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Como abrir um posto de gasolina? 6 dicas imperdíveis

Com o aumento de automóveis circulando pelas cidades do país, abrir um posto de gasolina pode ser uma ideia muito boa para quem deseja investir em um novo negócio. Porém, para que o empreendimento se torne um sucesso, é fundamental ter informações claras sobre tudo que deverá ser providenciado antes de colocar seu plano em ação.

Baseados nisso, reunimos nesse artigo 6 dicas indispensáveis para a inauguração perfeita de um posto de combustíveis, desde a localização ideal, escolha de uma bandeira, até as questões legais. Aproveite o conteúdo e tire suas dúvidas!

1. Entenda o mercado

Assim como em qualquer outro ramo de atuação, o empresário que pretende abrir um novo negócio no setor de combustíveis precisa estudar muito bem o mercado antes de iniciar suas atividades e também manter-se atualizado às novas informações que surgirem ao longo do tempo.

Por isso, é fundamental que alguns fatores sejam estudados inicialmente, como, por exemplo o público que irá atender, seus concorrentes, os valores que poderão ser cobrados e, principalmente, os dados e as perspectivas econômicas deste segmento no país.

Assim, você estará pronto para implantar ótimas estratégias, se destacar em relação à concorrência, oferecer produtos exclusivos em sua loja de conveniência ou, até mesmo, disponibilizar serviços que ainda não são oferecidos na região. Afinal, por mais que a procura por combustíveis seja alta, existem diversos postos espalhados pelo Brasil e você precisará fazer a diferença para fidelizar seus clientes.

2. Escolha a melhor opção de bandeira

Sobre as bandeiras, atualmente, você pode optar por dois caminhos antes de abrir um posto de gasolina: escolher pela bandeira branca ou adotar uma exclusiva de alguma distribuidora.

Na primeira opção, você terá que arcar com todos os gastos na construção do seu empreendimento, porém terá flexibilidade para escolher um fornecedor que irá realizar o abastecimento das suas bombas de combustíveis.

Já ao adotar uma bandeira específica, os custos (parciais ou totais) de montagem e manutenção do seu negócio será subsidiado pela distribuidora e, com isso, ela ganhará exclusividade para fornecer a gasolina, o álcool e o diesel comercializados em seu posto.

Vale destacar que ao escolher essa opção, você terá uma segurança maior com relação à qualidade do combustível oferecido aos seus clientes e também poderá prever oscilações nos preços praticados.

3. Defina a localização ideal

Sabemos que o principal objetivo de um proprietário de posto de gasolina é ver seu estabelecimento cheio de clientes, afinal, isso é o que garante o sucesso desse tipo de negócio.

Mas, para que isso aconteça, é fundamental que ele esteja instalado em uma boa localização — próximo a pontos movimentados e bem iluminados da cidade —, que tenha placas com fácil visualização e que os motoristas consigam acessá-lo com segurança, sem que seja preciso alterar drasticamente o seu trajeto.

Uma vantagem desse segmento é que quando não há um valor alto para ser investido em regiões centrais ou avenidas e ruas com um maior fluxo de veículos, você pode apostar em locais estratégicos dentro dos bairros, já que esse é um produto com alta procura em praticamente todos os lugares.

Ainda, depois de definir este item, é importante verificar junto à prefeitura se a área escolhida é apropriada para a construção de um posto de combustível.

4. Conheça as leis para abrir um posto de gasolina

Agora, sobre as leis obrigatórias para abrir um posto de gasolina, você deverá cadastrar o seu posto na Secretária da Receita Federal, Secretária Estadual da Fazenda, obter o alvará de funcionamento na Prefeitura Municipal e no Corpo de Bombeiros, e realizar os devidos procedimentos na Caixa Econômica Federal e nos sindicatos.

Além disso, é imprescindível estar de acordo com as leis do Conselho Nacional do Meio Ambiente, as normas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biodiesel e com toda a legislação e exigências estaduais e municipais que regulamentam a atividade dos postos de combustíveis.

5. Construa uma boa estrutura

Para montar uma estrutura impecável para o seu estabelecimento você deve ter em mente que existem instalações externas, subterrâneas e adicionais a serem feitas.

As instalações externas abrangem toda a área de circulação dos veículos, como o espaço reservado para a entrada, manobra e saída dos carros, a cobertura do posto, as bombas de combustíveis e o local destinado ao caixa.

