Blog

Como os postos podem aproveitar o final de ano para vender mais?

Final de ano é época de pegar a estrada para visitar a família, ir à praia ou seguir em direção a algum outro lugar especial para curtir o réveillon. Esse aumento no fluxo de viagens é responsável por intensificar a procura por postos de combustíveis e aquecer as vendas.

Além de abastecer, é frequente a busca por serviços de revisão, peças e outros produtos típicos dessa época do ano. Por isso, os estabelecimentos precisam ficar atentos para aproveitar bem essa chance de conquistar novos clientes e vender mais. Como? Confira as dicas!

1. Ofereça serviços de revisão

Como nessa época do ano o número de pessoas viajando de carro aumenta significativamente, é preciso preparar toda a equipe do posto e o estoque de peças para a alta procura por revisão. Os motoristas estão cada vez mais conscientes da importância desse procedimento e sempre buscam pelo serviço antes de pegar a estrada.

Os postos que já oferecem troca de óleo, calibragem dos pneus e verificação de água no radiador podem aproveitar o final de ano para fazer campanhas de revisão. Uma sugestão é oferecer um combo de serviços básicos caso o motorista abasteça acima de uma determinada quantidade.

O filtro de combustível também precisa de atenção especial antes de uma viagem. Então, garanta que o seu posto tenha profissionais capacitados para checar se há vazamentos em alguma peça do sistema. As mangueiras, o tanque e os filtros são as partes mais propícias a apresentar irregularidades. 

2. Reforce o estoque de peças, óleos e lubrificantes

A troca de lubrificantes é praticamente obrigatória para quem vai viajar de carro. Por isso, tenha bastante atenção com o estoque de óleos e lubrificantes nessa época do ano para não deixar o produto em falta. Ofereça sempre os melhores produtos, de preferência aqueles que são top de linha.

Ter algumas peças básicas à disposição dos clientes também pode ajudar a incrementar o faturamento nessa época do ano. Algumas delas são: filtros, velas, cabos, correias, limpadores de para-brisa, faróis e lâmpadas. O pneu é outro item que pode ser bastante procurado nesse período. Se o seu posto ainda não vende esse produto, avalie a possibilidade.

3. Crie ações promocionais e sorteios

O Natal é uma ótima oportunidade para criar campanhas com o intuito de atrair o público e aumentar as vendas no posto de combustível. Vale a pena, por exemplo, distribuir cupons de desconto ou desenvolver ações para sortear vales, viagens ou até mesmo um carro. Os consumidores costumam ficar bastante empolgados com esse tipo de promoção.

Ah, e para que a campanha de final de ano seja um sucesso, não se esqueça de divulgá-la. Para isso, invista em marketing digital (redes sociais, anúncios no Google e etc.), em panfletos e banners que possam ser colocados em locais estratégicos. Seja criativo para atrair as pessoas e alavancar o seu faturamento!

4. Loja de conveniência

Outro espaço do posto de combustível bem procurado no final do ano é a loja da conveniência. Isso porque a época é de festas e muita gente pode parar no seu posto para comprar bebidas, gelo ou alguns aperitivos para serem degustados durante a viagem. Então, o cuidado para manter o estoque em dia deve ser redobrado!

Além dos produtos já habituais de uma loja de conveniência, nesse período aqueles itens indispensáveis no Natal e no Ano Novo não podem faltar das prateleiras. Quais? O bom e tradicional panetone, champagne, frutas secas, peru e chester. Vale ainda criar kits ou cestas especiais de Natal para as pessoas poderem levar de presente para alguém. 

5. Invista em uma decoração atrativa

A cereja do bolo para conquistar mais clientes no final do ano é a decoração natalina. Não deixe o mês de dezembro passar em branco, como se fosse só mais um mês normal. As pessoas gostam de sentir o clima de natal nos lugares por onde passam, inclusive nos postos de combustíveis.

