ao estado emocional da pessoa.

Para incentivar este comportamento, é importante manter as gôndolas e os refrigeradores arrumados e abastecidos com produtos dispostos de maneira tática. Além disso, não se esqueça que o ambiente interfere na experiência do cliente. O local deve estar limpo, ter um cheiro e iluminação agradável, uma temperatura confortável e um som adequado. Qualquer situação de desconforto vai diminuir as suas chances de vender.

2. Treine a equipe

Funcionários sem treinamento espantam os clientes. Ser mal atendido causa uma impressão negativa do estabelecimento, mesmo que os produtos sejam de qualidade. Guarde bem essa dica: os colaboradores devem contribuir para tornar a compra em uma experiência prazerosa, sendo ágeis, cordiais e proativos.

Profissionais qualificados e competentes têm o poder de atrair novos fregueses e fidelizar os antigos. Por isso, é importante mantê-los comprometidos e motivados através de treinamentos constantes, estratégias de bonificações e reuniões para feedbacks.

O tamanho da equipe vai variar de acordo com o porte da empresa e dos serviços oferecidos. O importante é verificar se todos os deveres estão sendo cumpridos. Caso contrário, é necessário rever os erros ou pensar em incorporar novas pessoas.

3. Faça ações de marketing

Já falamos no blog sobre a importância deste assunto. Investir no marketing estratégico para a sua loja permite a conquista de melhores resultados nas vendas. Não é à toa que este tópico está entre as nossas dicas para administrar uma loja de conveniência.

Conheça o seu público-alvo. Realize pesquisas e analise as suas vendas para entender os padrões de compras, os produtos com maior rotatividade, os itens que faltam e os que não saem. A partir disso, você pode divulgar aqueles que trazem mais lucros, fazer promoções e ajustar os preços. Outro ponto importante: essas medidas facilitarão a administração do seu estoque.

Você pode fazer campanhas para divulgar o seu negócio e produzir conteúdo relevante para atrair novos clientes. É interessante também aproveitar as datas comemorativas, estações do ano ou segmentação de idade para implementar uma decoração atraente aos olhos dos consumidores.

4. Atente-se às normas específicas

Para oferecer qualidade e segurança aos seus clientes, uma loja de conveniência deve atender a algumas normas. Por exemplo, ela precisa estar registrada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que dita algumas regrinhas para a manipulação de alimentos. E também na Secretaria de Estado de Saúde (SES), responsável pela inspeção sanitária.

Entenda que essa parte burocrática de alvará de funcionamento, certidões e outros documentos servem para evitar futuras dores de cabeça e garantir que esteja tudo dentro da lei. Isso vai ajudar a consolidar a sua marca perante ao público, tornando-a mais confiável.

5. Invista em delivery

Adaptar-se para atender as necessidades dos clientes é fundamental para a sobrevivência de qualquer negócio. Com as lojas de conveniência não é diferente. Imagine a praticidade de receber suas compras em casa. Por isso, invista nesse serviço.

Os pedidos podem ser realizados por telefone ou você pode associar esta ideia com e-commerces e plataformas de marketplace. Tudo que facilite a vida do seu público é válido para atrair atenção e potencializar as vendas de sua empresa.

Ainda está na dúvida? Abrir um negócio não é tarefa simples. O recomendado é estudar bem o mercado, fornecedores, concorrentes, oportunidades e preços para montar um Plano de Negócios bem estruturado.

Coloque em prática as 5 dicas para administrar uma loja de conveniência que apresentamos aqui e reduza os riscos e as incertezas do seu empreendimento.

O assunto te interessou? Deixe as suas dúvidas e opiniões nos comentários!

Os maiores produtores de petróleo do mundo

O petróleo é obtido a partir de fontes fósseis e está disponível na natureza por tempo limitado. Esse recurso precioso começou a ser explorado como combustível na década de 1920, tornando-se fundamental no dia a dia das pessoas. Atualmente, ele é a fonte energética mais utilizada no planeta.

Mas, você sabe quais são os maiores produtores de petróleo do mundo? Nesta matéria, nós contamos quais países são esses e ainda explicamos como tem sido a atuação do Brasil nesse mercado. Então, vamos lá!

1. Estados Unidos

Nos últimos anos, o país norte-americano tem ocupado a primeira posição na lista dos maiores produtores de petróleo do mundo. De acordo com o levantamento anual realizado pela International Energy Statistics (EIA), os Estados Unidos produzem cerca de 15 milhões de barris por dia.

