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8 curiosidades sobre o etanol

O Brasil e os Estados Unidos, juntos, produzem cerca de 90% de todo o etanol consumido no mundo. Embora a produção desse combustível seja abundante por aqui, muitos consumidores desconhecem alguns fatos sobre sua utilização e importância. Por isso, nós reunimos aqui oito curiosidades a respeito desse biocombustível. 

1. O Brasil é o maior consumidor de etanol como combustível

O etanol é utilizado como combustível em mais de 40 países. No entanto, na maior parte dos casos, ele costuma ser misturado a outros combustíveis. Quando o assunto é a substituição da gasolina pelo etanol, o Brasil é o grande líder mundial. Além disso, o país é referência na produção e utilização do etanol hidratado.

Na América do Sul, depois do Brasil, o Paraguai é o país que mais utiliza o etanol, adicionando cerca de 24% do combustível à gasolina. O Chile e a Argentina vêm na sequência. Os dois países acrescentam, mais ou menos, 5% de etanol.

2. O etanol brasileiro possui 4% de água

O Brasil, como contamos, é o país que utiliza a maior quantidade de etanol no combustível. No entanto, a proporção é equivalente a, mais ou menos, 96% e não a 100% como muitas pessoas acreditam ser. O etanol hidratado comercializado nos postos de combustíveis possui cerca de 5% de água, a qual é oriunda do próprio processo de fermentação.

3. O etanol também é utilizado na aviação

O etanol pode ser utilizado para abastecer ônibus, caminhões, motocicletas e, claro, automóveis. Mas, você sabia que ele também pode ser o combustível de aeronaves? Pois é! A Embraer lançou, em 2005, o Ipanema EMB, o primeiro avião movido a etanol. Usado para pulverizar lavouras, ele se tornou uma opção vantajosa por conta da economia com combustível, mesmo deixando a deseja no quesito eficiência energética.

Embora existam algumas aeronaves movidas a etanol, esse não é o biocombustível mais popular ou recomendado para essa modalidade de transporte. O bioquerosene, obtido de óleos vegetais, é a grande aposta para o futuro mais sustentável da aviação.

4. Etanol e frio não é uma boa combinação

Em baixas temperaturas, funcionar um carro movido a etanol pode ser um problema. Isso porque o combustível derivado da cana-de-açúcar perde a sua capacidade de entrar em combustão quando os termômetros estão marcando abaixo de 13ºC.  

Para contornar essa situação, os carros flex contam com um reservatório de gasolina para ajudar na hora de dar partida. Por isso, ele deve estar sempre cheio no inverno, preferencialmente, de gasolina aditivada para auxiliar na ignição do motor.

5. Você pode utilizar etanol em carro flex sempre que quiser

E por falar em carro flex, existem vários mitos e dúvidas relacionadas à utilização de etanol nesse tipo de automóvel. Muitos até perguntam se existe um momento ideal para abastecer o carro com álcool ou se há uma quantidade específica que deva ser mantida no tanque. A verdade é que você não precisa ter esse tipo de preocupação, já que o veículo bicombustível pode receber tanto gasolina e etanol a qualquer momento e em qualquer quantidade.

Quer saber mais detalhes sobre como abastecer carro flex? Clique aqui e confira a matéria especial que publicamos sobre o assunto.

6. O primeiro carro movido a etanol do Brasil

Desde 1938, o etanol vendo sendo utilizado no Brasil. Nessa época, ele começou a ser adicionado à gasolina. Anos mais tarde, em 1979, foi lançado aqui o primeiro movido a álcool: o Fiat 147.

7. O etanol não é feito só de cana-de-açúcar

O etanol não vem apenas da cana-de-açúcar. Ele pode ser extraído, por exemplo, a partir do milho. Esse procedimento é bastante comum no Estados Unidos, país classificado como maior produtor de etanol no mundo. Em comparação com o biocombustível obtido da cana, o gerado a partir do milho é fabricado em menos tempo, além do fato de o grão render mais.

8. O etanol é um combustível menos poluente

Em comparação com a gasolina, o etanol é um combustível bem mais limpo. Isso porque ele produz menos de 70% de gás carbônico. A explicação reside no fato de ele ser obtido de uma planta, o que reduz consideravelmente a emissão de CO2 na hora de sua fabricação.

Você tem alguma dúvida sobre o uso do etanol? Deixe a sua pergunta nos comentários.

 

Os carros mais beberrões do Brasil

Você sabia que, assim como os eletrodomésticos, os automóveis também recebem uma etiqueta de eficiência energética? No caso dos carros, o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) indica se o veículo consome muito ou pouco combustível e o quão poluente ele é.

Nesta matéria, nós contamos para você como funciona essa classificação e quais são os carros mais beberrões do Brasil, de acordo com o órgão.