A dica, então, é investir em uma decoração bonita com iluminação especial, enfeites e alguns banner ou letreiro desejando boas festas. Mas, lembre-se de que uma decoração exagerada pode ficar “brega” e poluir o visual. Por isso, preze por algo mais clean e harmonioso. E não se esqueça de decorar a loja de conveniência com uma árvore de natal.

Você tem alguma dúvida ou dica extra? Conte para gente nos comentários!

Gerente de posto: conheça as funções e habilidades necessárias para a profissão

O gerente é um dos principais responsáveis pelo bom desempenho de um posto. Além de supervisionar a reposição de produtos, ele faz a gestão da equipe de frentistas e de colaboradores da loja de conveniência. Por isso, o gerente precisa dominar técnicas de administração, saber liderar e conhecer bem os combustíveis.

Para contratar um bom gerente, é preciso se atentar não só às habilidades profissionais dos candidatos, mas também às habilidades pessoais. Isso porque ele vai precisar construir uma relação de confiança com os colaboradores, clientes e com o proprietário do posto.

Confira algumas das principais funções desempenhadas por um gerente e saiba quais são as habilidades que ele precisa ter para garantir o bom funcionamento do estabelecimento.

Braço direito do proprietário

Além de ser um profissional capacitado e treinado, o gerente precisa ser alguém de extrema confiança, pois ele deve atuar como braço direito do proprietário do posto, administrando e cuidando de tudo, inclusive da parte financeira. Por isso, é necessário haver uma comunicação clara e frequente entre eles.

O dono do posto e o gerente devem ter uma boa relação para que juntos consigam definir as estratégias e as metas do estabelecimento. Além disso, um bom gerente sabe a melhor forma de reportar grandes problemas e de apresentar as possíveis soluções ao seu chefe.

Aquisição de produtos de qualidade

É função do gerente garantir o bom funcionamento de todo o pátio de abastecimento, incluindo a manutenção da limpeza e o recebimento de combustível e de demais produtos. É claro que não é ele quem vai desempenhar todas essas atividades, mas ele deve saber distribuir essas funções e supervisionar como elas são desenvolvidas.

Ah, e o gerente é responsável pela qualidade dos produtos comercializados no posto. Por esse motivo, ele precisa saber escolher muito bem o fornecedor de combustíveis com o intuito principal de oferecer aos seus clientes um abastecimento de primeira e com base nas normas da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). E, em complemento, ele deve garantir que os frentistas estejam preparados para realizar testes de qualidade.

Garantia da segurança patrimonial e dos colaboradores

Infelizmente, é comum ouvirmos notícias sobre postos de gasolina sendo assaltados. Por ser um estabelecimento comercial tão vulnerável à ação de criminosos, o gerente também deve atuar para assegurar a proteção do patrimônio e dos colaboradores. Por essa razão, ele precisa verificar se os sistemas de câmeras e alarmes estão funcionando adequadamente.  

Outro cuidado é com a segurança do trabalho, ou seja, é preciso garantir que a equipe toda esteja sempre usando as roupas e os equipamentos de proteção exigidos para esse tipo de ambiente. Além disso, o gerente precisa estar ciente dos prazos de validade dos extintores e de demais medidas obrigatórias de segurança.

Administração da loja de conveniência

Em postos com loja de conveniência, o gerente também pode ser o responsável pela administração desse espaço. É ele quem se comunica com os fornecedores, garante a reposição dos estoques e se certifica de que as normas da vigilância sanitária estejam sendo seguidas.

O profissional com boas noções de marketing também vai mobilizar a equipe para decorar a loja de conveniência em datas especiais, como natal, páscoa e copa do mundo. Promoções e sorteios são outras ações que podem ser coordenadas pela gerência.

Liderança e gestão de pessoas

Um bom gerente de posto precisa ser um líder. Esta habilidade vai permitir que ele construa uma boa relação com os colaboradores, sempre motivando e unindo toda a equipe. O reflexo de uma boa gestão de pessoas é o desenvolvimento de um ambiente agradável de trabalho e a prestação de um bom atendimento aos clientes.