O país se tornou líder mundial na produção de petróleo pela primeira vez em 1975, quando ultrapassou a Arábia Saudita. Depois de ter caído no ranking, os Estados Unidos se destacaram novamente em 2012 e em 2013 voltaram a superar o país saudita.

2. Arábia Saudita

A região do Oriente Médio é bastante conhecida por causa de suas inúmeras reservas de petróleo. Aproximadamente, 65% das reservas mundiais estão localizadas naquele território. Bastante, né? O grande destaque da região é a Arábia Saudita, maior exportador de petróleo no mundo e, por muitas vezes, foi o maior produtor em âmbito global.

Segundo a International Energy Statistics, em 2017, a Arábia Saudita produziu cerca de 12 milhões de barris por dia. Esse número expressivo faz do petróleo a principal atividade econômica do país, a qual é fortemente controlada pelo governo. Nos últimos anos, a receita petrolífera deles vem caindo e, como já contamos, perdendo espaço para os Estados Unidos.

3. Rússia

Na terceira posição, a lista da EIA traz a Rússia como um dos maiores produtores de petróleo do mundo. Em 2017, foram produzidos cerca de 11 milhões de barris por dia. Em outubro de 2018, o país atingiu a marca de 11,41 milhões de barris por dia.

Para o começo de 2019, o ministro da Energia do país já anunciou uma redução de até 60 mil barris por dia. Isso representa uma produção de aproximadamente 11,35 milhões de barris por dia, ficando abaixo das metas estabelecidas para este ano.

4. Canadá

Em quarto lugar, mas bem abaixo dos três primeiros colocados, está o Canadá. Em 2017, o país fechou o ano produzindo uma média de 4,9 milhões de barris por dia. Uma das grandes conquistas do setor petrolífero canadense foi em 2014, quando a produção do país cresceu em 7.9% e superou a China.

O Canadá ganhou destaque no mercado mundial do petróleo depois da Segunda Guerra Mundial, período em que encontraram grandes reservas por lá. Hoje, o petróleo e o gás natural são os principais recursos minerais do país, havendo perspectivas positivas em relação a uma futura expansão das exportações.

5. China

Em 2017, a China produziu uma média de 4,77 milhões de barris por dia, ficando abaixo da marca de 4,87 milhões conquistada em 2016. Em 2018, o país apresentou resultados melhores, chegando a produzir 12,49 milhões de barris por dia em setembro, conforme dados do Gabinete Nacional de Estatísticas.

Segundo o EIA, a maior parte da extração do petróleo chinês é feito em terra e apenas 20% é oriunda de reservas offshore. Uma curiosidade é que além de se destacar na produção de petróleo, o país também é um dos maiores consumidores mundiais do recurso fóssil. Nesse quesito, a China só fica atrás dos Estados Unidos.

E o Brasil?

O Brasil aparece na nona posição da lista divulgada pelo EIA, tendo produzido, em 2017, cerca de 3,36 milhões de barris por dia. Depois da descoberta das reservas na camada pré-sal, o país passou a ter mais destaque na produção e exportação do mineral.

De acordo com Mauro Ferreira Coelho, diretor de Estudos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis da Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE), o Brasil tem capacidade para se tornar um dos cinco maiores exportadores de petróleo até 2026. A previsão positiva é baseada no crescimento constante da produção brasileira. A estimativa do EPE é que o país alcance a marca de 5,2 milhões de barris por dia.

Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep)

A Opep foi estabelecida em 1960 com o intuito de fortalecer os países produtores de petróleo. O grupo define estratégias para a fabricação de petróleo e determina cotas de produção para os países membros a fim de elevar a lucratividade na hora da exportação.

Atualmente, fazem parte da organização: Angola, Arábia Saudita, Argélia, Equador, Emirados Árabes, Irã, Iraque, Kuwait, Líbia, Nigéria, Catar e Venezuela. Juntos, esses países possuem cerca de 75% das reservas mundiais de petróleo. Pouco mais de 40% do petróleo utilizado no planeta é proveniente dos países da Opep.

Gostou de conhecer os maiores produtores de petróleo do mundo? Conte para gente nos comentários.

 

8 curiosidades sobre o etanol

O Brasil e os Estados Unidos, juntos, produzem cerca de 90% de todo o etanol consumido no mundo. Embora a produção desse combustível seja abundante por aqui, muitos consumidores desconhecem alguns fatos sobre sua utilização e importância. Por isso, nós reunimos aqui oito curiosidades a respeito desse biocombustível. 

