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O passo a passo completo para trocar o óleo do seu carro

Trocar o óleo do carro é um procedimento obrigatório e periódico para quem possui um automóvel, pois o material é responsável por limpar e lubrificar o motor e, ainda, garantir um bom desempenho do veículo por mais tempo.

Por isso, é importante entender quais passos devem ser seguidos ao realizar essa tarefa e aderir algumas dicas para que seja algo fácil e sem erros.

Quer saber como? Leia a matéria e tire todas as suas dúvidas!

1. Conheça as leis de trânsito

No Código de Trânsito Brasileiro existem três artigos que abordam os cuidados obrigatórios com os automóveis e os limites definidos para o estacionamento e reparos dos veículos nas vias – artigo 179, 181 e 231.

Nessas leis são estipuladas as limitações aplicadas ao trânsito e as multas definidas para aqueles que não seguem essas normas.

Entre elas, uma das mais graves, que gera multa gravíssima e ocasiona a remoção do veículo é a parada do automóvel na pista de rolamento das estradas, rodovias, vias de trânsito rápido e com acostamento, em casos de defeitos ou falhas mecênicas.

Por isso, é importante manter a manutenção correta do carro, inclusive a troca de óleo em dia.

2. Consulte o manual do carro

Outro ponto relevante antes de trocar o óleo do carro é a consulta do manual do proprietário.

Nele você encontra todas as especificações técnicas do automóvel, como o tempo que deve ser medido entre uma troca e outra, a quilometragem ideal e o tipo de óleo adequado ao modelo e ano do seu veículo. 

3. Saiba qual óleo é adequado para o veículo

Como destacado no item acima, após ler o manual, você identificará o óleo que deve ser usado.

Além disso, é importante saber que a mistura de substâncias diferentes pode danificar o funcionamento das peças e do motor do carro e que, por este motivo, é imprescindível comprar o produto indicado pelo fabricante, bem como atentar-se à base do óleo recomendada.

4. Obedeça aos prazos

Falando um pouco mais sobre as bases dos óleos utilizados nos motores dos carros, existem três tipos mais conhecidas no mercado: mineral, semissintética e sintética, e essas classificações definem os prazos que devem ser obedecidos entre as trocas.

Nos veículos que usam óleos de base mineral, por exemplo, geralmente, essa atividade deve ocorrer a cada cinco mil quilômetros, nos que utilizam óleos semissintéticos, dez mil e nos que usam o óleo sintético, vinte mil.

Ainda, é bom salientar que o motorista que não obedece esse tempo, no futuro, poderá ter gastos com possíveis falhas do motor, aumento do gasto de combustível ou, em casos graves, inutilização do automóvel.

5. Espere o motor esfriar

Agora sobre as tarefas manuais propriamente ditas, um dos passos mais importantes para a segurança de quem irá trocar o óleo do carro é o esfriamento do motor.

Em hipótese alguma, o veículo deve estar ligado e, para evitar acidentes e queimaduras, é essencial esperar no mínimo cinco minutos antes de manusear as peças.

6. Estacione o carro em locais planos

Quando o veículo está em movimento, o óleo do motor acaba sendo distribuído para a lubrificação e funcionamento das peças e, devido a isso, existem alterações na vareta de medições nesses momentos.

Portanto, é aconselhado, além do tempo de espera de cinco minutos, estacionar o carro em locais planos para que assim o nível da substância retorne à posição real e a conferência da sua quantidade seja exata.

7. Verifique o nível do óleo

Após seguir os passos anteriores, está na hora de medir o nível do óleo do automóvel.

Para isso, retire a vareta de medição e a limpe muito bem em um pano ou papel. Em seguida, coloque-a novamente no motor e depois a retire de novo. A medida real do óleo será a indicada na peça nessa hora.

Além disso, existem duas marcações que devem ser analisadas: uma na ponta da vareta, que representa o nível abaixo do mínimo, e consequente a necessidade da troca do óleo, e uma na parte superior, que indica que o material está acima da quantidade máxima e que, por isso, é necessário drená-lo.

Vale ressaltar que o mais indicado é manter o óleo entre às duas marcações.

