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Selecionados Ruff: Polo - O Melhor Carro Urbano de 2018

Um dos automóveis mais conhecidos e adorados da Volkswagen, o Polo, foi premiado durante a edição 2018 do Salão do Automóvel de Nova York. Ele recebeu o título de “Melhor Carro Urbano do Ano” (World Urban Car of the Year) promovido pela competição “World Car Awards”. Nesta matéria, nós contamos a você algumas curiosidades desse veículo e sobre a premiação. Confira!

Polo: um breve histórico

A Volkswagen trouxe o Polo ao Brasil em 2002, mas a história desse carro é bem mais antiga. A sua primeira versão foi fabricada na Alemanha em 1975. Quando chegou por aqui, ele se destacou por ser um carro dono de uma estrutura rígida proporcionada pelo corte de chapas e soldas feitas a laser. Embora a empresa tenha inovado com a fabricação do Polo, a edição brasileira não tinha uma configuração avançada em termos tecnológicos como o modelo vendido na Europa.

Em 2004, a Volkswagen lançou o Polo flex e, até 2014, ele foi produzido tanto na versão hatch quanto na versão sedan. Curiosamente, o modelo fabricado no Brasil foi exportado para vários países da América Latina, com exceção da Argentina. Por quê? Lá, eles comercializavam uma geração antiga do Polo Europeu. Essa versão argentina foi vendida por alguns no Brasil como Polo Classic, mas sem grande sucesso. 

O Novo Polo

A sexta geração do Volkswagen Polo foi lançada no Brasil no final de 2018 e chamou bastante a atenção por causa de sua semelhança com o Gol. Inclusive, essa foi uma questão que a VW precisou discutir bastante: como chamar esse novo hatch compacto? A ideia inicial era divulgar uma versão atualizada e moderna do Gol. Porém, nesse meio tempo, o Polo foi ganhando mais prestígio e a empresa acabou optando por manter a produção dos dois carros sob nomes diferentes.

O Novo Polo conta com um motor 200TSI, o que faz dele um carro potente e econômico. São 128 cv e torque máximo de 200Nm. Um de seus diferenciais é a 2ª geração do Active Info Display, uma tela digital que substitui aquele painel analógico clássico. Essa tecnologia é semelhante a um tablete, sendo possível visualizar diversas informações pela tela, como mapas, autonomia de combustível, lista de música e aqueles outros indicativos que fazem parte do painel.

O Melhor Carro Urbano de 2018

O Novo Polo ganhou ainda mais prestígio recentemente ao ser premiado como o “Melhor Carro Urbano do Ano” durante a edição 2018 do Salão do Automóvel de Nova York. Ele disputou o prêmio com outros dois finalistas de peso: o Ford Fiesta e o Suzuki Swift. A decisão foi feita por um corpo de jurados formado por 82 jornalistas automotivos de 24 países, incluindo representantes do Brasil.

A categoria conquistada pela sexta geração do Volkswagen Polo é dedicada aos carros de porte compacto que se destacam em suas performances no trânsito intenso de grandes cidades e de regiões metropolitanas. Mas, o que levou os jurados a escolherem o Polo como o grande vencedor de 2018? O fator principal foi a sua Estratégia Modular Transversal (MQB), o que lhe proporciona uma flexibilidade no sistema de condução. Além disso, ele é um dos compactos mais sofisticados do mundo e oferece uma assistência eficiente aos motoristas.

Essa não é a primeira vez que a Volkswagen leva algum prêmio promovido pela “World Car Awards”. Ela já venceu a categoria de “Melhor Carro do Ano” três vezes. Em 2013, a empresa ganhou o título com o Golf. Já em 2010, o Polo já tinha sido responsável pelo destaque da VW na premiação. Por fim, em 2009, foi o Golf VI o grande vencedor da marca alemã.

A “World Car Awards” está em sua 14º edição e, nos últimos 12 anos, ela tem sido realizada durante o Salão do Automóvel de Nova York. Este evento é um dos maiores e mais importantes do segmento, reunindo anualmente mais de um milhão de visitantes interessados em descobrir as novidades da indústria automotiva.

Você acha que o Novo Polo mereceu o prêmio de “Melhor Carro Urbano” de 2018? Conte a sua opinião para a gente nos comentários e compartilhe esta matéria nas redes sociais.

Como dirigir na neblina: dicas e cuidados

Dirigir na neblina exige cuidados específicos, pois se trata de um fenômeno climático que oferece riscos aos motoristas. Isso se deve, principalmente, à baixa visibilidade ocasionada pelas fumaças brancas que se formam nas estradas. O perigo é ainda maior quando se trata de vias de mão dupla. Para te ajudar a entender qual é a melhor maneira de conduzir sob essa condição, nós reunimos algumas dicas e informações importantes nesta matéria.

O que é a neblina?

A neblina é um fenômeno que ocorre quando a umidade presente no ar em estado gasoso se condensa, ou seja, é como se nuvens estivessem se formando próximas ao chão. Em épocas de muita chuva, o ar tende a ficar mais úmido devido à evaporação das partículas de água que se acumulam no solo. Durante a madruga e ao nascer do dia, a temperatura é menor, o que faz esse vapor se condensar e formar aquela fumaça branca.

E por que a neblina ocorre com mais frequência em serras e montanhas? Bem, isso se deve ao fato haver um bloqueio das massas de ar em pontos mais altos. Toda a umidade presente nelas acaba se condensando quando a temperatura cai e dá origem aos nevoeiros. Nas proximidades de rios e lagos, também é comum haver neblina. Isso porque se trata de ambientes com constante evaporação de água e, consequentemente, úmidos.

Dicas e cuidados

Ao dirigir na neblina, o primeiro procedimento a ser seguido é diminuir a velocidade. Conduzir dessa maneira evita surpresas e permite reagir de forma consciente quando necessário. Caso haja outro veículo na frente, é importante manter uma distância considerável dele, ainda maior do que a distância que mantemos em condições climáticas normais. Portanto, o fundamental é não ter pressa!

Outro procedimento essencial é ligar o farol baixo para que a visibilidade melhore. Em caso de neblina muito densa, não se deve utilizar o farol alto. Esse pode ser um erro fatal! Por quê? Quando a neblina está espessa, a luz do farol alto bate na névoa e é refletida de volta, formando uma grande parede branca e destruindo qualquer chance de enxergar o que está à frente.

Muitos automóveis atuais já vem equipados com luzes de neblina ou de condução. Esse farol projeta a luz de uma forma específica, criando um feixe luminoso mais amplo e plano. Isso possibilita visualizar melhor a superfície da estrada, bem como as suas laterais. Outra dica é sempre manter as luzes de presença ligadas, uma vez que são importantes para tornar o veículo mais visível.

Enquanto estiver dirigindo na neblina, não mude de via. Fazer esse movimento sob esse tipo de condição é muito arriscado. Além disso, não adianta ficar encarando a branquidão. A melhor forma de se guiar é por meio das faixas da rodovia e observando os limites da beira da estrada. Essa tática é válida para te ajudar a permanecer em sua via, sem invadir a pista contrária ou o acostamento.

E se a neblina estiver muito forte? Nesse caso, a melhor solução é procurar um lugar seguro para estacionar e aguardar o tempo melhorar. Muitas pessoas pensam no acostamento como alternativa para parar o carro, o que está errado. O ideal é ir até um estacionamento ou a um posto de combustível, uma vez que no acostamento existe o risco de você ser atingido por outro veículo.

Para que tudo corra bem ao se deparar com situações de neblina, o seu carro também precisa estar preparado. Por isso, é fundamental que os faróis estejam regulados e que as setas e o pisca-alerta não estejam funcionando. Pneus bem calibrados e conservados, bem como o bom estado do limpador do para-brisa são outros itens importantes para garantir a segurança meio a nevoeiros.

Infrações

Quem toma atitudes inadequadas ao dirigir na neblina pode ser multado. O motorista que for flagrado conduzindo com o farol alto ligado poderá perder cinco pontos na carteira, além de ser multado. Esse ato é considerado uma infração grave.

Outro procedimento inadequado e ilegal é dirigir com o pisca-alerta ligado. Esse recurso deve ser utilizado apenas quando o veículo estiver parado. Caso um motorista veja um carro a sua frente com as luzes piscando, ele poderá pensar que o automóvel está parado e frear bruscamente achando que vai bater. A consequência pode ser um acidente de grande proporção. Essa infração de intensidade média dá multa e subtrai quatro pontos da CNH.

Dirigir com os faróis baixos ligados em caso de visibilidade baixa não só é recomendado como obrigatório. Desrespeitar essa norma é uma infração média. Além disso, é preciso se atentar aos limites de velocidade para condições adversas. Geralmente, ele são indicados nas placas. Transitar acima desse limite é infração grave.

Monitoramento das condições climáticas

Evitar pegar a estrada quando houver neblina é a dica mais importante. Para isso, vale consultar a previsão do tempo em sites de meteorologia. Outra opção é visitar o site da concessionária da rodovia por onde você vai passar. Geralmente, elas fazem o monitoramento das condições climáticas em tempo real e criam alertas aos motoristas.

Compartilhe esta matéria nas redes sociais para que os seus amigos também possam saber qual é a maneira ideal de dirigir na neblina! Caso tenha ficado com alguma dúvida, deixe a sua pergunta nos comentários.

As responsabilidades ambientais dos postos de combustíveis

As questões relacionadas ao meio ambiente estão muito presentes e difundidas em nosso dia a dia. A importância dos recursos naturais para a sobrevivência do planeta pode até parecer um assunto batido, mas está longe disso. A conscientização sobre a conservação ambiental ainda precisa ser ampliada e fortalecida a fim de desenvolver mais condutas sustentáveis pelo mundo.

A luta deve caminhar em direção ao equilíbrio e à manutenção do ecossistema. Os postos de combustíveis têm um papel fundamental nessa causa, devendo atuar de acordo com normas e resoluções técnicas que visam à conservação do meio ambiente. Você sabe quais são as responsabilidades ambientais dos postos de combustíveis? Confira na matéria!

Normas e resoluções ambientais

Um posto de combustível é um estabelecimento com atividade potencialmente poluidora. Isso se deve ao fato de eles prestarem serviços como: estocagem de combustíveis, lavagem de veículos, troca de óleo, entre outros. Essas são atividades que podem ocasionar impactos ambientais e provocar incêndios.

Devido a esses riscos, é importante que a estrutura física, os procedimentos, a administração e os funcionários de postos sigam algumas regras. Elas são essenciais para minimizar, ou até mesmo eliminar, as chances de poluição e de contaminações decorrentes de processos inadequados.

As responsabilidades ambientais dos postos de combustíveis são estabelecidas por normas legais e resoluções ambientais. Aqueles que não seguirem as regras podem ser penalizados por meio de multas que variam entre 500 e 10 milhões de reais, além de ter o posto interditado.

As principais normas e resoluções são:

  • Resolução CONAMA n. 273, de 29 de novembro de 2000.

  • Lei n. 10.165, de 27 de dezembro de 2000.

  • Norma ABNT NBR 17505-5, de 3 de junho de 2006.

  • Deliberação Normativa COPAM n. 108, de 24 de maio de 2007.

  • Resolução CONAMA n. 420, de 28 de dezembro de 2009.

Além de seguir tais leis, os postos de combustíveis devem possuir um licenciamento ambiental fornecido pelos órgãos seccionais competentes ligados à Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD). A lista de adequações necessárias ainda inclui:

  • Laudo de vistoria do corpo de bombeiros (L.V.C.B.).

  • Laudos das análises dos poços de monitoramento do entorno do Sistema de Armazenamento Subterrâneo de Combustível (SASC).

  • Certificado de coleta.

  • Comprovante de contratação de empresa prestadora de serviço emergencial (EPAE).

  • Certificado de treinamento dos funcionários.

Gestão ambiental

A gestão ambiental é uma prática administrativa abrangente. Ela é utilizada para atender as responsabilidades ambientais dos postos de combustíveis, ajudando-os a utilizar os recursos naturais de maneira racional e eficiente. Portanto, ela é essencial na coordenação de atividades sustentáveis em um posto de combustível, diminuindo o risco de impactos ambientais sem deixar de lado os fatores econômicos.

Uma boa gestão ambiental garante que os postos estejam regularizados perante as leis, tendo condições de realizar planejamentos e de prever problemas. O trabalho de minimização de riscos inclui o treinamento de funcionários, qualificando-os para desempenhar atividades importantes, como: manuseio adequado de produtos, tratamento/descarte correto de resíduos e adoção de medidas preventivas contra acidentes.

No caso de uma má gestão ambiental ou da falta dela, alguns problemas sérios podem ser ocasionados pelos postos de combustíveis. Um exemplo é a contaminação de solos e lençóis freáticos por causa do derramamento ou armazenamento inadequado dos produtos. A lista de danos pode abranger ainda a poluição do ar, o desperdício de água devido ao uso inconsciente na lavagem de automóveis, o descarte irregular de lixos e até incêndios e explosões causados pelo manejo incorreto dos combustíveis.

Sistema de Gestão Integrado da Ruff

A Ruff é uma empresa consciente! Além de atuarmos de acordo com a legislação, nós assumimos responsabilidades sociais. Por essa razão, nós possuímos um Sistema de Gestão Integrado, ou seja, uma política que tem como objetivo avaliar as atividades realizadas pela organização e, a partir delas, propor medidas corretivas ou benéficas para os processos.

Os resultados do Sistema de Gestão Integrado da Ruff de 2017 são positivos. Eles demonstram que houve 0% de ocorrências de derrames de produtos fora da meta e 0% de acidentes com danos ao meio ambiente não recuperados. Outro dado interessante é em relação ao tratamento de resíduos: foram 107 m³ de resíduos líquidos tratados e 8.931 kg de resíduos sólidos. Durante todo o ano, foram realizadas 3.978 verificações preventivas de caminhões e 2.197 motoristas foram treinados para atuar com responsabilidade ambiental.

Ações Ruff

Uma das ações realizadas pela empresa é a coleta seletiva de lixo. Nós aproveitamos os materiais recicláveis para reprocessamento e os convertemos em benefícios a uma entidade de assistência social de Paulínia/SP. Além disso, participamos de um projeto preocupado com a destinação correta de lixo tecnológico. A Ruff ainda apoia a instituição sem fins lucrativos Plante Vida, que visa promover práticas e valores ambientais entre crianças, adolescentes e adultos. Em parceria com o Plante Vida, nós também fazemos a doação de mudas de árvores para o plantio em área rurais e urbanas.

Fiscalização

É importante lembrar, por fim, que as responsabilidades ambientais dos postos de combustíveis são fiscalizadas por órgãos especializados. Essa fiscalização contribui para um mercado concorrencial mais justo e para a preservação do meio ambiente, o que é direito de todo cidadão brasileiro. Nesse sentido, a população também pode colaborar denunciando irregularidades.

Conte para gente nos comentários o que você achou dessa matéria!

Gasolina comum ou aditivada? Qual é a diferença?

Existem consideráveis diferenças entre os tipos de gasolinas que encontramos no Brasil. Conhecê-las a fim de escolher a melhor opção é importante para garantir o melhor rendimento do veículo, além de prevenir possíveis problemas e economizar com manutenção.

Um das dúvidas de muitos motoristas é: gasolina comum ou aditivada? Se você é um desses, nós separamos algumas informações importantes para te ajudar a esclarecer essa questão.

A gasolina no Brasil

A gasolina é um combustível derivado do petróleo e composta por uma mistura complexa de hidrocarbonetos. Para chegar ao consumidor final, ela é formulada em refinarias, central petroquímicas ou formuladores. No Brasil, o seu padrão internacional de qualidade é monitorado e fiscalizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A gasolina comercializada por aqui é classificada em tipo A e C. A primeira não contém etanol e é vendida pelos produtores e importadores do combustível. A segunda, com adição de etanol, é aquela vendida nos postos ao consumidor final. Para se ter uma noção, foram comercializados 136.025 bilhões de litros de combustível no Brasil, em 2017. Dessa quantidade, 44.150 bilhões de litros foram só de gasolina C.

