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8 dicas para lavar o carro e deixá-lo brilhando

Lavar o carro pode parecer uma tarefa simples, mas é preciso tomar alguns cuidados. É importante, por exemplo, escolher com cuidado os produtos a serem utilizados e saber qual é a melhor maneira de limpar certos itens do automóvel, como os vidros e o painel. Para te ajudar a cuidar bem do seu automóvel, nós reunimos nesta matéria 8 dicas importantes.

1 – Avaliar a situação do carro

Antes de pegar o balde e o sabão, avalie a condição geral de limpeza do seu carro para saber se ele precisa de uma lavagem completa ou apenas uma limpeza simples. Isso porque muitas pessoas acabam criando a rotina de lavar o carro todos os finais de semana, mesmo sem necessidade.

Caso você pegue estradas de terra ou rodovias diariamente, o recomendado é cuidar da limpeza do carro a cada 15 dias. O mais importante é não deixar a sujeira ficar acumulada por muito tempo, pois ela pode acabar danificando a pintura. Tratando-se de lama, a situação pode ser ainda mais delicada, pois ela pode enferrujar a lataria se permanecer no veículo por um longo período.

2 – Lave o carro na ordem correta

Sim! Existe uma ordem ideal para lavar o carro. O mais indicado é começar de cima para baixo, ou seja, do teto até chegar aos pneus. É mais prático e ágil! Além disso, nunca ensaboe o carro todo para depois enxaguá-lo. A dica é ir lavando o veículo por partes para evitar que o produto de limpeza seque e manche a pintura.

Na hora de lavar o carro, prefira fazer isso sob uma sombra para evitar o surgimento de manchas no veículo. Ah, não se esqueça de utilizar a água de forma consciente!

3 – Não utilize produtos derivados de petróleo

Não utilize querosene ou qualquer outro produto derivado de petróleo na hora de lavar o carro, principalmente na lataria ou no interior do veículo. Isso porque esse tipo de composição pode causar reações químicas capazes de deteriorar a pintura do automóvel. Portanto, lembre-se sempre de ler as especificações do produto.

4 – Não se esqueça do aspirador

Por motivos óbvios, nada de usar água corrente na hora de limpar o interior do automóvel. O aspirador de pó é o melhor recurso a ser utilizado nesse momento. Então, tire os tapetes e demais itens de dentro do carro para poder aspirar tudo! E por falar em tapetes, não há nenhum grande segredo para lavá-los. Uma escova, água e sabão são suficientes para deixá-los como novos.

Mas, e qual é a melhor forma de limpar o painel, o volante e as peças de plástico/couro? Use sempre produtos automotivos! Nada de aplicar lustra móveis ou qualquer outra coisa que não seja especificamente destinada a carros. Álcool também não é um boa ideia, pois ele tem o poder de ressecar materiais de plástico. No caso do couro, você pode hidratá-lo com água mesmo. 

5- Cuide bem dos bancos

Ainda na parte interior do veículos, os bancos podem ser limpos com a ajuda de uma solução caseira bastante simples. Você só precisa misturar os seguintes itens em um recipiente:

- 500 ml de água
- 1 colher de amaciante
- 1 colher de bicabornato de sódio
- ¼  xícara de álcool

Esse procedimento remove aquela sujeirinha mais profunda e ainda deixa o estofado do carro com cheirinho de limpeza. Para aplicá-lo, você pode usar tanto uma flanela quanto uma escova. Essa dica também é válida para os bancos de couro! Além de limpá-los, essa receita fácil e barata ajuda a hidratar o couro.

Clique aqui para conhecer mais dicas sobre a melhor forma de limpar os bancos do seu carro.

6 – Escolha o tipo de cera ideal para o seu carro

Depois de lavar o carro, é hora de dar aquela polida para ele ficar brilhando! Além de deixar o automóvel com cara de novo, a cera tem a função de proteger a superfície do carro do acúmulo de poeira e água, evitando o surgimento de manchas. O que muitos não sabem é que existem muitas variedades de ceras e, por isso, é preciso saber identificar qual é a melhor para o seu carro. A dica é sempre ler as informações contidas no rótulo para se certificar se ela é apropriada ou não.