8. Entenda sobre a textura e a cor do óleo

Algumas inverdades que, normalmente, acreditamos é a respeito da cor e da textura do óleo. Ao contrário do que muitos dizem, eles não são indicadores para a troca e sim sinais do funcionamento natural do motor.

Por exemplo, quando o óleo apresenta uma cor mais escura, quer dizer que ele está limpando e lubrificando as peças do carro de maneira efetiva, e ao identificar uma textura mais fina da substância, refere-se ao efeito normal do material ao ser aquecido.

9. Tenha um mecânico de confiança

Ainda que trocar o óleo do carro possa parecer simples, é indicado que a tarefa seja desempenhada por um profissional de sua confiança. Somente ele estará apto e terá o conhecimento e experiência adequada para realizar todas as etapas com detalhes e da forma correta.

10. Recicle o óleo

Por último, e não menos importante, você deve se certificar que o óleo retirado do seu automóvel não será descartado em qualquer lugar, e que o estabelecimento que oferece esse tipo de serviço tem um certificado emitido por coletores autorizados do material.

O Ministério do Meio Ambiente caracteriza o óleo lubrificante de motores como perigoso e com altos índices de contaminação, por isso, é essencial dar a ele o destino adequado após o seu uso.

Ao colocar em prática os 10 passos que apresentamos aqui, a troca de óleo do carro se tornará muito mais simples e fácil, além de aumentar a vida útil do seu automóvel.

Possui dúvidas sobre esse ou outros reparos em veículos? Deixe sua mensagem nos comentários!

Como abrir um posto de gasolina? 6 dicas imperdíveis

Com o aumento de automóveis circulando pelas cidades do país, abrir um posto de gasolina pode ser uma ideia muito boa para quem deseja investir em um novo negócio. Porém, para que o empreendimento se torne um sucesso, é fundamental ter informações claras sobre tudo que deverá ser providenciado antes de colocar seu plano em ação.

Baseados nisso, reunimos nesse artigo 6 dicas indispensáveis para a inauguração perfeita de um posto de combustíveis, desde a localização ideal, escolha de uma bandeira, até as questões legais. Aproveite o conteúdo e tire suas dúvidas!

1. Entenda o mercado

Assim como em qualquer outro ramo de atuação, o empresário que pretende abrir um novo negócio no setor de combustíveis precisa estudar muito bem o mercado antes de iniciar suas atividades e também manter-se atualizado às novas informações que surgirem ao longo do tempo.

Por isso, é fundamental que alguns fatores sejam estudados inicialmente, como, por exemplo o público que irá atender, seus concorrentes, os valores que poderão ser cobrados e, principalmente, os dados e as perspectivas econômicas deste segmento no país.

Assim, você estará pronto para implantar ótimas estratégias, se destacar em relação à concorrência, oferecer produtos exclusivos em sua loja de conveniência ou, até mesmo, disponibilizar serviços que ainda não são oferecidos na região. Afinal, por mais que a procura por combustíveis seja alta, existem diversos postos espalhados pelo Brasil e você precisará fazer a diferença para fidelizar seus clientes.

2. Escolha a melhor opção de bandeira

Sobre as bandeiras, atualmente, você pode optar por dois caminhos antes de abrir um posto de gasolina: escolher pela bandeira branca ou adotar uma exclusiva de alguma distribuidora.

Na primeira opção, você terá que arcar com todos os gastos na construção do seu empreendimento, porém terá flexibilidade para escolher um fornecedor que irá realizar o abastecimento das suas bombas de combustíveis.

Já ao adotar uma bandeira específica, os custos (parciais ou totais) de montagem e manutenção do seu negócio será subsidiado pela distribuidora e, com isso, ela ganhará exclusividade para fornecer a gasolina, o álcool e o diesel comercializados em seu posto.

Vale destacar que ao escolher essa opção, você terá uma segurança maior com relação à qualidade do combustível oferecido aos seus clientes e também poderá prever oscilações nos preços praticados.

3. Defina a localização ideal

Sabemos que o principal objetivo de um proprietário de posto de gasolina é ver seu estabelecimento cheio de clientes, afinal, isso é o que garante o sucesso desse tipo de negócio.