Programa de Etiquetagem Veicular

Em produtos como lâmpadas, geladeiras e televisores nós sempre vemos aquela etiqueta do Inmetro indicando o quanto de energia elétrica eles consomem. Desde 2008, com a criação do Programa de Etiquetagem Veicular, esse selo também passou a estar presente em veículos leves.

Assim como no caso dos eletrodomésticos, as etiquetas dos automóveis contam com faixas coloridas nomeadas com as letras A, B, C, D e E, sendo o primeiro o mais energeticamente eficiente e o último o menos eficiente. Além disso, o selo veicular indica se o carro emite bastante ou pouco gás carbônico (gás responsável pelo efeito estufa) e o gasto de combustível em quilômetro por litro na cidade e na estrada.

Por que prestar atenção nessa etiqueta?

Ao levar em consideração a etiqueta de eficiência energética antes de comprar um carro, o consumidor tem a chance de verificar se o carro bebe muito combustível e se ele polui o meio ambiente demasiadamente. De acordo com a cartilha do Programa de Etiquetagem Veicular do Inmetro, “quanto mais os consumidores utilizarem a etiqueta como base para sua decisão de compra, mais a indústria se esforçará para atender essa expectativa. Assim, a tendência é que os veículos se tornem cada vez mais econômicos”.

Para você ter noção, o Inmetro afirma que os carros subcompactos classificados com a letra A fazem cerca 13,2 quilômetro com um litro de gasolina. Já os automóveis da mesma categoria classificados com a letra E fazem 9,2 quilômetro com um litro de gasolina.

Critérios

Na hora de fazer a classificação dos carros, o Inmetro usa como parâmetro o consumo de gasolina e etanol em estradas e vias na área urbana. Em relação à emissão de gases poluentes, o órgão leva em consideração o CO2, CO, NOx e o NMHC.

O consumo energético dos veículos é medido em megajoule por quilômetro (Mj/Km). Um litro de etanol equivale a 20,09Mj e um litro de gasolina equivale a 28,99 Mj. Desde o começo de 2018, para um carro conquistar a classificação A, ele precisa fazer 1,53 Mj/km. Confira abaixo as referências utilizadas pelo órgão:

- Classificação A – Consumo energético até 1,76 MJ/km.
- Classificação B – Consumo energético de 1,77 a 1,84 MJ/km.
- Classificação C – Consumo energético de 1,85 a 1,90 MJ/km.
- Classificação D – Consumo energético de 1,91 a 2,00 MJ/km.
- Classificação E – Consumo energético acima de 2,01 MJ/km.

Os carros mais beberrões do Brasil

A partir do Programa de Etiquetagem Veicular, o Inmetro em parceria com o Conpet lançou, em 2017, uma lista informando quais são os carros que mais consomem combustível no Brasil. São esses os automóveis classificados com a letra E. O órgão divide os automóveis em 14 categorias: compacto, médio, grande, carga derivado, comercial, minivan, fora de estrada, esportivo, extragrande, subcompacto, utilitário esportivo compacto, utilitário esportivo grande e micro compacto.

Conheça o top 3 de carros que mais consomem combustível em cada uma dessas categorias:

Compacto:

1º – Renault Sandero RS 2.0 16v: 10,8 km/l (estrada) / 8,3 km/l (cidade)

2º – Fiat Punto 1.8 16v Dualogic: 10,6 km/l (estrada) / 8,9 km/l (cidade)

3º – Volkswagen Fox Run 1.6 8v: 11,2 km/l (estrada) / 9,1 km/l (cidade)

Médio:

1º – Audi RS3 2.5 turbo 20v: 9,9 km/l (estrada) / 8,0 km/l (cidade)

2º – A45 AMG 2.0 turbo 16v: 11,2 km/l (estrada) / 8,4 km/l (cidade)

3º – CheryCeler 1.5 16v: 11,4 km/l (estrada) / 9,2 km/l (cidade)

Grande:

1º – Audi RSQ3 2.5 turbo 20v: 9,6 km/l (estrada) / 7,6 km/l (cidade)

2º – Lexus IS200 2.0 turbo 16v: 10,6 km/l (estrada) / 8,0 km/l (cidade)

3º – Subaru WRX 2.0 turbo 16v CVT: 10,7 km/l (estrada) / 8,5 km/l (cidade)

Extragrande:

1º – Audi A8L W12 6.3 48v: 7,4 km/l (estrada) / 5,5 km/l (cidade)

2º – Volkswagen Touareg V6 3.6 24v: 7,4 km/l (estrada) / 5,8 km/l (cidade)

3º – Volkswagen Touareg  V8 4,2 32v: 7,5 km/l (estrada) / 5,8 km/l (cidade)

Micro compacto:

1º – Fiat 500 Abarth 1.4 turbo 16v: 12,2 km/l (estrada) / 10,5 km/l (cidade)

2º – Fiat 500 Cult DualogicCabrio e Hatchback 1.4 8v: 12,9 km/l (estrada) / 11,4 km/l (cidade)

3º – Fiat 500 Cult 1.4 8v: 13,0 km/l (estrada) / 11,4 km/l (cidade)

Subcompacto:

1º – Fiat Palio 1.0 8v: 14,2 km/l (estrada) / 12,0 km/l (cidade)

2º – Novo Uno 1.3 8v Sporting Dualogic: 13,7 km/l (estrada) / 13,2 km/l (cidade)

3º – Fiat Uno 1.3 8v Sporting manual: 14,0 km/l (estrada) / 12,9 km/l (cidade)

Esportivo:

1º – Ferrari F12tdf V12 6.3 48v: 5,8 km/l (estrada) / 4,9 km/l (cidade)

2º – Ferrari F12berlinetta V12 6.3 48v: 6,7 km/l (estrada) / 4,7 km/l (cidade)

3º – Lamborghini Aventador SuperVeloceRoadster 6.5 48v: 7,6 km/l (estrada) / 4,5 km/l (cidade)

Utilitário esportivo compacto:

1º – Hyundai Tucson 2.0 16v: 8,6 km/l (estrada) / 7,4 km/l (cidade)

2º – Mitsubishi ASX 2.0 16v CVT: 10,4 km/l (estrada) / 9,4 km/l (cidade)

3º – Mitsubishi ASX 2.0 16v manual: 10,6 km/l (estrada) / 9,5 km/l (cidade)

Utilitário esportivo macro:

1º – Mercedes-AMG GLS 63 5.5 biturbo 32v: 6,9 km/l (estrada) / 5,1 km/l (cidade)

2º – Mercedes-AMG GLE 63 5.5 biturbo 32v: 6,8 km/l (estrada) / 5,5 km/l (cidade)

3º – PorscheCayenne Turbo S 4.8 biturbo 32v: 7,9 km/l (estrada) / 5,2 km/l (cidade)

Fora de estrada:

1º – Mercedes-AMG G63 5.5 biturbo 32v: 5,5 km/l (estrada) / 4,8 km/l (cidade)

2º – BMW X6 M 4.4 V8 4.4 biturbo: 7,2 km/l (estrada) / 5,7 km/l (cidade)

3º – Land Rover Range Rover Autobiography 5.0 supercharged 32v: 7,3 km/l (estrada) / 4,9 km/l (cidade)

Carga Derivado:

1º – Volkswagen Saveiro Cross CD 1.6 16v: 12,4 km/l (estrada) / 10,4 km/l (cidade)

2º – Volkswagen Saveiro CD 1.6 8v Highline/Trendline: 12,1 km/l (estrada) / 10,9 km/l (cidade)

3º – Volkswagen Saveiro CS 1.6 8v Robust/Trendline: 12,4 km/l (estrada) 10,8 km/l (cidade)

Comercial:

1º – JAC T8 2.0 turbo 16v: 6,3 km/l (estrada) / 5,3 km/l (cidade)

2º – Jinbei VKS Van 2.0 16v: 7,2 km/l (estrada) / 5,6 km/l (cidade)

3º – Renault Master Bus 2.3 turbodiesel 16v: 7,8 km/l (estrada) / 7,3 km/l (cidade)

Minivan:

1º – Kia Carnival 3.3 24v: 8,7 km/l (estrada) / 6,5 km/l (cidade)

2º – Mercedes-Benz VitoTourer 119 2.0 turbo 16v: 10,9 km/l (estrada) / 8,1 km/l (cidade)

3º – Citroën Grand C4 Picasso Seduction/Intensive 1.6 turbo 16v: 12,0 km/l (estrada) / 9,9 km/l (cidade)

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Etanol 2.0: bicombustível revolucionário é aposta do Brasil

 

Produzido a partir dos restos da cana de açúcar, o etanol 2.0 ou 2G, como também é conhecido, tem sido apontado como uma saída na produção de combustíveis considerados como “aliados” do meio-ambiente.  

Atualmente, o Brasil se consolida como o maior exportador mundial de açúcar e segundo maior produtor de etanol, perdendo apenas para os Estados Unidos – que produz o combustível através do milho. Com a inovação do etanol 2.0, o país tem potencial para produzir até 42 milhões de litros do combustível por ano. Os números favorecem a produção: 60% da frota de 36 milhões de veículos no país optam pelo uso do etanol.

 

Fabricação

O processo de produção do etanol 2.0 consiste em aproveitar a folha, a palha e os detritos a partir da moagem da cana. A Raízen está localizada na cidade de Piracicaba e, atualmente, é a principal produtora e exportadora do etanol 2.0. A GranBio, em Alagoas também produz o combustível. Ambas são as pioneiras da técnica no Brasil.