Vale lembrar ainda que, mesmo em um posto com profissionais de recursos humanos, o gerente precisa estar ciente e coordenar o horário de trabalho de sua equipe. Ele vai ajudar a definir, por exemplo, o quadro de folgas. Além disso, ele deve participar diretamente do processo de recrutamento de novos colaboradores.

Administração das finanças

O gerente pode ainda atuar na parte financeira do posto de combustível, fechando o caixa e efetuando o pagamento de contas e de salários. E não é só isso! Ele também pode definir o valor do combustível vendido nas bombas, levando em consideração, por exemplo, o preço da concorrência e a margem de lucro.

Como você deve imaginar, o fluxo de caixa em um posto é bastante intenso. Por isso, o gerente precisa fazer o controle das entradas e saídas pelo menos uma vez ao dia. De forma geral, ele precisa estar ciente de toda a vida financeira do estabelecimento para apresentar relatórios de lucratividade ao proprietário.

Você tem alguma dúvida sobre a profissão de gerente de postos? Deixe a sua pergunta nos comentários.

 

Selecionados Ruff: Fiat Tempra

Na década de 1990, o Tempra fez bastante sucesso no Brasil, sendo um dos sedãs médios mais comercializados no país. Além do charme e estilo semelhante ao dos carros italianos, ele conquistou o mercado nacional por causa de seu amplo espaço interno e conforto.

Tempra vem do palavra italiana “tempera”, termo que se refere a quem tem temperamento forte. Ou seja, buscava-se representar por meio do nome toda a sua potência mecânica e a imponência visual. Ao longo dos anos, o Tempra foi ganhando novas configurações e acabou tornando-se um queridinho de muitos brasileiros.

O carro de temperamento forte

Antes de chegar ao Brasil, o Tempra já fazia sucesso na Europa. Ele foi lançado na Itália em 1990 e criado para se destacar como uma atualização do Fiat Tipo. O sedã médio entrou no mercado brasileiro um ano mais tarde, chegando para competir com o Chevrolet Monza, Ford Versailles e com o Volkswagen Santana.

Produzido na fábrica de Betim, em Minas Gerais, o Tempra era quase 100% todo nacional. As principais características que fizeram dele um grande desejo de consumo dos brasileiros foram a inclinação do para-brisa e o porta-malas bastante espaçoso. Além disso, era um carro moderno e completo, incluindo ar-condicionado, direção hidráulica, rodas de liga-leve e vidros elétricos.

Por fora, o Tempra chamava bastante atenção por ser longo. Por dentro, ele não decepcionava. Além dos itens já citados, os bancos confortáveis abrigavam cinco pessoas tranquilamente, sem precisar que ficassem espremidas. Quem conhece esse automóvel, sabe que espaço era mesmo um de seus grandes diferenciais.

Tempra 16V

O ano de 1993 ficou marcado pelo lançamento do Tempra 16V, o primeiro automóvel do Brasil com motor multiválvulas. No total, eram quatro válvulas por cilindro e o motor 2.0 tinha injeção eletrônica multipoint. Para completar, ele atingia 127 cv e chegava a alcançar 200 km/h. Legal, né?

Em comparação com a versão anterior, o Tempra 16V tinha itens mais modernos e luxuosos. As rodas, por exemplo, vinham com discos de freio, além de ser possível optar pelo ABS. No interior, os compradores podiam optar por bancos de couro, check-control e CD player ao invés do toca-fitas.

Com toda a sua potência e sofisticação, o Tempra 16V era encontrado por um valor relativamente baixo, o que fazia dele um carro bastante competitivo no mercado.

Tempra Turbo e Stile

A Fiat continuou investindo no aprimoramento do Tempra e, em 1994, lançou a versão Turbo desse sedã médio. Os diferenciais dele eram seus faróis extras de longo alcance, painel remodelados e suas rodas iguais às que eram utilizadas no Uno Turbo.

Na versão duas-portas do Tempra Turbo, os motoristas contavam ainda com um motor de oito válvulas e turbina Garrett T3 165 cv. Ah, e não podemos nos esquecer da injeção eletrônica. Ele chegava a 212 km/h e tinha freios redimensionados. Essa configuração fez do Turbo um dos grandes destaques de 1995.