Mas, para que isso aconteça, é fundamental que ele esteja instalado em uma boa localização — próximo a pontos movimentados e bem iluminados da cidade —, que tenha placas com fácil visualização e que os motoristas consigam acessá-lo com segurança, sem que seja preciso alterar drasticamente o seu trajeto.

Uma vantagem desse segmento é que quando não há um valor alto para ser investido em regiões centrais ou avenidas e ruas com um maior fluxo de veículos, você pode apostar em locais estratégicos dentro dos bairros, já que esse é um produto com alta procura em praticamente todos os lugares.

Ainda, depois de definir este item, é importante verificar junto à prefeitura se a área escolhida é apropriada para a construção de um posto de combustível.

4. Conheça as leis para abrir um posto de gasolina

Agora, sobre as leis obrigatórias para abrir um posto de gasolina, você deverá cadastrar o seu posto na Secretária da Receita Federal, Secretária Estadual da Fazenda, obter o alvará de funcionamento na Prefeitura Municipal e no Corpo de Bombeiros, e realizar os devidos procedimentos na Caixa Econômica Federal e nos sindicatos.

Além disso, é imprescindível estar de acordo com as leis do Conselho Nacional do Meio Ambiente, as normas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biodiesel e com toda a legislação e exigências estaduais e municipais que regulamentam a atividade dos postos de combustíveis.

5. Construa uma boa estrutura

Para montar uma estrutura impecável para o seu estabelecimento você deve ter em mente que existem instalações externas, subterrâneas e adicionais a serem feitas.

As instalações externas abrangem toda a área de circulação dos veículos, como o espaço reservado para a entrada, manobra e saída dos carros, a cobertura do posto, as bombas de combustíveis e o local destinado ao caixa.

Já as subterrâneas configuram os tanques para armazenamento de combustíveis instalados abaixo do comércio, que devem ser colocados da maneira mais segura possível, devido à periculosidade do material.

E as instalações adicionais são aquelas que não estão ligadas diretamente à venda do produto, mas que mantém o posto funcionando. São elas: adoção de sistemas de segurança, montagem de uma loja de conveniência e equipamentos para oferecer serviços de borracharia, mecânica, lava rápido, entre outros.

Vale ressaltar que para manter essa estrutura é necessário realizar manutenções continuamente e, assim, prevenir danos, acidentes e desgastes naturais.

6. Tenha uma equipe eficiente

Uma verdade é clara: um atendimento de qualidade pode fidelizar mais clientes do que preços baixos. Pois, no momento que não houver promoções no mercado, o cliente que teve uma experiência positiva vai optar por voltar outras vezes ao seu estabelecimento e, ainda, irá indicá-lo para pessoas conhecidas.

Por isso, é essencial treinar a sua equipe para que ela desenvolva habilidades de atendimento, conhecimento específico sobre o setor de combustíveis e, no caso dos frentistas, capacidade para fazer reparos mecânicos básicos.

Após seguir essas instruções, abrir um posto de gasolina será uma tarefa muito mais simples e você terá bons frutos com o seu novo negócio. Conte com a Ruff para colocá-las em prática. Ficou alguma dúvida? Deixe sua mensagem nos comentários. 

5 dicas para organizar uma loja de conveniência

A organização de qualquer estabelecimento é importante para atrair consumidores, despertar desejos por determinados produtos e incentivar as compras. Além disso, as pessoas têm a tendência de se tornarem fiéis às empresas que satisfazem as suas expectativas. Então, por que não ir além e conquistar de vez esses clientes?  Aproveite as nossas dicas e lucre mais com uma loja de conveniência estratégica.

Já falamos sobre o potencial que uma loja de conveniência tem para aumentar o fluxo de pessoas e os lucros dos postos de combustíveis. Agora, vamos apresentar ideias para organizá-la de maneira tática.

1. Conceito

Antes de mais nada, você já definiu o seu público-alvo e o valor que você quer transmitir por meio de sua loja? Não pule esta etapa! Conhecer os potenciais clientes é indispensável para entender as necessidades deles e oferecer as melhores soluções. Você terá consumidores satisfeitos e dispostos a fazer novas compras.

Tendo em mente a imagem de negócio que você quer transmitir, será possível pensar na decoração, na ambientação da sua loja, em uma nova fachada, vitrine e definir os produtos relevantes para o seu público.