Octanagem

A octanagem é a capacidade que o combustível tem de resistir ao aumento de pressão de temperatura quando em contato com o ar. Isso significa que quanto maior a octanagem mais o combustível é resistente à possibilidade de detonação. A gasolina comum e a aditivada têm a mesma octanagem: 87 octanos. Isso desmitifica o boato de que os aditivos inseridos na gasolina aumentam a sua octanagem.

No Brasil, a gasolina com maior octanagem é a premium. Ela costuma ter 91 octanos. Geralmente, ela é recomendada para carros importados, esportivos ou antigos, fazendo-os ter um desempenho melhor.

Gasolina aditivada

A gasolina aditivada, portanto, é aquelas que contém aditivos, como detergentes e dispersantes. Eles são adicionados pelas distribuidoras na formulação do combustível, podendo haver variações entre uma marca e outra. Mas para que os aditivos servem?

Os detergentes, por exemplo, têm a função de remover as sujeiras e inibir o acúmulo de novos resíduos nos bicos injetores, velas, válvulas de admissão e câmara de combustão. Em relação aos dispersantes, eles servem para quebrar as partículas das sujeiras removidas pelo detergente. Isso ajuda na hora de elas serem expelidas pelo sistema de exaustão, evitando o entupimento do sistema de alimentação.

Outro componente que pode ser encontrado na gasolina aditivada é o antioxidante. Ele ajuda a retardar o envelhecimento do combustível. Já os anticorrosivos, eles evitam a ação corrosiva do álcool presente nos combustíveis.  A lista de aditivos também inclui o redutor de atrito, responsável por diminuir a fricção entre os cilindros, os anéis e os pistões. Isso acaba gerando uma pequena redução no consumo de combustível.

Os aditivos, portanto, evitam o acúmulo de resíduos e, consequentemente, aumentam a durabilidade das peças e conservação do veículo. Além disso, eles ajudam a melhorar o desempenho do motor do carro e reduzem a emissão de poluentes.

Antigamente, os aditivos precisavam ser registrados na ANP. Porém, desde 2017, o registro se tornou dispensável. A agência entendeu que a informação era desnecessária e significava um custo extra regulatório, uma vez que ela já fiscaliza a qualidade dos combustíveis.

Aditivos complementares

Os componentes da gasolina aditivada são resultados de pesquisas que buscam o melhor desempenho dos automóveis. Em contrapartida, os aditivos complementares – aqueles adicionados diretamente ao tanque do veículo – não costumam ter controle de proporções. Eles podem alterar ou, até mesmo, anular os benefícios dos combustíveis formulados. Portanto, os aditivos complementares são dispensáveis quando se utiliza a gasolina aditivada.

Gasolina comum ou aditivada?

Os tipos de combustíveis atendem a necessidades diferentes. Por exemplo, em locais de trânsito lento, recomenda-se o uso da gasolina aditivada. Isso acontece porque o trânsito pesado exige muito mais do motor, devido à constante aceleração e desaceleração do veículo. Nesse caso, a gasolina aditivada é recomendada por manter o sistema de alimentação mais limpo.

Em locais onde se transita livremente em alta velocidade, como nas rodovias, o combustível mais indicado é a gasolina comum. Por quê? Pelo fato de nas estradas a aceleração ser constante e não haver necessidade do uso da gasolina aditivada. Portanto, a comum é recomenda nesse caso por uma questão financeira, já que ela é mais barata.

E tudo bem abastecer carros novos com a aditivada? Sim, não há problemas! No entanto, os veículos que rodaram mais de 30 mil quilômetros utilizando gasolina comum precisam fazer a troca gradativa pela aditivada. Para quem não quer perder tempo, uma alternativa é fazer a limpeza do sistema de combustão antes da troca. O importante é não fazer a substituição brusca da comum para a aditivada, pois isso pode ocasionar o entupimento dos bicos injetores e dos carburadores.

E no caso de quem possui um automóvel flex? Sem problemas! O abastecimento desse tipo de veículo pode variar entre álcool, gasolina comum e aditivada.

Dicas para abastecer

Abastecer em um posto de confiança é a melhor forma de evitar prejuízos, não importando o tipo de gasolina escolhida. Assim, você não corre o risco de comprar combustível adulterado e colocar em risco o desempenho do veículo.  Caso perceba alguma alterações no automóvel após abastecer, o recomendado é mudar de posto de combustível.

Vale lembrar que o consumidor tem o direito de exigir o teste da proveta. Ele serve para avaliar a quantidade de álcool no combustível em 15 minutos. O valor padrão deve ser de 25%. Outra dica de ouro é abastecer o reservatório de partida a frio sempre com gasolina aditivada. Isso ajuda a evitar o acúmulo de resíduos decorrentes da oxidação da gasolina.

Agora ficou mais fácil abastecer o carro de maneira consciente, não é mesmo? Tem alguma dúvida? Conte para gente nos comentários!

 

Selecionados Ruff: Chevrolet Bel Air

O Chevrolet Bel Air marcou o período dos Anos Dourados nos Estados Unidos, na década de 1950. Ele virou um dos símbolos da época e foi responsável por aumentar significativamente as vendas da Chevrolet, fazendo com que com ela ultrapassasse a Ford. Nesta matéria, nós contamos a história e as razões que levaram o Bel Air a se tornar um automóvel tão famoso e cobiçado por muitos até os dias de hoje.

Os primeiros modelos

O Chevrolet Bel Air começou a ser fabricado em 1950. Em sua primeira versão, ele já chamava a atenção com suas linhas curvas e o seu tamanho imponente. O Bel HairHardtop foi o primeiro modelo a ser lançado. Ele surgiu com um estilo diferenciado que influenciou a indústria automobilística norte-americana durante toda a década.

Em 1953, o Bel Air foi modificado pela Chevrolet e ganhou um novo status, tornando-se um modelo de nível superior. A partir de 1955, era possível encontrar versões equipadas com motor V8 e ainda mais luxuosas, com carpetes, acessórios cromados e calotas personalizadas. Mas, nada chamava mais a atenção do que o seu nome escrito em letras douradas e os para-lamas rabo-de-peixe. Isso fazia dele um carro inconfundível!

Além de todo o estilo e charme, o que tornou esse carro tão desejado? Bem, o custo/benefício foi um dos principais motivos que levaram o veículo a se popularizar em poucos anos. Tratava-se de um automóvel com uma estrutura de boa qualidade para a época e que custava relativamente pouco. Além disso, o período era de pós-guerra e os Estados Unidos estavam vivendo uma fase próspera, o que contribuiu para o sucesso das vendas.

Chevrolet Bel Air 1957

O Chevrolet Bel Air 1957 é o modelo que mais vendeu. Hoje, ele é a principal referência automobilística daquele período nos Estados Unidos e uma relíquia para muitos colecionadores e apaixonados por carros antigos. A versão de 1957 ganhou tanta visibilidade por contar com dimensões ainda maiores. Ele tinha pouco mais de 5 metros de comprimento, 1 metro e 85 centímetros de largura e 1 metro e 50 centímetros de altura.  

A imponência do modelo de 1957 ficava ainda por conta de sua cauda e de seus acabamentos cromados. Em relação à parte técnica, esse Bel Air tinha injeção mecânica, motor de 6 a 8 cilindros e 283 cavalos. Na versão manual, ele era fabricado com 3 marchas e, na automática, com 2 ou 3. A velocidade máxima alcançada também não decepcionava, chegando a até 193 km/h.

Os últimos anos

O auge do Chevrolet Bel Air foi mesmo em 1957. Um ano mais tarde, a empresa já tinha vendido mais de 1,5 milhão de unidades. No entanto, ele foi ficando ultrapassado e esse número parou de crescer com a mesma intensidade. O modelo de 1958 ainda foi produzido como top de linha, mas ele perdeu lugar para o Impala em 1959.

Durante toda a década de 1960, o Bel Air permaneceu com o status de carro mediano. Já em 1972, ele foi transformado em um modelo de baixo padrão. O seu fim já estava próximo!  Três anos mais tarde, a Chevrolet dos Estados Unidos parou de fabricá-lo. A história desse carro que marcou geração ainda continuou por mais algum tempo no Canadá. Lá, a Chevrolet só produziu as últimas unidades do carro em 1981.

Você também é um apaixonado por carros clássicos? Então, conte para a gente nos comentários a sua opinião sobre o Chevrolet Bel Air.

 

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