1. O Brasil é o maior consumidor de etanol como combustível

O etanol é utilizado como combustível em mais de 40 países. No entanto, na maior parte dos casos, ele costuma ser misturado a outros combustíveis. Quando o assunto é a substituição da gasolina pelo etanol, o Brasil é o grande líder mundial. Além disso, o país é referência na produção e utilização do etanol hidratado.

Na América do Sul, depois do Brasil, o Paraguai é o país que mais utiliza o etanol, adicionando cerca de 24% do combustível à gasolina. O Chile e a Argentina vêm na sequência. Os dois países acrescentam, mais ou menos, 5% de etanol.

2. O etanol brasileiro possui 4% de água

O Brasil, como contamos, é o país que utiliza a maior quantidade de etanol no combustível. No entanto, a proporção é equivalente a, mais ou menos, 96% e não a 100% como muitas pessoas acreditam ser. O etanol hidratado comercializado nos postos de combustíveis possui cerca de 5% de água, a qual é oriunda do próprio processo de fermentação.

3. O etanol também é utilizado na aviação

O etanol pode ser utilizado para abastecer ônibus, caminhões, motocicletas e, claro, automóveis. Mas, você sabia que ele também pode ser o combustível de aeronaves? Pois é! A Embraer lançou, em 2005, o Ipanema EMB, o primeiro avião movido a etanol. Usado para pulverizar lavouras, ele se tornou uma opção vantajosa por conta da economia com combustível, mesmo deixando a deseja no quesito eficiência energética.

Embora existam algumas aeronaves movidas a etanol, esse não é o biocombustível mais popular ou recomendado para essa modalidade de transporte. O bioquerosene, obtido de óleos vegetais, é a grande aposta para o futuro mais sustentável da aviação.

4. Etanol e frio não é uma boa combinação

Em baixas temperaturas, funcionar um carro movido a etanol pode ser um problema. Isso porque o combustível derivado da cana-de-açúcar perde a sua capacidade de entrar em combustão quando os termômetros estão marcando abaixo de 13ºC.  

Para contornar essa situação, os carros flex contam com um reservatório de gasolina para ajudar na hora de dar partida. Por isso, ele deve estar sempre cheio no inverno, preferencialmente, de gasolina aditivada para auxiliar na ignição do motor.

5. Você pode utilizar etanol em carro flex sempre que quiser

E por falar em carro flex, existem vários mitos e dúvidas relacionadas à utilização de etanol nesse tipo de automóvel. Muitos até perguntam se existe um momento ideal para abastecer o carro com álcool ou se há uma quantidade específica que deva ser mantida no tanque. A verdade é que você não precisa ter esse tipo de preocupação, já que o veículo bicombustível pode receber tanto gasolina e etanol a qualquer momento e em qualquer quantidade.

Quer saber mais detalhes sobre como abastecer carro flex? Clique aqui e confira a matéria especial que publicamos sobre o assunto.

6. O primeiro carro movido a etanol do Brasil

Desde 1938, o etanol vendo sendo utilizado no Brasil. Nessa época, ele começou a ser adicionado à gasolina. Anos mais tarde, em 1979, foi lançado aqui o primeiro movido a álcool: o Fiat 147.

7. O etanol não é feito só de cana-de-açúcar

O etanol não vem apenas da cana-de-açúcar. Ele pode ser extraído, por exemplo, a partir do milho. Esse procedimento é bastante comum no Estados Unidos, país classificado como maior produtor de etanol no mundo. Em comparação com o biocombustível obtido da cana, o gerado a partir do milho é fabricado em menos tempo, além do fato de o grão render mais.

8. O etanol é um combustível menos poluente

Em comparação com a gasolina, o etanol é um combustível bem mais limpo. Isso porque ele produz menos de 70% de gás carbônico. A explicação reside no fato de ele ser obtido de uma planta, o que reduz consideravelmente a emissão de CO2 na hora de sua fabricação.

Você tem alguma dúvida sobre o uso do etanol? Deixe a sua pergunta nos comentários.

 

Selecionados Ruff: Chevrolet Onix – o carro mais vendido de 2018

O Chevrolet Onix foi, disparado, o carro mais vendido no Brasil em 2018. E não é de hoje que ele é líder de vendas. Desde 2015, o modelo vem fazendo bastante sucesso e superando os seus concorrentes. Além disso, ele é o automóvel com menor desvalorização no mercado.