2. Espaço

Um layout bem planejado aumenta a eficiência do autosserviço e o tempo de permanência dos clientes na loja. A disposição das gôndolas, prateleiras e freezers deve ser confortável e facilitar o processo de compra – um corredor apertado é um exemplo do que deve ser evitado. É preciso induzir os consumidores a percorrerem um longo caminho, fazendo-os passar pelo maior número de produtos possíveis.

E que tal aproveitar o fundo da loja para organizar os itens mais procurados? Essa é uma maneira de forçar a circulação por toda a loja. Afinal, as pessoas terão que percorrer os corredores inteiros para encontrar o que procuram e, no caminho, por “coincidência”, elas poderão se interessar por outros produtos ou promoções que antes nem iriam ser considerados durante a compra.

Você também deve analisar o fluxo dos seus clientes dentro da loja. Essa observação te ajudará a definir onde eles normalmente passam e onde há uma menor movimentação. Depois de conhecer os pontos quentes e frios do seu estabelecimento, é hora de otimizá-los!

3. Apresentação

Separar os produtos por departamento é uma forma eficiente de organizar a sua loja de conveniência. E que tal facilitar o entendimento dos clientes utilizando placas ou cores? Simplifique e traga soluções para os problemas dos consumidores. Indique onde estão os principais grupos de produtos e marcas, e não se esqueça de sinalizar as promoções.

Os itens de maior destaque devem ser colocados na altura da visão ou em regiões de fácil alcance das mãos. Não se esqueça de que muitas pessoas vão às compras com crianças e elas também são consumidoras. Portanto, os produtos interessantes para o público infantil, como salgadinhos e bolachas, devem estar dispostos nas prateleiras mais baixas.

Ainda sobre este assunto, é possível influenciar a compra de um produto através de outro com sinergia de consumo. Por isso, vale organizar alguns produtos próximos a outros complementares, como é o caso das escovas de dente e dos cremes dentais.

4. Informações

Mantenha os rótulos virados para a frente a fim de facilitar a identificação dos produtos. Outra dica é que as etiquetas de preço nunca escondam informações relevantes. Ah! E não se esqueça de manter os preços atualizados. Isso evitará constrangimentos e insatisfação dos consumidores ao finalizarem as compras no caixa.

Quando as informações estão adequadamente apresentadas, as pessoas tendem à gastar mais tempo explorando novos produtos. Esse comportamento aumenta as chances de compras de itens não planejados.

5. Cartão fidelidade

Os maiores beneficiados dos programas de fidelidade são os consumidores, como no caso dos cartõezinhos que são carimbados e, posteriormente, trocados por benefícios. Muito mais do que uma forma atrativa de conquistar novos clientes e estimular as compras, esse também é um ótimo método para coletar dados sobre os consumidores!

Não perca, portanto, a oportunidade de solicitar informações básicas como e-mail, idade e escolaridade para associá-las aos produtos que estão sendo adquiridos e aos horários de compra, por exemplo. Você também pode aproveitar os contatos para enviar informações e promoções que sejam relevantes e atraentes para o perfil de cada consumidor.

A Ruff

Nós transformamos a nossa marca para aumentar as possibilidades de vendas e lucros para você. Já -conheceu a nova identidade visual da Ruff? Modéstia à parte, ficou maravilhosa. Com ela, a sua loja será muito mais moderna e atrativa para os seus consumidores. Nós oferecemos ainda todo o apoio necessário para otimizar o gerenciamento do seu estabelecimento sem dores de cabeça.

Se você quer alavancar as vendas da sua loja de conveniência, tem muita coisa para colocar em prática! Essas foram as nossas dicas de ouro. Gostou? Deixe um comentário pra gente saber.

10 dicas para escolher o melhor fornecedor de combustível

Atentar-se à qualidade do combustível adquirido é primordial. Existem diversos fornecedores no mercado e o desafio maior é saber identificar quais deles executam, de fato, um trabalho confiável e baseado em rigorosos padrões de qualidade e segurança.

Pensando nisso, nós separamos algumas dicas que vão te ajudar a escolher o melhor fornecedor de combustível. Confira!