No ano seguinte, em 1995, a Fiat inovou mais uma vez e apresentou ao mercado nacional o Tempra Stile. Ele manteve o motor turbo e tinha como novidade quatro portas. Algum tempo depois, o Tempra Turbo foi substituído pelo Stile, carro que tinha um desenho mais esportivo e ainda mais conforto.

Ah, e vale lembrar ainda que tanto o Tempra Turbo quanto o Stile tinham rodas aro 14.

Fiat Tempra com facelift

Quando 1996 chegou, muitos já previam o fim da produção do Tempra. Mas, antes de que esse dia chegasse, a Fiat anunciou a implantação do facelift, com um sistema de faróis mais baixos e munidos de refletores duplos. Essa novidade fez com que ele tivesse uma iluminação de primeiro nível. Isso ainda incluía lanternas traseiras com uma “bolha” para a luz de ré e direção.

Depois dessa novidade, a Fiat criou novas categorias para o modelo. As versões IE/8v, Ouro/16V e Stile deram origem a SX, HLX e Turbo Stile.

Fim do Tempra e lançamento do Marea

Com o fim do Tempra já quase definido, o modelo lançado em 1998 ainda veio com alguns diferenciais na tentativa de atrair novos consumidores. Ele tinha para-choques semelhantes ao do Palio, uma grade nova, colunas pretas e suspensão dianteira com estabilizador desacoplado do braço transversal.

Apesar dessas e outras novidades, o Tempra perdeu espaço para o Marea, que chegou naquele ano como uma nova geração de Fiat médio. Além de ser mais moderno e mais potente, o Marea em sua versão simples era mais barato que o Tempra.

No final de 1988, a Fiat do Brasil produziu seu último Tempra, o que até causou certa comoção nos fãs do modelo. Em 1999, ainda era possível encontrá-lo nas concessionárias, ou seja, apesar do modelo ser 99, a fabricação era 98. Como era o último ano do Tempra no mercado, houve uma procura maior pelo veículo nas lojas.

O Marea foi comercializado no Brasil entre 1998 e 2008. No entanto, nesse dez anos de história, ele nunca chegou a ser tão popular e adorado pelos motoristas como o Tempra havia sido.

Para quem sente saudades do Tempra, é possível encontrar esse clássico ano 99 sendo revendido na faixa entre os 10 e 15 mil reais.

Qual é a sua opinião sobre o Fiat Tempra? Já teve a chance de dirigir um? Conte para gente nos comentários.

 

6 cuidados que você precisa ter com as rodas do carro

As rodas fazem toda a diferença no visual de um carro. Além de influenciarem na beleza do automóvel, elas são um dos componentes responsáveis pela estabilidade na direção. Mas, para que as rodas do carro cumpram essas e outras funções, é preciso saber bem como cuidar delas. E aqui vão algumas dicas importantes:

1. Calibre os pneus

Muita gente acaba se esquecendo de calibrar os pneus ou adiam essa tarefa até o último momento. Um dos problema disso é o fato de os pneus murchos danificarem seriamente as rodas do carro, causando deformações no aro. Por isso, a calibragem deve ser feita, no máximo, de 15 em 15 dias.

É importante checar o manual do carro para verificar a pressão recomendada e calibrar apenas quando os pneus estiverem frios. Em postos de combustível, é comum a utilização de ar comprimido enquanto algumas oficinas usam nitrogênio para a calibragem. Mas, atenção: não é recomendado misturá-los.

2. Cuidado com os buracos

Os buracos são inimigos dos veículos. Dependendo do impacto, a roda pode ser a primeira parte do carro a ser danificada. Mesmo que isso não aconteça imediatamente, passar frequentemente por buracos pode fazer com que os ângulos das rodas sofram alterações.