Outra recomendação importante é garantir se você está levando uma cera de boa qualidade. Desconfie de ceras muito baratas, pois elas podem ser duras e nada eficientes. Se for aplicada uma cera realmente boa no seu carro, o polimento poderá ser feito de 6 em 6 meses. E, por falar em polimento, você sabia que existe uma temperatura ideal para polir o carro? O indicado é não deixar para fazer isso quando estiver muito calor, com o termômetro marcando mais de 30ºC, pois nessas condições a cera seca muito rapidamente e torna o trabalho de polir mais difícil. Já em temperaturas abaixo de 13ºC, a cera não espalha muito bem sobre o carro.

7 – Limpe os vidros de forma correta

Para a limpeza do carro ficar completa, o vidros também precisam de atenção especial. Por isso, utilize um limpa vidro capaz de formar uma película protetora e de boa qualidade, de preferência aqueles sem amônia na composição. Panos macios e que não soltem fiapos são os mais indicados para aplicar o produto nos vidros. Para finalizar e dar aquele brilho, use um jornal amassado. Outra dica é fazer movimentos verticais e horizontais para evitar que o vidro fique riscado.

8- Deixe os pneus brilhando     

O famoso pretinho, produto utilizado para deixar os pneus brilhando, é item quase obrigatório para quem quer sempre manter o carro com aparência de novo. Opte por produtos confiáveis, ou seja, aqueles que contêm a descrição de sua fórmula no rótulo. Os melhores são aqueles fáceis de aplicar e que mantêm os pneus com brilho por um longo período.

Você tem alguma outra dica para lavar o carro? Conte aqui nos comentários!

 

5 curiosidades sobre o óleo diesel

Você sabia que o óleo diesel pode ser utilizado não só para abastecer veículos automotivos, mas também os ferroviários e marítimos? E você sabia também que ele é dividido em algumas categorias tendo como base o seu nível de poluição? Nesta matéria nós reunimos essas e outras curiosidades sobre esse combustível tão importante para o Brasil. Confira:

1- O óleo diesel é o combustível mais utilizado no Brasil

Atualmente, o óleo diesel aparece no topo da lista de combustíveis utilizados no Brasil. De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o país comercializou 54,772 bilhões de litros de diesel só em 2017. Essa quantidade foi 0,91% maior do que a registrada em 2016. O aumento é atribuído à recuperação econômica do país.

Mas, por que o óleo diesel é o combustível mais utilizado no Brasil? Isso se deve ao fato de ele ser fonte de energia de variados meios de transporte e equipamentos. Ele move, por exemplo, carros, caminhões, máquinas industriais, máquinas de construção, embarcações e trens. O que leva tantos segmentos a utilizar o diesel é, principalmente, o seu desempenho superior quando comparado a outros combustíveis. Ah, além disso tudo, ele também é usado na geração de energia elétrica. 

2 – O óleo diesel é composto por enxofre   

O óleo diesel é obtido a partir do refinamento do petróleo e pode ser produzido a uma temperatura que varia entre 260ºC e 340ºC. Em sua composição robusta, ele contém átomos de carbono, hidrogênio e pequenas quantidades de enxofre, nitrogênio e ainda oxigênio. Todos esses elementos são responsáveis por dar aquele cheiro e cor específicos do combustível.

3 – Óleo diesel pode ser rodoviário ou não rodoviário

De acordo com a regulação da ANP, no Brasil são comercializadas duas categorias de óleos diesel: os de uso rodoviário e os de uso não rodoviário. O primeiro deles é aquele utilizado para abastecer veículos automotivos e máquinas. Ele é dividido em dois tipos: S10 e S500.

O óleo diesel S10 é popularmente conhecido como “Metropolitano”. Esta variedade leva esse nome justamente por ser utilizada em áreas urbanas, onde é preciso ter maior controle da emissões de gases. Isso porque o S10 é menos poluente, já que ele tem uma concentração de enxofre relativamente pequena. Segundo as normas da ANP, o óleo diesel metropolitano deve ter, no máximo, 0,05% de enxofre.  