Priorize garantias de qualidade e segurança

O primeiro ponto ao qual você deve se atentar na hora de analisar possíveis fornecedores de combustível para um posto é a qualidade. Além de levantar informações para saber se a empresa cumpre as normas de qualidade e de segurança da ANP, órgão regulador do segmento.

É possível examinar algumas propriedades do combustível distribuído a olho nu mesmo. No entanto, o mais indicado é realizar ou ter acesso a dados de testes de laboratório que indiquem a composição do produto. Vale lembrar ainda da importância de verificar se os lacres de segurança da carga chegam aos postos nos padrões estabelecidos por lei.  

Por fim, não se esqueça de observar se a distribuidora de combustível tem certificações nacionais e internacional de segurança e qualidade, como as emitidas pela ISO.

Análise a reputação da empresa

Antes de fechar pareceria com um fornecedor de combustível, faça uma busca online utilizando sites como o Google para descobrir qual é a imagem dessa empresa na internet. Além disso, faça uma pesquisa de mercado para averiguar quem são os clientes da distribuidora que você está analisando. Com essa informação, vai ser possível averiguar como tem sido a experiência desses postos, e mesmo dos consumidores, em relação aos produtos e serviços contratados.

Verifique preços e prazos

Esses dois outros pontos são muito importantes e devem ser levados em consideração. Se você desconfiar que o valor cobrado pelo serviço de distribuição de combustível está muito abaixo da realidade do mercado, redobre a atenção! No caso de suspeitar que a empresa esteja impondo preços exorbitantes, faça uma pesquisa e consulte o órgão regulador para esclarecer a situação.

Para evitar atrasos e transtornos no reabastecimento do posto, fique atento ainda aos prazos estipulados pelo fornecedor. Vale ainda verificar qual é a distância entre o ponto de distribuição mais próximo e o seu estabelecimento, além de se certificar de que a empresa conta com uma frota eficiente.

Procure um fornecedor que ofereça uma variedade de produtos

Se o seu posto vende produtos variados, o melhor a se fazer é centralizar todo o serviço de fornecimento para tornar o processo mais prático e ágil. E nunca é demais lembrar que é preciso se certificar do processo de controle de qualidade utilizado no armazenamento e distribuição dos produtos. 

A Ruff, por exemplo, oferece uma gama extensa de combustíveis aos clientes, incluindo gasolina comum, gasolina aditivada, diesel S500 comum, diesel S500 aditivado, diesel S10 comum, diesel S10 aditivado e etanol.

Não se esqueça dos cuidados com o meio ambiente

O fornecedor de combustível que você tem em vista se preocupa com o meio ambiente? Antes de fechar negócio, verifique se a atuação da empresa está de acordo com todas as normas ambientais. Você pode ainda observar se a distribuidora apoia ações socioambientais e se há informações no site dela sobre a destinação de resíduos e os processos sustentáveis de atuação.

Atentar-se a esse quesito é fundamental porque, além de ser importante para o equilíbrio e manutenção do ecossistema, também evita que o seu posto seja atuado e até fechado por comercializar produtos que desrespeitem as resoluções ambientais. 

Investimento em tecnologia avançada

As distribuidoras de combustível que você está analisando investem em tecnologia para aprimorar a eficiência dos serviços prestados? É importante que, além de oferecer produtos de qualidade e com segurança, o seu fornecedor tenha à disposição uma infraestrutura completa e moderna.

O processo de carregamento, por exemplo, precisa de um sistema de automação para acompanhar todo o procedimento logístico. Já os equipamentos, precisam ser modernos para garantir a eficácia do controle técnico e operacional.

Procure uma distribuidora com atendimento diferenciado

Pergunte ao fornecedor de combustível quais são os diferenciais dele. Uma distribuidora de excelência também oferece vantagens aos seus clientes. Geralmente, são soluções ou atividades extras voltadas para o desenvolvimento dos postos e de seus colaboradores.

A Ruff, por exemplo, disponibiliza uma assessoria exclusiva aos seus parceiros com o intuito de esclarecer dúvidas e fornecer treinamentos técnicos a gerentes e frentistas. Além disso, colocamos à disposição dos clientes um veículo de controle de qualidade equipado com laboratório para análise de combustíveis.

Você tem alguma dúvida sobre como escolher o melhor fornecedor de combustível? Conte nos comentários.