Conheça outras curiosidades sobre esse fenômeno de vendas.

Nasce um líder de mercado

O grande líder de vendas no Brasil começou a ser produzido em 2012, tendo sido apresentado, no mesmo ano, na Sala de São Paulo. A novidade da Chevrolet chegou ao mercado para substituir outros dois compactos da fabricante: o Corsa e o Celta.

Os principais concorrentes do Onix são o Ford Ka, o Hyundai HB20, o Fiat Palio e o Volkswagen Gol. Muitos até duvidavam que o novo modelo da Chevrolet pudesse superar o Palio, mas não demorou muito para isso acontecer. Em 2015, o Onix já se destacava no mercado, deixando o clássico da Fiat para trás.

Diferenciais

Uma das grandes novidades na configuração do Chevrolet Onix foi apresentada em 2015: a sua central multimídia. Em 2016, ele ganhou um facelift, tecnologia OnStar e uma atualização do sistema MyLink. Já em 2017, a novidade foi a motorização mais econômica.

Atualmente, o Onix é vendido nas versões LT 1.0, LT 1.4, Advantage, LTZ 1.4 e Effect. O Chevrolet Onix Effect 2019 é o mais caro da linha e conta com motor 1.4L de 106 cv, além de ter rodas de alumínio escurecidas de 15", aerofólio e teto preto.

Campeão de vendas em 2018

O Onix domina o mercado desde 2015, quando ele já disparava nas vendas, deixando os concorrentes para trás com bastante folga. Desde então, o compacto da Chevrolet tem se mantido como o carro mais vendido do Brasil e, a cada ano, os números só vem crescendo.

Em outubro de 2018, a Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou uma lista confirmando a vantagem do Onix em relação aos concorrentes. Em segundo lugar, o modelo mais vendido no Brasil em 2018 foi o Hyundai HB20 e, em terceiro, o Ford Ka.

Sucesso que rompe fronteiras

E não é só no Brasil que o Chevrolet Onix é líder de vendas! Em 2016, ele foi o carro mais vendido na América Latina. Os dados são referentes a 18 países - incluindo Brasil, México e Argentina – e foram levantados pela Focus2move, uma empresa especializada em consultoria automobilística.

O sucesso no mercado latino-americano manteve-se em 2017 e em 2018. Neste último ano, o hatch da Chevrolet vendeu 132.314 unidades entre janeiro e julho. A pesquisa de 2018 considerou 41 países e também foi realizada pela Focus2move.

Depois do Onix, o carro mais vendido na América Latina em 2018 foi o Ford Ka. A terceira posição ficou com a Toyota Hilux e a quarta com o Nissan Versa, modelo bastante popular no México e na Colômbia. Em quinto lugar, ficou o Volkswagen Gol.

Por que o Onix vende tanto?

De acordo com Ernesto Ortiz, vice-presidente de Marketing e Vendas da GM para América do Sul, “o sucesso do Onix deve-se a vários fatores, como o design contemporâneo, a alta eficiência energética e o conteúdo tecnológico inovador.”

A central multimídia do Onix é, certamente, um de seus principais diferenciais, disponível desde a versão de entrada. Em sua versão LT já encontramos a central multimídia. Além disso, outro fator que impulsiona as vendas do Onix é o seu preço competitivo.

Testes de proteção

Apesar de ser um grande líder de vendas no Brasil, o Onix já recebeu duras críticas em relação aos seus itens de segurança. Em 2017, a Latin NCAP, empresa responsável por avaliar a segurança dos veículos comercializados na América Latina, deu nota zero ao Chevrolet Onix no quesito proteção lateral para adultos.

Em relação à proteção de crianças, o carro ganhou três de cinco estrelas. De acordo com nota divulgada pela Latin NCAP na época, o “Onix foi o único que registrou valores que ultrapassam os limites biomecânicos permitidos para o peito no teste de colisão”. No entanto, foi justificado que no Brasil não há exigências para segurança nas laterais do carro.

Para se adequar aos padrões de segurança avaliados pela Latin NCAP, o Onix 2019 vem com barras de segurança de proteção lateral. A nova nota obtida foi três de cinco estrelas. Como o modelo não possui tração e nem controle de estabilidade, não foi possível atribuir a nota máxima a ele.

Qual é a sua opinião sobre o Chevrolet Onix? Conte para gente nos comentários!

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