 

A meta para 2015 foi de 10 milhões de litros de etanol 2.0 produzidos.

 

Vantagens

A produção do etanol 2.0, possibilita um aumento de rendimento de um hectar de cana em até 50%. Esse é um dos principais motivos para que o governo invista na técnica, 87% dos 60 milhões de dólares investidos na Raízen foram financiados pelo Estado. Outro ponto positivo, é a meta em diminuir a emissão de dióxido de carbono, espera-se uma baixa de 37% até 2025 e 43% até 2030. 

 

História

O país começou a produzir etanol nos anos 70, quando o programa “pró-álcool” estava a todo vapor em plena crise petroleira. Anos depois, a produção do açúcar sofreu uma baixa por conta das quedas dos preços e as chuvas irregulares. Atualmente, o setor sinaliza melhoras com a introdução feita há alguns anos dos carros flex, o aumento do imposto sobre a gasolina e a produção inovadora do etanol 2.0.

 

Uso do etanol evitou milhões de emissões de carbono

De acordo com um comunicado divulgado pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (UNICA), o uso do etanol já evitou a emissão de 240 milhões de toneladas de carbono, volume que corresponde a três anos de emissões de um país como o Chile. Os dados foram computados desde 2003, quando os veículos com motor flex começaram a ser comercializados no Brasil

Produzido a partir de uma fonte limpa e renovável: a cana-de-açúcar, o etanol proporciona diversas vantagens ambientais e para saúde pública em comparação com a gasolina. Além de emitir até 90% menos gases poluentes que a gasolina, melhorar a qualidade do ar, reduzir de modo significativo o número de doenças respiratórias e cardiovasculares nas metrópoles, o etanol é economicamente mais vantajoso para o proprietário do carro flex.

Um trabalho desenvolvido pela equipe de médicos e especialistas da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor Paulo Saldiva, concluiu que o uso do etanol combustível nas oito principais regiões metropolitanas do Brasil é responsável pela redução de aproximadamente 1.400 mortes e mais de 9 mil internações anuais ocasionadas por problemas respiratórios e cardiovasculares associadas ao uso de combustíveis fósseis. Trata-se de uma economia de R$ 430 milhões por ano para o sistema de saúde pública e privada.

Devido aos seus benefícios, o biocombustível brasileiro é o único etanol produzido em larga escala do mundo considerado “avançado” pela EPA (Environmental Protection Agency), a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.

Apesar dos efeitos positivos que o etanol proporciona ao meio ambiente e para economia, a UNICA destaca que 40% da frota de veículos flex ainda não é abastecida com o combustível.

Para incentivar o uso do etanol, a organização lançou uma campanha publicitária com o slogan “Coloca Etanol, o combustível completão”, que reforça os impactos positivos do etanol. A estratégia de comunicação é composta por um filme de 30 segundos para TV aberta e a cabo, patrocínio de programas de televisão e rádio, jingle, ações digitais e presença em redes sociais.
 

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Aumento do etanol na gasolina aguarda decisão do governo

O estudo técnico sobre o impacto do aumento de 25% para 27,5% de etanol na mistura com a gasolina será discutido no dia 21, sexta-feira, em uma reunião comandada pela Casa Civil. O evento terá representantes dos ministérios das Minas e Energia, do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, lideranças da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), do Fórum Nacional Sucroenergético e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) .

Para embasar a mudança do porcentual de adição de álcool na gasolina, o governo contratou, em junho desse ano, o Centro de Pesquisa da Petrobrás (Cenpes) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para realizar um estudo capaz de avaliar, por meio de análises, o impacto da nova mistura nos motores da frota nacional. O objetivo era verificar se a alteração prejudicaria carros e motocicletas movidos exclusivamente a gasolina.

No encontro, o governo deve apresentar os estudos técnicos que mostraram que o aumento não traz risco para os motores dos veículos, uma exigência das montadoras para concordar com o pleito dos usineiros.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) ficou responsável por verificar os estoques de etanol hidratado no Brasil e a previsão de produção para a Safra 2015. Dados que irão auxiliar o governo a definir o período de vigência da nova mistura.

Em entrevista à Agência Estado, o diretor do Departamento de Cana-de-açúcar e Agroenergia do MAPA Cid Caldas afirmou que o aumento é uma decisão do governo. Só depois da aprovação final da presidente Dilma Rousseff, será publicada uma portaria que regulamenta a alteração.

O aumento de 2,5 pontos porcentuais é uma reivindicação do setor sucroalcooleiro para reaquecer o segmento. A elevação da mistura de etanol na gasolina será uma forma de compensar as perdas acumuladas pelos produtores devido ao preço da gasolina, controlado pelo governo.

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