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Mito ou verdade: andar em ponto morto economiza combustível

Uma prática popular entre muitos motoristas, apesar de não ser segura, é de conduzir o veículo em ponto morto, ou a famosa “banguela”, em declives para economizar combustível. Contudo, será que esse método é de fato eficiente?

Embora haja uma crença popular de que há economia de combustível com essa prática, esse é um mito que traz riscos ao motorista e a todos à sua volta, já que quando conduzimos o veículo em ponto morto, a comunicação entre a roda e o motor fica parada, diminuindo o controle sobre a direção.

Ao contrário do que se acredita, essa prática pode consumir mais combustível ainda. Isso acontece porque quando o carro está em ponto morto, o sistema “cut-off” entende que há necessidade de mais combustível na aceleração do carro. Mesmo que o carro esteja em movimento, a injeção eletrônica indica ao computador do veículo que há necessidade de envio de combustível, independentemente do ponto morto.

Se a intenção é economizar, o mais indicado é não utilizar esse método: conduzir o veículo “na banguela” é uma infração de trânsito grave e pode custar 4 pontos e R$85 na carteira do motorista.

 

Outras desvantagens de conduzir o veículo em ponto morto

Além de estar sujeito a multa e ter problemas de controle do carro, o motorista que utiliza a técnica da “banguela” pode causar diversos danos ao seu veículo.

O sistema de freio pode falhar por conta da falta de força do motor para auxiliá-lo, que causa superaquecimento e sobrecarga.

Também há risco de complicações de câmbio, que pode ser travado em razão de falta de lubrificação da caixa de marchas.

Dicas para manter os funcionários do seu posto sempre motivados

Gerir um posto de gasolina tem suas dificuldades, afinal, este é um dos setores mais movimentados e é diretamente afetado pelas mudanças na economia local. Além disso, é preciso zelar pelos funcionários a fim de garantir sempre o melhor desempenho da equipe na hora do atendimento aos clientes.

Existem técnicas para trabalhar com a parte humana do negócio, e hoje aproveitamos para sugerir algumas dessas estratégias para você, gestor.

 

Treinamentos e assistência pessoal

Ter um profissional da área para palestrar e instruir a equipe é sempre uma boa maneira de ajudar os funcionários, além da inclusão de técnicas e equipamentos modernos para que eles os operem. Ter um setor de RH sólido também contribui para a segurança e o bem-estar de cada colaborador.

 

Benefícios e bonificações

É obrigação de toda empresa dar aos seus funcionários os benefícios previstos por lei, mas incluir algo diferenciado com certeza será um ponto positivo na cabeça dos empregados. Brindes, bônus e até mesmo uma comissão maior no pagamento garante a motivação extra de cada um.

 

Eventos internos

Por que não fazer um jantar ou uma simples confraternização ao final de todo mês? Além de ser uma boa ferramenta para reconhecer o trabalho bem feito, é uma forma de aproximar a equipe e garantir melhores relacionamentos. Comes e bebes nunca são de mais.

 

Promoções

Escalar a hierarquia de onde trabalha é o objetivo de grande parte das pessoas inclusas no mercado de trabalho, e nos postos de combustível não é diferente. Deixar em aberto um plano de carreira vai empenhar cada peça a trabalhar com mais afinco e, quem sabe, buscar cargos mais altos.

 

Relação empregador-empregado

É tarefa de todo administrador conhecer a sua equipe e conviver no meio dela. Esse é o caminho mais fácil para unir todos os envolvidos e fazer com que cada um se sinta parte da empresa, e convenhamos: é um sentimento muito bom ser amigo do chefe.

Selecionados Ruff: Ford Corcel

Durante muitos anos um dos carros mais populares no Brasil, o Corcel foi um dos investimentos mais certeiros da Ford até hoje no país. A montadora estadunidense produziu os modelos do veículo durante 18 anos, mudando a fórmula algumas vezes durante o processo, como, por exemplo, a transição do formato sedã para o coupé.

Apesar de seguir o estilo dos automóveis da época, o Corcel agradou muito o público pelo seu design e acabamento, além do espaço interno. Depois de já estabelecido no mercado, o foco da Ford passou a ser transformar sua criação e um veículo de passeio e investir na esportividade, o que gerou novas versões nos anos seguintes.

Até 1986, chegaram ao mercado cinco modelos. Confira abaixo um pouco mais sobre cada um:

Corcel

O modelo inicial chegou agradando com seu desenho ao mesmo tempo compacto e espaçoso, com quatro portas e com um tom de modernidade dado pela criadora.

Corcel GT

Como o próprio nome já prevê, deu-se ao Corcel um aspecto mais esportivo com melhorias no motor, uma faixa característica no capô e a inclusão do revestimento de vinil no teto. Durante testes em Interlagos, o então piloto Emerson Fittipaldi chegou a atingir 142 km/h com a máquina, prova de que o aumento de 68 para 80 cv deu resultado.

Corcel Bino

A Bino Automóveis teve uma parceria com a Ford e implementou o chamado “Kit Bino” no Corcel, o que incluiu, além de modificações pontuais no motor, faróis de milha, um novo painel, volante mais esportivo, console no teto, vidros verdes, rodas de magnésio, novos emblemas, pomo do câmbio e até chaveiros personalizados.

Corcel GTXP

Uma evolução do GT, esse modelo trazia faróis de longo alcance e um capô preto fosco, mas a principal novidade era o motor 1.4, mais capaz do que o 1.3 dos antecessores.

Corcel II

No fim de 1977, chegou ao mercado a segunda geração do veículo, desta vez com motor 1.6. Apesar das constantes novidades e inovações, a concorrência de rivais como Monza e Passat abreviou a presença do Corcel entre os mais queridos do público, mas mesmo assim foram quase 20 anos de sucesso.

Você teve a oportunidade de sentar ao volante de algum desses? Conte para nós!

 

 

 

 

 

 

AMG GT R, o Inferno Verde da Mercedes Benz

Revelado em junho de 2016 no Festival da Velocidade de Goodword (Inglaterra) e oficialmente lançado em setembro do mesmo ano no Salão do Automóvel de Paris, o Mercedes AMG GT R chegou causando furor e impondo respeito. O seu apelido, “Green Hell”, retirado do nome criado por Jackie Stewart para designar o circuito de Nurburgring (Alemanha), é bem adequado: seu motor 4.0 V8 com potência de 593 cv permite que ele acelere até 100 km/h em 3,6 segundos e chegue a 318 km/h.

A inspiração nas pistas de corrida vai muito além do nome. Suas linhas aerodinâmicas, suspensão modificada, as grandes grelhas na dianteira para refrigeração do sistema e o difusor traseiro duplo garantem uma alta aderência à pista, enquanto a grande asa traseira garante estabilidade nas curvas de alta velocidade. Além disso, largos para-lamas feitos em fibra de carbono, dupla embreagem com sete velocidades e tração traseira fazem do AMG GT R um veículo único, que leva a performance ao máximo sem descuidar do conforto e da solidez.

A estética, por sua vez, também não deixa a desejar. Com um painel frontal inspirado nos carros de corrida da década de 1950, as linhas do veículo são elegantes, mas ainda assim agressivas. Não é um carro pensado para ser discreto: sua linha principal é pintada num marcante tom de verde (inspirado obviamente pelo nome da linha e pelo seu conceito), contrastando com as grandes rodas pretas de aro cinza. Sua estrutura, curiosamente, é mais enxuta que a de outros veículos da mesma linha (ele pesa 75 kg a menos que os seus semelhantes da série GT S).

Sua vocação para as pistas foi testada e aprovada em diversos testes, inclusive na própria pista que o batizou. Recordista de velocidade no circuito de Nurburgring, ele completou a volta na pista em 7 minutos e 10,9 segundos, tornando-se assim o carro mais rápido de tração traseira a completar o circuito (superando inclusive o modelo que o antecedeu, Mercedes GT S, que é totalmente pensado como um carro de corrida, diferente da série GT R, mais adaptada ao uso do dia-a-dia).

Para quem quiser levar esse veículo para casa, o preço é salgado: as 15 unidades trazidas ao Brasil e apresentadas na 11ª Mercedes-Benz Top Night têm valor sugerido de R$ 1,2 milhão. E aí, você sairia por aí dirigindo um carro desses?

Como um frentista bem treinado faz a diferença na fidelização do seu posto?

O frentista é o contato mais imediato dos clientes com os produtos e serviços oferecidos pelos postos de combustível. É ele quem tem o contato mais direto com o público, presta serviços e dá aos clientes uma impressão que se estende ao estabelecimento como um todo. Por isso, é muito importante que esse profissional seja bem preparado para aumentar a produtividade e tornar o fluxo de trabalho mais eficiente e rápido. Selecionamos algumas dicas para treinar esses profissionais.

 

Atendimento aos clientes

O frentista faz o contato direto e imediato com o cliente, então, é necessário que ele consiga lidar com o público da melhor forma possível. Um profissional solícito, prestativo, simpático e ágil no atendimento projeta essa imagem também sobre a empresa pela qual atua. É interessante investir em cursos e workshops de formação para atender o público e criar uma cultura dentro da empresa sobre a forma com a qual se deve lidar com a clientela.

 

Solução de problemas

Quando se lida com o público, reclamações e problemas são uma realidade. É preciso, então, que os profissionais estejam preparados para contornar rapidamente pequenas crises e conflitos para que os clientes fiquem satisfeitos e não haja perda na qualidade do trabalho, sem que seja necessário recorrer constantemente à gerência. Preparar os funcionários para as situações problemáticas mais comuns agiliza o trabalho e demonstra eficácia e agilidade.

 

Segurança

É imprescindível que os funcionários dos postos de combustíveis saibam executar suas funções da forma mais segura e livre de riscos possível. Os frentistas devem ser constantemente atualizados nos regulamentos e legislações de segurança, no uso de equipamentos de proteção e em procedimentos em caso de acidentes. Uma sugestão para isso é convidar técnicos em segurança do trabalho para realizar oficinas e treinamentos com os funcionários para explicar a importância das regras de segurança.

 

Finanças

Como o frentista é o profissional que faz as cobranças diretamente aos clientes, é crucial que ele tenha boas noções no ramo, seja para o cálculo de troco, saber todas as formas de pagamento aceitas pelo estabelecimento ou para divulgar promoções e descontos que estejam sendo oferecidos. Cabe ao frentista manter o cliente sempre informado. Além disso, é necessário que ele saiba registrar os pagamentos devidamente e de forma ágil e precisa. Essa é uma habilidade que também deve ser constantemente aprimorada, treinada e reciclada.

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