Selecionados Ruff: Chevrolet Opala

Em 1968, a Chevrolet lançou o Opala, primeiro carro de passeio fabricado pela empresa no Brasil. Até então, a montadora norte-americana só havia trabalhado com caminhões e utilitários no país. O carro chegou ao mercado para se tornar um automóvel referência em luxo e eficiência mecânica. Hoje, esse carrão é uma verdadeira relíquia. 

Nesta matéria, nós contamos para você sobre a história desse clássico da GM!

Uma breve história do Opala

O Opala foi desenvolvido com base em uma mistura entro o carro alemão Opel Rekord e o grande clássico norte-americano Impala. A fusão entre esses dois modelos não só deu origem a um automóvel de sucesso, como também influenciou na definição do nome do veículo: Opala = Opel + Impala.

Grande lançamento no Brasil

O grande lançamento do Chevrolet Opala em terras brasileiras foi realizado em 1968, no VI Salão do Automóvel de São Paulo. Exposto sobre um palco giratório, o novo modelo da GM, disponível nas versões standard e luxo, chamou a atenção do público por conta de sua carroceria imponente com quatro portas.

E sabe por que a estreia do Opala no Brasil foi tão significativa para a Chevrolet? Pelo fato de, até então, a montadora ter produzido apenas caminhões e utilitários em suas fábricas instaladas no país.

O Opala tornou-se, rapidamente, um nome conhecido no Brasil. Isso porque o carro ganhou as telinhas da TV em comerciais estrelados por grandes personalidades da época, como o cantor Jair Rodrigues, a atriz Tônia Carrero e o jogador Rivelino. Ao redor do mundo, o Opala foi divulgado por misses e por Stirling Moss, piloto inglês de Fórmula 1.

Além de ser um carro de passeio, ele também fez parte da frota da polícia. Hoje, ele ainda pode ser visto nas ruas em raras aparições ou exposto como artigo de coleção.

As principais versões

Standard

Logo em sua estreia no Brasil, o Opala esteve disponível em duas versões: Standard e Luxo. O modelo padrão, que passou a ser chamado de Especial a partir de 1971, tinha um acabamento mais simples e, consequentemente, custava menos. Ele foi comercializado com um motor de quatro cilindros 2500 e freios a tambor. O motor com seis cilindros 3800 também era uma opção.

Depois de 1980, houve uma mudança nas nomenclaturas. O Opala básico foi chamado apenas de Opala e, em 1985, ganhou o nome de Opala L. Pouco tempo depois, em 1988, o automóvel da GM foi rebatizado com base nas variações do Monza.

Luxo e Gran Luxo

A versão mais refinada do Opala contava com acabamentos cromados, podendo ser comprado com configurações diferenciadas, que incluíam teto de vinil, freios a disco e motor 3800. Mas, existia um modelo ainda superior: o Gran Luxo. Ele podia ser encontrado com motor de quatro cilindros 2500 ou seis cilindros 3800.

Diplomata

Em 1979, a versão Diplomata chegou ao mercado para marcar época. Além do luxo extra em relação à Caravan, o modelo se destacou por conta de seus detalhes diferenciados, como os faróis, ar-condicionado, toca-fitas, direção hidráulica e motor de 6 cilindros.

O que impressionava bastante no Diplomata era o seu conforto. Com a reestilização do interior do automóvel, ele passou a contar com vidros, travas e retrovisores elétricos. E não para por aí! Os motoristas ainda dispunham de facilidades como desembaçador traseiro. Como você pode perceber, o Diplomata foi a versão mais completa da linha.

Fim da produção e ascensão do Omega

Em abril de 1992, o Opala atingiu a marca de 1 milhão de unidades vendidas. Apesar da conquista, poucos meses depois, em julho, a GM do Brasil deixou de fabricá-lo.

Um dos motivos que impulsionou a decisão foi a abertura do mercado nacional e a entrada de modelos importados. Com a dificuldade de competir com esses automóveis, o Opala saiu de cena e a GM investiu no lançamento do Omega. Apesar de já estar há tanto tempo fora do mercado, ele continua sendo a grande paixão de muitos motoristas.

Você já teve ou desejou ter um Opala? Conte pra gente nos comentários.

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