Já o S500, conhecido como tipo “Interior”, tem uma quantidade máxima de 0,2% de enxofre, ou seja, ele é mais poluente. Vale lembrar ainda que tanto o diesel metropolitano quanto o interior pode ser comercializado na forma comum ou aditivado. Quer saber para que servem os aditivos? Clique aqui para descobrir.

Em relação ao óleo diesel de uso não rodoviário, ele recebe o nome de S1800. Geralmente, esse tipo de combustível é destinado à geração de energia elétrica e aos transportes ferroviários, por exemplo. De acordo com a ANP, existe ainda no Brasil o óleo diesel DMA/DMB. Ele é utilizado, principalmente, no abastecimento de embarcações.

4- Existem regras de armazenamento

O óleo diesel não pode ser armazenado por um longo período, pois ele pode acabar oxidando. Quando isso acontece, o combustível acaba danificando os sistemas de alimentação e injeção, bem como o motor do veículo. A dica, portanto, é não estocar diesel por muito tempo.  

Visando garantir a comercialização de óleo diesel de boa qualidade, a ANP instituiu algumas regras para orientar as distribuidoras de combustível. Algumas das principais normas relacionadas à estocagem e ao transporte do diesel estabelecem que:

- O óleo diesel B pode ser estocado por longo período visto que o atendimento às boas práticas de manuseio e armazenamento possibilita a manutenção da sua qualidade. O combustível estocado, desconsiderando-se tais práticas, pode se deteriorar e apresentar formação de material insolúvel.

- A presença de material insolúvel no combustível pode levar à obstrução de filtros e injetores, além de favorecer a formação de depósitos no sistema de combustão e a ocorrência de corrosão.

- Os tanques de armazenamento devem estar limpos, secos e protegidos de luz e de temperaturas extremas. Busca-se com isso evitar a oxidação do combustível ou a incorporação de contaminantes.

- O armazenamento pode ocorrer em tanques subterrâneos ou aéreos, devendo ser observada a temperatura à qual o combustível será submetido.

- Após a lavagem de tanques, tubulações, bombas e filtros, o óleo diesel B deve ser circulado por todo o sistema, em volume adequado para carrear resíduos remanescentes. Em seguida, deve-se drenar todo esse volume de forma a preparar o tanque para o recebimento do produto.

- É muito importante garantir a contínua renovação do conteúdo dos tanques de estocagem para limitar a presença de combustível envelhecido.

- Deve ser feita semanalmente a drenagem de produto remanescente no fundo do tanque de armazenamento, para a retirada de água, material microbiológico ou outras impurezas.

5- Testando a qualidade

Como saber se o óleo diesel é de boa qualidade ou não? Primeiramente, é preciso entender que um diesel considerado bom deve estar o mais próximo possível de sua pureza total. Portanto, uma maneira eficiente de verificar isso é colocando-o em um recipiente transparente e posicioná-lo contra a luz. Dessa forma, será possível observar se há partículas estranhas, incluindo água, no meio do óleo. Se você identificar algo, fique atento, pois ele pode estar impróprio para uso.

Você tem alguma dúvida sobre óleo diesel? Deixe uma pergunta nos comentários. Não se esqueça de compartilhar esta matéria nas redes sociais.

 

Selecionados Ruff: Toyota Corolla

Com mais de 50 anos de história e mais de 40 milhões de unidades vendidas pelo mundo, não dava para o Toyota Corolla ficar de fora do Selecionados Ruff. O modelo foi projetado pelo engenheiro Tatuso Hasegawa para atender as necessidades do mercado japonês. Anos mais tarde, ele acabou ganhando os cinco continentes. Hoje, aproximadamente 15 fábricas da empresa produzem o Corolla mundo afora.

Conheça a evolução e algumas curiosidades que nós separamos para vocês sobre esse verdadeiro fenômeno automotivo.

Os primeiros anos de história

O nome Corolla não vem do japonês como muitos imaginam. Na verdade, a palavra foi retirada do Latim e significa “coroa de flores”. A história desse nome dentro do mundo automotivo ganhou destaque a partir de 1966, quando a Toyota lançou a primeira versão desse que seria o seu maior sucesso.

Muito diferente do modelo que conhecemos hoje, a primeira geração do Corolla era bem compacta, tendo 3,85 metros de comprimento e 2,28 metros de entre eixos. Ele era um sedã com duas-portas e pesava cerca de 700 quilos. 

O ano de 1968 ficou marcado pelo lançamento do Corolla Sprinter, modelo disponível em quatro portas, e pelo início da produção do Corolla nos Estados Unidos. O sucesso grandioso da novidade da Toyota foi responsável por dobrar a produção de veículo da empresa naquela década, chegando à marca anual de 1,1 milhão de unidades fabricadas.

Do Japão para o mundo

A segunda geração do Corolla foi lançada em 1970, chegando ao mercado com alguns centímetros a mais. Ele passou a ter 3,94 metros de comprimento e 2,33 metros de entre eixos. Já o motor de 1,1 litro foi substituído pelo de 1,2 litro. Na parte interior, o carro ganhou bancos dianteiros com encosto alto. Dois anos mais tarde, a Toyota inovou mais uma vez e apresentou uma versão esportiva do automóvel, o Corolla Levin. Ele tinha motor 1.6 2T-G e 115 cv, uma boa configuração para a época. Não levou muito tempo para a terceira geração entrar em cena. Isso aconteceu em 1974, quando o carro ganhou mais alguns centímetros e um motor esportivo.

De geração em geração, o Corolla foi se modernizando e destacando-se cada vez mais no mercado automobilístico japonês e mundial. Em sua quarta geração, por exemplo, ele passou a ter um estilo mais confortável e a contar com versões luxuosas. A partir da quinta geração, em 1983, foram produzidos apenas modelos quatro portas. Os principais diferenciais nessa época vieram na parte mecânica com a implantação de motor transversal, suspensão traseira independente e tração dianteira.        

E a sexta geração? Ela começou a ser fabricada em 1987 e ficou marcada por seu estilo mais aerodinâmico e arredondado. Essas características foram aprimoradas em sua sétima geração, a partir de 1991. Dois anos depois, o Corolla passou a ser importado para o Brasil. O modelo que chegava por aqui tinha 4,27 metros de comprimento e 2,46 metros de entre eixos, além de ser disponibilizado em câmbio automático e motores 1.6 e 1.8 com 117 cv.

O ano de 1997 foi bastante significativo para a Toyota, pois foi quando o Corolla alcançou a marca de 22,6 milhões de unidades comercializadas. Esse número fez dele o carro mais vendido no mundo.

Fabricação brasileira

Foi apenas durante a sua sétima geração, em 1998, que o Corolla começou a ser produzido no Brasil, na recém-inaugurada fábrica da Toyota em Indaiatuba, no estado de São Paulo. A versão nacional foi fabricada apenas como sedã e com motor 1.8 de 116 cv.   

Com a chegada do século 21, a nona geração do Corolla passou a contar um design mais moderno e a ter mais tecnologias a bordo. Esses aspectos foram ainda mais desenvolvidos em sua décima geração.

Presente e futuro do Toyota Corolla

A versão mais moderna do Corolla no mercado brasileiro faz parte da 11ª geração. Ela tem um estilo amplo, com entre eixos de 2,70 metros. Os motoristas encontram nesse modelo controles eletrônicos de tração e de estabilidade e versões com motor 1.8 e motor 2.0. A grande inovação da 11ª geração é a presença de câmbio CVT. Enquanto isso, no mercado japonês, ele mantém um estilo mais estreito, seguindo os padrões automobilísticos do país. 

Já o futuro do Corolla será protagonizado por sua 12ª geração, a qual foi apresentada no Salão de Nova York 2018. No evento, foi exposta a versão hatch americana, que será vendida com motor 2.0 Dual-VVT-i aspirado e injeção direta. Além disso, o seu sistema de comando das válvulas de admissão será controlado eletricamente.

É bem provável que o Corolla hatch não fará parte do mercado brasileiro, mas a nova geração do queridinho da Toyota será produzido por aqui a partir de 2019, na fábrica de Porto Feliz, em São Paulo. Os modelos mais caros do sedã contarão com motor 1.5 turbo. Outro ponto a ser lembrado é que o câmbio manual de seis marchas não estará mais presente no Corolla brasileiro. 

Qual é sua opinião sobre o Toyota Corolla? Conte para gente nos comentários.

 

Mitos e verdades sobre postos de combustíveis

Muitas histórias rondam o mundo dos combustíveis. Boa parte delas são reais, mas outras não passam de mito. Isso acaba gerando muitas dúvidas sobre o que é ou não é permitido na hora de abastecer o carro. “Será que o meu celular vai explodir o posto?”, “Será que posso abastecer meu carro novo com gasolina aditivada?”, “Será que tem problema eu pedir para o frentista encher o tanque até a boca?”. Essas e outras questões são bem comuns no dia a dia dos postos.

De fato, os estabelecimentos fornecedores de combustíveis contam com diversas restrições por questões de segurança. Embora a justificativa para elas possam ser, às vezes, equivocadas ou exageradas, é importante sempre seguir as instruções presentes nas sinalizações dos postos. Mas, então, o que é mito e o que é verdade? Nós contamos para você.

Celular em postos de combustíveis causam explosões

Mito. Em entrevista à revista Superinteressante, o professor Marcelo Knobel, do Instituto de Física da Unicamp, afirma que a única possibilidade de um celular explodir um posto é se “ele cair e a bateria se soltar, produzindo uma faísca perto do chão num posto que tenha acabado de receber combustível”. Essa história surgiu com a disseminação em massa de um e-mail falso falando sobre a explosão de um posto de combustível causada por um celular que tocou durante o abastecimento. Embora falsa, a história acabou levando grandes cidades a criar leis proibindo o uso de celulares em postos, como em São Paulo.

Até hoje, nenhum caso de incêndio foi registrado nessas circunstâncias. Apesar disso, a restrição se mantém válida em diversos estabelecimentos sob a justificativa de que a eletricidade estática presente nos postos de combustíveis possa gerar faíscas quando em contato com o celular. Geralmente, essa restrição é aplicada apenas para a área próxima aos bicos de abastecimento. Mito ou não, sempre respeite as sinalizações de segurança presente nos postos!

Deve-se desligar o motor ao abastecer

Verdade. Os próprios postos de combustíveis já contam com sinalizações solicitando o desligamento do carro na hora de abastecer. Isso porque existe o risco de o motor ligado gerar inflamação dos gases da gasolina.

Fumar dentro do carro é altamente perigoso

Verdade. Todo mundo sabe que é proibido fumar em um posto de combustível. Essa norma de segurança está relacionada ao alto risco de incêndio proveniente do uso de isqueiro e das cinzas do cigarro. Durante o abastecimento, mesmo que o motorista ou passageiro fume dentro do carro, o risco ainda permanece. Por isso, respeite essa norma e nunca fume em um posto de combustível em qualquer circunstância.

A gasolina aditivada não é para todos os carros

Mito. A gasolina aditivada pode ser utilizada sem qualquer tipo de restrição. Carros flex podem alternar entre gasolina comum e aditivada sem nenhum problema. Os automóveis novos também pode ser abastecidos com esse tipo de combustível. A recomendação é que os veículos com mais de 30 mil quilômetros rodados utilizando gasolina comum façam a troca gradativa pela aditivada. O importante é não fazer a substituição brusca da comum para a aditivada, pois isso pode ocasionar o entupimento dos bicos injetores e dos carburadores.

Nós publicamos uma matéria aqui no blog explicando detalhadamente as diferenças entre a gasolina comum e a aditivada e quando usá-las. Clique aqui para conferir.

Encher o tanque até a boca causa problemas

Verdade. O cânister, um filtro de carvão localizado no tanque, deve receber apenas vapor. Quando preenchido com combustível, ele pode ser danificado. Além disso, encher o tanque até a boca pode implicar no derramamento de combustível sobre a pintura do carro, causando manchas.

Encher o tanque bem de manhã é mais vantajoso

Mito ou verdade? Bem, depende! É verdade que quando a temperatura aumenta o volume do combustível se expande. A variação de 10º

C na temperatura do local de armazenamento do combustível pode significar, mais ou menos, um diferencial de 8 gramas por litro em seu peso. Para ser de fato vantajoso abastecer de manhã, a temperatura da noite tem que ter sido bem mais baixa do que a prevista para o dia.

Os postos de combustíveis são obrigados a fazer testes de qualidade

Verdade. Existem leis e regulações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) que exigem a realização de testes de qualidade quando solicitados pelo consumidor. A verificação é simples e gratuita.

Um dos testes que você pode pedir é o de proveta. Ele é realizado para identificar se a quantidade de etanol presente na gasolina está dentro do padrão de 27%. O teste é em feito em um tubo onde o combustível é misturado a uma solução de água e sal. Os atendentes dos Postos Ruff são treinados para oferecer essa e outras análises de qualidade.

Você tem alguma dúvida relacionada aos mitos e verdades de postos de combustíveis? Deixe a sua pergunta aqui nos comentários.

 

5 cuidados com o sistema elétrico do carro

O sistema elétrico é parte importantíssima de um carro. Ele é o responsável pela partida do motor a combustão e por alimentar o circuito de carga do veículo, incluindo a recarga da bateria. Em sua lista de componentes, encontramos os consumidores contínuos (itens do sistemas de injeção e ignição eletrônica), os de longa duração (faróis, ar-condicionado, rádio, desembaçador e etc.) e os de curta duração (buzina, vidros elétricos, luz de freios e etc.).

Quer saber mais detalhes sobre o funcionamento e manutenção do sistema elétrico do seu carro? Então, confira essas 5 recomendações que separamos para você mantê-lo funcionando perfeitamente.

1- Não deixe apenas o sistema elétrico ligado por muito tempo

Você tem o costume de deixar o rádio ligado por muito tempo sem funcionar o motor? Caso sim, saiba que esse hábito pode diminuir a vida útil da bateria. A mesma dica vale para os faróis e para as luzes internas do veículo. Se você precisar utilizar algum desses periféricos com o carro desligado, o recomendado é ligar o motor por 5 minutos a cada meia hora.

2- Troque a bateria periodicamente

O tempo de duração de uma bateria varia de acordo com a sua configuração. Normalmente, ela pode ter vida útil de até dois anos. Entretanto, quanto mais agregados eletrônicos um carro tiver, menos a bateria durará. Em carros com sistema de freios do tipo ABS, por exemplo, a bateria costuma durar menos tempo. 

Quando o assunto é o período de duração de uma bateria, a amperagem é um dos fatores determinantes. Há quem acredite que instalar uma bateria com amperagem superior ao dos padrões de fábrica seja uma forma de evitar sobrecargas. No entanto, isso pode desencadear uma série de problemas no sistema elétrico, já que a amperagem da bateria padrão é proporcionalmente calculada com base na potência dos equipamentos, da tensão e da corrente.

3- Não deixe lâmpadas queimadas no seu veículo

Quando uma lâmpada ou lanterna do seu carro queimar, o indicado é fazer a substituição dela o mais rápido possível. Isso porque o circuito elétrico do veículo fica aberto quando algum desses itens não estão funcionando. Mas, o que isso quer dizer? Bem, o circuito aberto gera fuga de corrente, o que acaba fazendo com que a bateria descarregue com maior frequência.

4- Não dê partida imediatamente

Inicie o sistema de ignição. Espere entre 5 e 10 segundos. Dê partida! Esse é o ritual que os motoristas devem seguir para não causar panes elétricas no carro. Essa dica é ainda mais importante para quem tem o costume de deixar itens elétricos (ar-condicionado, rádio e faróis) ligados na hora de desligar o carro. Se a partida for dada imediatamente e todos esses itens estiverem acionados, as chances de uma pane elétrica são ainda maiores.

Para manter o sistema elétrico do seu carro em ordem, o indicado é sempre desligar o rádio e demais componentes elétricos antes de desligar o motor. Ao fazer isso, você também diminuiu o risco de queimar luzes e lanternas.

5- Reservatório de partida a frio sempre abastecido

O bom funcionamento do sistema elétrico do carro depende ainda do reservatório de partida a frio. No momento da partida a frio, a bateria fica sobrecarregada. Isso porque a ignição ocorre mais dificilmente quando a temperatura está baixa. Essa situação se agrava em caso de veículos movidos apenas a etanol. Portanto, a dica é manter o reservatório de partida a frio sempre abastecido com gasolina aditivada para ajudar a conversar o sistema elétrico do carro.

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