Quando houver esse tipo de problema, é preciso ajustar a cambagem. Ela diz respeito ao ângulo de inclinação da roda em relação à superfície, sendo responsável por distribuir o peso do carro e evitar que o pneu fique mais desgastado. Em casos de impactos mais graves, a única solução é a troca da roda.

A recomendação principal é diminuir a velocidade em vias esburacadas e ficar de olho para não cair em nenhum “buraco surpresa”. Ah, e quanto às rodas de liga leve, vale ainda evitar locais com muitas pedras, pois elas podem danificar a camada protetora de verniz.

3. Esteja sempre com a manutenção em dia

Mesmo que o seu carro não tenha passado ou caído em buracos recentemente, é importante fazer a manutenção periódica das rodas. Além da cambagem, é preciso fazer o balanceamento para garantir a durabilidade de diferentes peças do veículo.

O balanceamento também é recomendado por questões de segurança, já que a falta dele pode colocar em risco a estabilidade do automóvel. Mas, quando fazer o balanceamento? O indicado é procurar esse serviço sempre que sentir vibrações ou a cada 10 mil quilômetros rodados.

Também é preciso dar atenção especial ao cubo de roda, aquela peça que fixa e transmite a rotação às rodas. O ideal é realizar a manutenção preventiva dela a cada 20 mil quilômetros, mais ou menos. Vale lembrar ainda que fazer a lubrificação do cubo é importante para aumentar sua vida útil.

4. Não deixe a sujeira acumular 

Na hora de lavar as rodas, existem alguns cuidados a serem tomados para evitar que elas fiquem manchadas ou riscadas. A primeira dica é não deixar a sujeira se acumular por muito tempo, pois isso dificulta a limpeza e faz com que as rodas percam a aparência de novas.

Em hipótese alguma utilize produtos de limpeza derivados de petróleo como o querosene. Isso porque eles podem danificar o verniz ou a pintura. Para proteger a roda de riscos e arranhões, o melhor é passar um boa cera protetora.

Use apenas detergentes automotivos e nada de esponjas abrasivas ou escovas. O melhor mesmo é optar por uma esponja macia. E quando surgir algum dano na pintura das rodas de aço, o ideal é fazer o reparo o mais rápido possível para evitar o surgimento de ferrugem no local.

5. Faça a troca das rodas com precisão

Você sabe como deve ser feita a troca da roda do carro? A regra principal é manter o diâmetro da roda e do pneu de acordo com as originais. Isso porque o maior diâmetro do conjunto roda/pneus pode alongar a relação final de transmissão, o que vai acabar prejudicando as acelerações e o consumo de combustível.   

Quando o diâmetro do conjunto roda/pneus for menor que o necessário, o problema será o encurtamento na relação final de transmissão e, consequentemente, o aumento de ruídos nas estradas e o impacto no consumo de combustível.

Vale lembrar ainda que qualquer alteração na relação final de transmissão pode interferir no funcionamento do computador de bordo, do sistema de frenagem ABS e do sistema TCS.

6. Cuidado com o meio-fio

A boa direção também é uma prática fundamental para quem deseja conservar as rodas do carro. Quando vemos uma roda toda ralada, logo já pensamos que ela foi “vítima” de alguma barbeiragem. E o momento em que isso mais costuma acontecer é na hora de estacionar o carro.

Algumas pessoas acabam não prestando muita atenção e se aproximam demais do meio-fio, chegando a arranhar as rodas. Em casos mais bruscos, até os pneus acabam sendo cortados. Por isso, a dica é prestar bastante atenção na distância entre o carro e a calçada. Não precisa parar muito longe dela, mas também não é necessário encostar.

Você tem outras dicas ou sugestões para cuidar bem das rodas do carro? Conte nos comentários.

 

5 coisas que você precisa saber sobre abastecer carro flex

Você sabia que a maior parte dos veículos emplacados no Brasil é flex? Em 2003, o país produziu o primeiro modelo que podia ser abastecido com gasolina e etanol: um Gol com motor AP 1.6. Naquele mesmo ano, outras fabricantes passaram a investir na produção de veículos com sistema biocombustível, tornando-se um item padrão nos dias de hoje.