Já as subterrâneas configuram os tanques para armazenamento de combustíveis instalados abaixo do comércio, que devem ser colocados da maneira mais segura possível, devido à periculosidade do material.

E as instalações adicionais são aquelas que não estão ligadas diretamente à venda do produto, mas que mantém o posto funcionando. São elas: adoção de sistemas de segurança, montagem de uma loja de conveniência e equipamentos para oferecer serviços de borracharia, mecânica, lava rápido, entre outros.

Vale ressaltar que para manter essa estrutura é necessário realizar manutenções continuamente e, assim, prevenir danos, acidentes e desgastes naturais.

6. Tenha uma equipe eficiente

Uma verdade é clara: um atendimento de qualidade pode fidelizar mais clientes do que preços baixos. Pois, no momento que não houver promoções no mercado, o cliente que teve uma experiência positiva vai optar por voltar outras vezes ao seu estabelecimento e, ainda, irá indicá-lo para pessoas conhecidas.

Por isso, é essencial treinar a sua equipe para que ela desenvolva habilidades de atendimento, conhecimento específico sobre o setor de combustíveis e, no caso dos frentistas, capacidade para fazer reparos mecânicos básicos.

Após seguir essas instruções, abrir um posto de gasolina será uma tarefa muito mais simples e você terá bons frutos com o seu novo negócio. Conte com a Ruff para colocá-las em prática. Ficou alguma dúvida? Deixe sua mensagem nos comentários. 

5 dicas para organizar uma loja de conveniência

A organização de qualquer estabelecimento é importante para atrair consumidores, despertar desejos por determinados produtos e incentivar as compras. Além disso, as pessoas têm a tendência de se tornarem fiéis às empresas que satisfazem as suas expectativas. Então, por que não ir além e conquistar de vez esses clientes?  Aproveite as nossas dicas e lucre mais com uma loja de conveniência estratégica.

Já falamos sobre o potencial que uma loja de conveniência tem para aumentar o fluxo de pessoas e os lucros dos postos de combustíveis. Agora, vamos apresentar ideias para organizá-la de maneira tática.

1. Conceito

Antes de mais nada, você já definiu o seu público-alvo e o valor que você quer transmitir por meio de sua loja? Não pule esta etapa! Conhecer os potenciais clientes é indispensável para entender as necessidades deles e oferecer as melhores soluções. Você terá consumidores satisfeitos e dispostos a fazer novas compras.

Tendo em mente a imagem de negócio que você quer transmitir, será possível pensar na decoração, na ambientação da sua loja, em uma nova fachada, vitrine e definir os produtos relevantes para o seu público.

2. Espaço

Um layout bem planejado aumenta a eficiência do autosserviço e o tempo de permanência dos clientes na loja. A disposição das gôndolas, prateleiras e freezers deve ser confortável e facilitar o processo de compra – um corredor apertado é um exemplo do que deve ser evitado. É preciso induzir os consumidores a percorrerem um longo caminho, fazendo-os passar pelo maior número de produtos possíveis.

E que tal aproveitar o fundo da loja para organizar os itens mais procurados? Essa é uma maneira de forçar a circulação por toda a loja. Afinal, as pessoas terão que percorrer os corredores inteiros para encontrar o que procuram e, no caminho, por “coincidência”, elas poderão se interessar por outros produtos ou promoções que antes nem iriam ser considerados durante a compra.

Você também deve analisar o fluxo dos seus clientes dentro da loja. Essa observação te ajudará a definir onde eles normalmente passam e onde há uma menor movimentação. Depois de conhecer os pontos quentes e frios do seu estabelecimento, é hora de otimizá-los!

3. Apresentação

Separar os produtos por departamento é uma forma eficiente de organizar a sua loja de conveniência. E que tal facilitar o entendimento dos clientes utilizando placas ou cores? Simplifique e traga soluções para os problemas dos consumidores. Indique onde estão os principais grupos de produtos e marcas, e não se esqueça de sinalizar as promoções.

Os itens de maior destaque devem ser colocados na altura da visão ou em regiões de fácil alcance das mãos. Não se esqueça de que muitas pessoas vão às compras com crianças e elas também são consumidoras. Portanto, os produtos interessantes para o público infantil, como salgadinhos e bolachas, devem estar dispostos nas prateleiras mais baixas.

Ainda sobre este assunto, é possível influenciar a compra de um produto através de outro com sinergia de consumo. Por isso, vale organizar alguns produtos próximos a outros complementares, como é o caso das escovas de dente e dos cremes dentais.

4. Informações

Mantenha os rótulos virados para a frente a fim de facilitar a identificação dos produtos. Outra dica é que as etiquetas de preço nunca escondam informações relevantes. Ah! E não se esqueça de manter os preços atualizados. Isso evitará constrangimentos e insatisfação dos consumidores ao finalizarem as compras no caixa.

Quando as informações estão adequadamente apresentadas, as pessoas tendem à gastar mais tempo explorando novos produtos. Esse comportamento aumenta as chances de compras de itens não planejados.

5. Cartão fidelidade

Os maiores beneficiados dos programas de fidelidade são os consumidores, como no caso dos cartõezinhos que são carimbados e, posteriormente, trocados por benefícios. Muito mais do que uma forma atrativa de conquistar novos clientes e estimular as compras, esse também é um ótimo método para coletar dados sobre os consumidores!

Não perca, portanto, a oportunidade de solicitar informações básicas como e-mail, idade e escolaridade para associá-las aos produtos que estão sendo adquiridos e aos horários de compra, por exemplo. Você também pode aproveitar os contatos para enviar informações e promoções que sejam relevantes e atraentes para o perfil de cada consumidor.

A Ruff

Nós transformamos a nossa marca para aumentar as possibilidades de vendas e lucros para você. Já -conheceu a nova identidade visual da Ruff? Modéstia à parte, ficou maravilhosa. Com ela, a sua loja será muito mais moderna e atrativa para os seus consumidores. Nós oferecemos ainda todo o apoio necessário para otimizar o gerenciamento do seu estabelecimento sem dores de cabeça.

Se você quer alavancar as vendas da sua loja de conveniência, tem muita coisa para colocar em prática! Essas foram as nossas dicas de ouro. Gostou? Deixe um comentário pra gente saber.

10 dicas para escolher o melhor fornecedor de combustível

Atentar-se à qualidade do combustível adquirido é primordial. Existem diversos fornecedores no mercado e o desafio maior é saber identificar quais deles executam, de fato, um trabalho confiável e baseado em rigorosos padrões de qualidade e segurança.

Pensando nisso, nós separamos algumas dicas que vão te ajudar a escolher o melhor fornecedor de combustível. Confira!

Priorize garantias de qualidade e segurança

O primeiro ponto ao qual você deve se atentar na hora de analisar possíveis fornecedores de combustível para um posto é a qualidade. Além de levantar informações para saber se a empresa cumpre as normas de qualidade e de segurança da ANP, órgão regulador do segmento.

É possível examinar algumas propriedades do combustível distribuído a olho nu mesmo. No entanto, o mais indicado é realizar ou ter acesso a dados de testes de laboratório que indiquem a composição do produto. Vale lembrar ainda da importância de verificar se os lacres de segurança da carga chegam aos postos nos padrões estabelecidos por lei.  

Por fim, não se esqueça de observar se a distribuidora de combustível tem certificações nacionais e internacional de segurança e qualidade, como as emitidas pela ISO.

Análise a reputação da empresa

Antes de fechar pareceria com um fornecedor de combustível, faça uma busca online utilizando sites como o Google para descobrir qual é a imagem dessa empresa na internet. Além disso, faça uma pesquisa de mercado para averiguar quem são os clientes da distribuidora que você está analisando. Com essa informação, vai ser possível averiguar como tem sido a experiência desses postos, e mesmo dos consumidores, em relação aos produtos e serviços contratados.

Verifique preços e prazos

Esses dois outros pontos são muito importantes e devem ser levados em consideração. Se você desconfiar que o valor cobrado pelo serviço de distribuição de combustível está muito abaixo da realidade do mercado, redobre a atenção! No caso de suspeitar que a empresa esteja impondo preços exorbitantes, faça uma pesquisa e consulte o órgão regulador para esclarecer a situação.

Para evitar atrasos e transtornos no reabastecimento do posto, fique atento ainda aos prazos estipulados pelo fornecedor. Vale ainda verificar qual é a distância entre o ponto de distribuição mais próximo e o seu estabelecimento, além de se certificar de que a empresa conta com uma frota eficiente.

Procure um fornecedor que ofereça uma variedade de produtos

Se o seu posto vende produtos variados, o melhor a se fazer é centralizar todo o serviço de fornecimento para tornar o processo mais prático e ágil. E nunca é demais lembrar que é preciso se certificar do processo de controle de qualidade utilizado no armazenamento e distribuição dos produtos. 

A Ruff, por exemplo, oferece uma gama extensa de combustíveis aos clientes, incluindo gasolina comum, gasolina aditivada, diesel S500 comum, diesel S500 aditivado, diesel S10 comum, diesel S10 aditivado e etanol.

Não se esqueça dos cuidados com o meio ambiente

O fornecedor de combustível que você tem em vista se preocupa com o meio ambiente? Antes de fechar negócio, verifique se a atuação da empresa está de acordo com todas as normas ambientais. Você pode ainda observar se a distribuidora apoia ações socioambientais e se há informações no site dela sobre a destinação de resíduos e os processos sustentáveis de atuação.

Atentar-se a esse quesito é fundamental porque, além de ser importante para o equilíbrio e manutenção do ecossistema, também evita que o seu posto seja atuado e até fechado por comercializar produtos que desrespeitem as resoluções ambientais. 

Investimento em tecnologia avançada

As distribuidoras de combustível que você está analisando investem em tecnologia para aprimorar a eficiência dos serviços prestados? É importante que, além de oferecer produtos de qualidade e com segurança, o seu fornecedor tenha à disposição uma infraestrutura completa e moderna.

O processo de carregamento, por exemplo, precisa de um sistema de automação para acompanhar todo o procedimento logístico. Já os equipamentos, precisam ser modernos para garantir a eficácia do controle técnico e operacional.

Procure uma distribuidora com atendimento diferenciado

Pergunte ao fornecedor de combustível quais são os diferenciais dele. Uma distribuidora de excelência também oferece vantagens aos seus clientes. Geralmente, são soluções ou atividades extras voltadas para o desenvolvimento dos postos e de seus colaboradores.

A Ruff, por exemplo, disponibiliza uma assessoria exclusiva aos seus parceiros com o intuito de esclarecer dúvidas e fornecer treinamentos técnicos a gerentes e frentistas. Além disso, colocamos à disposição dos clientes um veículo de controle de qualidade equipado com laboratório para análise de combustíveis.

Você tem alguma dúvida sobre como escolher o melhor fornecedor de combustível? Conte nos comentários.

Selecionados Ruff: Chevrolet Opala

Em 1968, a Chevrolet lançou o Opala, primeiro carro de passeio fabricado pela empresa no Brasil. Até então, a montadora norte-americana só havia trabalhado com caminhões e utilitários no país. O carro chegou ao mercado para se tornar um automóvel referência em luxo e eficiência mecânica. Hoje, esse carrão é uma verdadeira relíquia. 

Nesta matéria, nós contamos para você sobre a história desse clássico da GM!

Uma breve história do Opala

O Opala foi desenvolvido com base em uma mistura entro o carro alemão Opel Rekord e o grande clássico norte-americano Impala. A fusão entre esses dois modelos não só deu origem a um automóvel de sucesso, como também influenciou na definição do nome do veículo: Opala = Opel + Impala.

Grande lançamento no Brasil

O grande lançamento do Chevrolet Opala em terras brasileiras foi realizado em 1968, no VI Salão do Automóvel de São Paulo. Exposto sobre um palco giratório, o novo modelo da GM, disponível nas versões standard e luxo, chamou a atenção do público por conta de sua carroceria imponente com quatro portas.

E sabe por que a estreia do Opala no Brasil foi tão significativa para a Chevrolet? Pelo fato de, até então, a montadora ter produzido apenas caminhões e utilitários em suas fábricas instaladas no país.

O Opala tornou-se, rapidamente, um nome conhecido no Brasil. Isso porque o carro ganhou as telinhas da TV em comerciais estrelados por grandes personalidades da época, como o cantor Jair Rodrigues, a atriz Tônia Carrero e o jogador Rivelino. Ao redor do mundo, o Opala foi divulgado por misses e por Stirling Moss, piloto inglês de Fórmula 1.

Além de ser um carro de passeio, ele também fez parte da frota da polícia. Hoje, ele ainda pode ser visto nas ruas em raras aparições ou exposto como artigo de coleção.

As principais versões

Standard

Logo em sua estreia no Brasil, o Opala esteve disponível em duas versões: Standard e Luxo. O modelo padrão, que passou a ser chamado de Especial a partir de 1971, tinha um acabamento mais simples e, consequentemente, custava menos. Ele foi comercializado com um motor de quatro cilindros 2500 e freios a tambor. O motor com seis cilindros 3800 também era uma opção.

Depois de 1980, houve uma mudança nas nomenclaturas. O Opala básico foi chamado apenas de Opala e, em 1985, ganhou o nome de Opala L. Pouco tempo depois, em 1988, o automóvel da GM foi rebatizado com base nas variações do Monza.

Luxo e Gran Luxo

A versão mais refinada do Opala contava com acabamentos cromados, podendo ser comprado com configurações diferenciadas, que incluíam teto de vinil, freios a disco e motor 3800. Mas, existia um modelo ainda superior: o Gran Luxo. Ele podia ser encontrado com motor de quatro cilindros 2500 ou seis cilindros 3800.

Diplomata

Em 1979, a versão Diplomata chegou ao mercado para marcar época. Além do luxo extra em relação à Caravan, o modelo se destacou por conta de seus detalhes diferenciados, como os faróis, ar-condicionado, toca-fitas, direção hidráulica e motor de 6 cilindros.

O que impressionava bastante no Diplomata era o seu conforto. Com a reestilização do interior do automóvel, ele passou a contar com vidros, travas e retrovisores elétricos. E não para por aí! Os motoristas ainda dispunham de facilidades como desembaçador traseiro. Como você pode perceber, o Diplomata foi a versão mais completa da linha.

Fim da produção e ascensão do Omega

Em abril de 1992, o Opala atingiu a marca de 1 milhão de unidades vendidas. Apesar da conquista, poucos meses depois, em julho, a GM do Brasil deixou de fabricá-lo.

Um dos motivos que impulsionou a decisão foi a abertura do mercado nacional e a entrada de modelos importados. Com a dificuldade de competir com esses automóveis, o Opala saiu de cena e a GM investiu no lançamento do Omega. Apesar de já estar há tanto tempo fora do mercado, ele continua sendo a grande paixão de muitos motoristas.

Você já teve ou desejou ter um Opala? Conte pra gente nos comentários.

Descubra como é feita a armazenagem de combustível nas bases

Um ponto decisivo na cadeia de combustíveis é a armazenagem dos produtos. Esta é uma importante etapa que garantirá a qualidade final da mercadoria para os postos e consumidores finais. Além disso, ela é capaz de reduzir os custos e aumentar a eficiência da logística. Ficou curioso para saber como é feita a armazenagem de combustível? Então,confira a matéria!

Caminho

Primeiro, vamos entender o fluxo da gasolina e do diesel. O início do ciclo acontece nos campos de petróleoe, a partir deles, há a extração e o transporte para as refinarias. O próximo destino são os tanques de armazenagem das distribuidoras. Para chegar neles, os combustíveis são transferidos das refinarias por modal dutoviário, rodoviário ou aquaviário.

Já quando o assunto é o etanol, a diferença está na matéria-prima e na síntese. A produção desse combustível é realizada em usinas.

Armazenagem de combustíveis

Os estoques desses produtos envolvem diversos estudos a fim de desenvolver tecnologias capazes de proporcionar a segurança e a manutenção da qualidade dos combustíveis. Se quiser saber por que você deve se preocupar com o combustível que abastece o seu veículo, clique aqui.

Outro ponto que não deve ser esquecido é a regulamentação necessária para oferecer os serviços conforme as leis (falaremos disso mais para frente). As distribuidoras também devem estar atentas ao manuseio e aos prazos de validade dos combustíveis, além de realizar a limpeza adequada das instalações e se preocupar com fatores externos como, por exemplo, o controle da temperatura e da exposição à luz.

A manutenção da infraestrutura é uma atividade complexa e específica. Por isso, necessita de profissionais qualificados e atentos para evitarem-se acidentes. Estes são mais propensos a acontecer, devido tamanho de algumas instalações e riqueza de detalhes que as operações relacionadas exigem.

Padronização

Realizar um planejamento estratégico e padronizá-lo é uma forma de reduzir incidentes e eliminar possíveis problemas previamente detectados. Essa medida favorece a produtividade e a segurança dos trabalhadores. As distribuidoras devem realizar um checklist de inspeção não só dentro das suas propriedades, mas também nos veículos, motoristas e documentos inseridos no ciclo dos combustíveis.

Tudo deve ser bem sinalizado, transparente e eficiente para facilitar e agilizar os processos.Essas questões ainda beneficiam a comunicação individual e entre colaboradores, reduzindo os riscos relacionados aos desentendimentosevitáveis.

Principais normas e regras

Como mencionamos anteriormente, para estar em conformidade com as leis, a armazenagem de combustível deve cumprir diversos requisitos definidos na legislação. Esses itens são importantes para a preservação do meio ambiente e para as pessoas que vivem nas redondezas. E ainda contribuem para um local de trabalho mais favorável a saúde. Confira as principais leis:

- Norma Regulamentadora 20: esta normatrata dos requisitos mínimos para a segurança e saúde dos trabalhadores, relacionados aos riscos dos produtos inflamáveis e combustíveis líquidos;

- Resolução ANP 41: diz respeito à atividade de revenda dos combustíveis;

- Resolução CONAMA n° 273: refere-se aos riscos ambientais relacionados ao serviço;

- Lei 9.605: para proteção do meio ambiente e punição dos crimes ambientais;

- Normas técnicas da ABNT: regram os procedimentos para o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis.

Meio ambiente

Os combustíveis são potenciais poluidores da natureza, geradores de gases e provocadores de acidentes. Assim, qualquer distribuidora está sujeita a ter vazamento de produtos e sofrer as consequências desse imprevisto. Por isso, é importante que as empresas cumpram as leis e, mais do que isso, tenham consciência dos seus atos para o ecossistema.

É importante fazer a gestão ambiental para economizar recursos e reduzir os impactos para o meio ambiente. E da mesma forma é preciso gerir os riscos relacionados às atividades que compõe a armazenagem de combustível. Conhecer os potenciais pontos problemáticos é indispensável para definir e estabelecer planos assertivos em caso de acidentes.

A manutenção e a inspeção também são indiscutíveis para minimizar as chances de casualidades, contaminação de corpos d’água, solo e ar, incêndios, explosões etc.

Bases da Ruff

A Ruff possui três bases de armazenamento, sendo duas no interior de São Paulo, nas cidades de Paulínia e Ribeirão Preto, e outra na cidade de Careaçú, no sul de Minas Gerais. Ambas contam com um rigoroso controle técnico e operacional. A tecnologia permite que softwares de gestão sejam aliados estratégicos, que viabilizam o monitoramento das movimentações dos produtos, fatores de correção, saldos e outras informações significativas.

Um exemplo de tecnologia utilizada na rotina dos procedimentos é o SmartCard de automação no carregamento. Trata-se de um cartão com microprocessador e memória embutidos. Esses itens permitem o armazenamento de dados eletrônicos de forma segura, pois o cartão inteligente conta com sofisticados mecanismos de proteção.

Todas as bases dispõemde instalações modernas e automatizadas, que facilitam o manejo e proporcionam mais eficiência e segurança. Elas recebem os produtos diretamente da Petrobras e contam com amplos parques de tanques. Essa relação simplificadareduz o tempo de ressuprimento e determina menores custos logísticos. Além disso, aumenta a eficiência do transporte e a confiabilidade dos combustíveis.

Para garantir a qualidade dos produtos, a infraestrutura tem o suporte de um laboratório autorizado pela ANP, que emite boletins de conformidade a fim de comprovarem a legalidade dos combustíveis. As bases também oferecem estacionamento de espera para os caminhões tanques, sala de espera e apoio para os motoristas, e salas para locação para instalações de filiais da empresa.

Os colaboradores recebem treinamentos e qualificação para operarem as modernas ferramentas de trabalho e são incentivados a trabalharem com total comprometimento. Tudo isso faz da Ruff uma opção excelente para a armazenagem de combustível e não é à toa que a empresa tem tanta confiança do mercado e credibilidade no setor.

Viu só quantas coisas compõem o serviço de armazenagem? Deixe a sua opinião nos comentários!

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