Embora os carros flex já estejam no mercado há mais de 15 anos, ainda existem muitos mitos sobre eles. Além disso, muita gente nos pergunta sobre a melhor forma de abastecer esses automóveis. Aliás, será que existe uma maneira ideal de abastecê-los? Para esclarecer as principais dúvidas, nós reunimos aqui as informações importantes sobre o assunto.

1. Abastecendo pela primeira vez: gasolina ou etanol?

Muita gente por aí costuma dizer que o primeiro abastecimento de um carro flex precisa ser feito com etanol. E mais: que esse combustível deve ser utilizado até o carro completar 500 km rodados. Na verdade, esse é um grande mito! O flex pode ser abastecido, desde a primeira vez, tanto com etanol quanto com gasolina.

Esse tipo de automóvel tem um sensor no escapamento: o sonda lambda. É ele o responsável por reconhecer o combustível utilizado e enviar a informação para a central eletrônica. A partir daí, o motor é ajustado automaticamente para realizar a queima do combustível sem afetar o desempenho do carro.

Então, tanto faz abastecer o carro com gasolina ou etanol!

2. Tanto faz a proporção de etanol e gasolina no tanque

Outra dúvida bastante recorrente é em relação à mistura dos combustíveis. Então, vamos esclarecer essa questão: não importa a proporção de etanol e gasolina no tanque. Você pode misturá-los da forma como bem entender e quando bem entender. Não há restrições, pois a “inteligência” da sonda lambda consegue identificar a quantidade de etanol e gasolina, configurando o motor de forma adequada.

Ah, e há ainda quem afirme que o ideal seja abastecer o automóvel com 50% de gasolina e 50% de etanol. A vantagem disso seria um ganho no desempenho do veículo e uma economia maior para o bolso. Na realidade, isso varia de carro para carro. O motorista precisa fazer essa experiência para verificar se há de fato algum benefício.

3. A regrinha dos 70% pode variar

Quando o assunto é abastecer carro flex, também fala-se muito sobre a regra dos 70%. Para economizar, muitos recomendam verificar se o preço do etanol na bomba equivale a 70% do valor da gasolina. Em caso positivo, abastecer com o combustível derivado da cana seria mais vantajoso.

Hoje em dia, essa regrinha não é tão precisa! Os motores e o etanol já não são mais os mesmos, implicando na variação entre 68 e 75%. Por isso, a dica é fazer as contas! Como? Abasteça com etanol e depois com gasolina e veja quantos quilômetros por litro o carro fez com cada um deles. Se a diferença no consumo for menor ou maior do que 30%, a regrinha dos 70% não é a ideal para você. Nesse caso, vai ser preciso ajustar a porcentagem.

4. O carro poderá precisar de gasolina no inverno

Em dias de baixa temperatura, quando o carro estiver abastecido com etanol, é importante haver gasolina no tanquinho de partida a frio. Sem isso, vai ser difícil fazer o carro funcionar. Lembre-se de que a gasolina não pode estar envelhecida, pois, se estiver, você vai ter problemas para conseguir sair com o carro.

Uma sugestão para a época do frio é sempre manter o tanque com, pelo menos, 10% de gasolina. Isso vai ajudar na hora da partida! A boa notícia é que os automóveis flex mais modernos contam com uma injeção direta de combustível capaz de aquecer o etanol nos dias em que estiver fazendo frio.

5. Etanol e gasolina têm níveis diferentes de poluição

Em comparação com a gasolina, o etanol é um combustível menos poluente. Isso porque ele tem um nível de carbono reduzido, o que equivale a, mais ou menos, 1/3 do da gasolina. Além disso, o etanol não costuma contribuir para a formação de depósitos de carboníferos na câmara de combustão, ou seja, não há o acúmulo de resíduos. É por isso que, geralmente, ele não precisa de aditivos.

Você tem alguma dúvida sobre o abastecimento de carro flex? Deixe a sua questão nos comentários!

 

Busque no blog: