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Quais são os melhores softwares de gestão para postos de combustíveis?

Os softwares de gestão para postos de combustíveis ajudam a concentrar todas as informações administrativas do estabelecimento em único lugar. Além de agilizarem os processos de gerenciamento, eles reduzem custos e garantem a segurança dos dados.

Mas, você sabe como identificar quais são os melhores sistemas para gerir o dia a dia de um posto? Para te ajudar nessa missão, nós separamos algumas dicas e listamos alguns dos softwares utilizados no Brasil.

As vantagens de informatizar postos de combustíveis

Aquele antigo caderno para registrar as entradas e saídas em um posto de combustível já foi extinto. A informatização da administração de postos é um requisito indispensável nos dias de hoje, pois ela assegura a proteção das informações e fornece praticidade para os procedimentos de entradas e saídas.

Mas, quais são os benefícios específicos que os sistemas de gestão oferecem? Bem, as vantagens são diversas! Os softwares para postos centralizam todas as movimentações do estabelecimento em um único lugar, facilitando o controle interno. Por meio dessa tecnologia, é possível supervisionar o funcionamento das bombas e monitorar o estoque, por exemplo.

Agilidade é outro benefício proporcionado por esse tipo de sistema. Com ele, as informações podem ser acessadas e compartilhadas quase que de forma instantânea. Assim, a administração do tempo se torna mais eficiente, o que acaba refletindo positivamente no atendimento ao cliente.

Como escolher o melhor sistema de gestão?

Na hora de contratar um software de gestão para postos de combustíveis é preciso se atentar a alguns detalhes. O primeiro deles é verificar se o sistema atende às principais necessidades administrativas do seu estabelecimento. Por exemplo, ele oferece uma ferramenta de controle de colaboradores? Há uma área para registrar o reabastecimento dos fornecedores? Quais soluções ele fornece para facilitar o cumprimento de exigências fiscais?

Vale ainda observar se o software é capaz de gerar relatórios sobre as receitas, despesas, vendas e estoques do posto. Pergunte ainda sobre a garantia de segurança da informação. Ele realiza backup dos dados automaticamente ou é preciso contratar esse serviço de terceiros? É importante tirar todas as dúvidas para ter a certeza de estar fazendo o melhor investimento.

Alguns dos principais softwares para postos de combustíveis

1. Petroshow

O Petroshow é um software que reúne várias soluções para os donos de postos de combustíveis. Por meio dele, é possível centralizar praticamente toda a gestão do estabelecimento. Além dos processos e procedimentos ligados especificamente aos combustíveis, ele também pode ser aplicado nas lojas de conveniência.

Ele oferece a possibilidade de fazer o faturamento automático e permite a atualização inteligente dos preços dos combustíveis. Outra vantagem é o campo destinado à gestão das despesas logísticas a fim de otimizar os custos operacionais. Em relação à parte financeira, ele garante transações seguras com rotinas de conciliações bancárias.

O Petroshow pertence à empresa paranense Viasoft, que conta com mais de 35 mil usuários.

2. Linx Postos

Outro software bastante conhecido é o Linx. Ele pode ser utilizado tanto nos postos quanto nas lojas de conveniência. Um diferencial desse sistema é o fato de ele ser totalmente hospedado na nuvem, o que garante mais segurança para os seus dados, facilita o acesso às informações e exige menos investimento em hardware.

O Linx oferece vários módulos e você pode contratar apenas aqueles que fazem sentido para o seu negócio. Ele permite, por exemplo, integrar a operação com as transportadoras e controlar o fornecimento de combustíveis. Além disso, o sistema engloba a gestão da equipe do posto, possibilitando o cadastramento dos colaboradores para a criação de um histórico e a implementação de um ponto eletrônico.

3. Petros

O Petros é um sistema que também oferece diferentes módulos, sendo possível unificar o controle operacional, financeiro, fiscal e gerencial do posto. Ah, ele também é armazenado em nuvem e realiza backups diários, aumentando a segurança das informações.

Esse software faz a atualização e sincronização de dados automaticamente, além de ajudar a manter as obrigações fiscais em dia (Pis/Cofins, LMC, NFC-e, NF-e, SAT-CF-e, e outras). A gerência do posto de combustível pode controlar o acesso ao sistema e registrar informações relacionadas a frentistas e clientes.

Segundo informações institucionais, o Petros já foi instalado para mais de mil clientes.

4. Autoexpert

O Autoexpert é um software presente no mercado desde 1993. Ele disponibiliza aos seus clientes uma integração versátil, incluindo a administração centralizada de filiais. Um diferencial oferecido por esse sistema é o Canal Cliente. Por meio dele, os gerentes podem registrar as informações de abastecimento de cada cliente com privacidade.

Outra ferramenta encontrada no Autoexpert é o Livro de Movimentações de Combustíveis (LMC). Além disso, ele é atualizado de acordo com as exigências fiscais do setor. Você conhece ou já ouviu falar sobre esse software?

5. Meta Posto

Esse sistema é conhecido por facilitar a administração financeira e contábil dos postos. Com ele, é possível monitorar remotamente o andamento das vendas e do estoque por meio de um aplicativo disponível para smartphones e tablets. Portanto, você pode ter acesso às informações do seu posto e das filiais mesmo estando longe. 

As vantagens do Meta Posto incluem ainda a integração do sistema com os medidores de tanques para controlar o estoque e o ajuste automático do LMC. Eles também oferecem um módulo para o relacionamento com os clientes.

Você conhece algum desses softwares de gestão para postos de combustíveis ou tem indicação de outros? Conte para gente nos comentários. Não se esqueça de compartilhar este artigo nas redes sociais.

 

Conheça a história dos combustíveis

Não é novidade para ninguém a importância dos combustíveis para toda a sociedade. Mas, você já parou para pensar como era a vida das pessoas quando não existia gasolina, etanol, GLP ou gás natural? Desde a pré-história até os dias atuais, o ser humano tem buscado fontes de energia para se aquecer, alimentar e locomover. 

Os combustíveis foram protagonistas de grandes episódios da história mundial. Quais? Neste artigo, nós da Ruff contamos para você os principais detalhes e curiosidades sobre a história dos combustíveis e também dos primeiros postos de gasolina. 

O que são combustíveis?

Para começar, é importante entender quem são eles. De forma geral, todas as substâncias químicas queimadas com o intuito de produzir energia na forma de calor são chamadas de combustíveis. Eles podem ter diversas aplicações, sendo utilizados para acionar, por exemplo, motores automotivos, aeronáuticos, industriais ou turbinas de usinas termelétricas.

Os combustíveis podem derivar de fósseis animais e vegetais, como é o caso do petróleo, ou de plantas, como a cana-de-açúcar (a matéria-prima do etanol). Além disso, eles podem ser originados a partir da eletrólise da água ou do lixo (biogás).

Ah, o combustível é classificado ainda como renovável ou não renovável. O primeiro é aquele obtido de fontes não fósseis, ou seja, ele não se esgota (água, etanol, madeira e etc.). Já o segundo, é obtido a partir de fontes fósseis, disponíveis na natureza por um tempo limitado, como o petróleo.

A evolução e a história dos combustíveis

A primeira fonte de energia da humanidade foi a madeira. Ela era queimada pelos homens primitivos com o intuito de se proteger do frio e cozinhar alimentos. Mas, foi a partir da primeira Revolução Industrial que os combustíveis modernos começaram a ser originados. Naquela época, a necessidade de mover os motores a vapor utilizados em locomotivas e grandes fábricas fez com que o carvão mineral se tornasse o grande protagonista do período.

Anos mais tarde, já no começo do século 20, foi a vez do petróleo ser explorado como fonte de energia. Isso porque os automóveis começaram a se popularizar e foi preciso encontrar um combustível eficiente. A partir de então, a refinação do petróleo passou a ser feita em larga escala e a gasolina ganhou destaque no mercado. Antes disso, a principal função do petróleo era dar origem ao querosene, utilizado na iluminação pública e residencial.

A criação da gasolina aditivada e os impactos da Crise do Petróleo

No contexto das refinarias de petróleo, a novidade na década de 1950 foi o investimento na produção de combustível com alta octanagem e o início da comercialização da gasolina aditivada. Clique aqui para saber o que é e quais são os benefícios da gasolina aditivada.

Mas, e o etanol? Bem, ele foi criado depois das famosas Crises do Petróleo, na década de 1970, responsáveis por afetar o setor em escala mundial. Muitos países, então, começaram a buscar novas fontes de energia. A obtenção de álcool anidro a partir da cana-de-açúcar foi o grande destaque nesse período, principalmente no Brasil.

Já a gasolina, também em 1970, ganhou novos compostos antidetonantes com o objetivo de minimizar os impactos ambientais causados por sua queima. Além disso, uma medida que vem sendo adotada desde aquela época até os dias de hoje é a redução do teor de enxofre na gasolina.

Quer conhecer detalhes e curiosidades sobre o óleo diesel? Clique aqui e confira o post especial que fizemos sobre esse combustível.

Os primeiros Postos de Combustíveis

Você já parou para pensar como era a vida dos motoristas antes do surgimento dos postos de combustíveis? Como contamos acima, a popularização dos carros aconteceu no começo do século 20. Naquela época, para abastecer um veículo, era preciso comprar barris de 200 litros de gasolina. Eles eram vendidos em armazéns e inseridos nos tanques dos carros por meio de funis.

O primeiro projeto mais semelhante a ideia de posto de combustível foi inaugurado em 1888, na cidade alemã de Wiesloch. Ele ficava em uma farmácia e era utilizado como base de abastecimento da Bertha Benz, primeira pessoa no mundo a dirigir um carro a uma longa distância.

Mas, a concepção de posto de gasolina como conhecemos hoje só foi criada em 1907. Naquele ano, o fundador da Ford, Henry Ford, inaugurou em Saint Louis, nos Estados Unidos, o Automobile Gasoline Company, um galpão com duas bombas instaladas sob pedestais.     

No mesmo ano, a Stanford Oil of California, atual Chevron, construiu o segundo posto de combustível do mundo em Seattle, também nos Estados Unidos. Outra curiosidade é que foi a Stanford Oil a inovar e criar o conceito de posto bandeirado.

Postos no Brasil

Em 1915, foi inaugurado o primeiro posto de combustível em solo brasileiro. Quem trouxe a novidade para o país foi a Texaco, mas, antes disso, outras duas empresas estrangeiras já atuavam por aqui como distribuidoras.

Ao passar dos anos, o mercado de combustíveis do Brasil passou por diversas transformações. Isso inclui o domínio do setor por oligopólios e, na década de 1990, a sua flexibilização, permitindo a criação de novas distribuidoras de combustíveis e o estabelecimento de um mercado mais competitivo. Clique aqui e saiba mais sobre o assunto.

Você tem alguma dúvida sobre a história dos combustíveis? Deixe a sua pergunta nos comentários. Não se esqueça de compartilhar este artigo nas redes sociais.

 

Selecionados Ruff: Nissan Frontier - A picape dos “Pôneis Malditos”

Você se lembra da musiquinha “Pôneis Malditos, Pôneis malditos”? Ela fez parte da campanha publicitária lançada pela Nissan em 2011 para promover a picape Frontier. O comercial fez tanto sucesso que chegou a ficar em primeiro lugar nos trending topics do Twiiter e, como resultado, fez a vendas da montadora crescer.

Neste artigo, nós da Ruff contamos para você a história da Nissan Frontier e relembramos a repercussão dos pôneis malditos.

A chegada da Nissan Frontier ao Brasil

A Nissan Frontier chegou ao Brasil como um automóvel importado na década de 1990, mas a história do modelo começou bem antes disso, em 1962. Lá fora, essa picape da fabricante japonesa leva o nome de Nissan Navarra. A produção nacional da Frontier começou em 2002, na fábrica de São José dos Pinhais-PR, marcando o início da Nissan do Brasil.

A primeira geração da Frontier nacional foi colocada no mercado nas versões com tração 4x4 e 4x2, contando com um motor de 2.8 litros turbo diesel intercooler e com peso seco de 213 kg. Ela tinha uma potência máxima de 132 cv. Além disso, o modelo de estreia no Brasil já vinha equipado com ABS nas quatro rodas com EBC, faróis de neblina, airbag duplo e com outros detalhes que eram diferenciais na época.

O design das primeiras Frontiers era considerado inovador por aqui, principalmente por causa da semelhança com as picapes americanas. O capô se destacava por seu ar robusto e pelos faróis de neblina mais arredondados. Por dentro, a cabine dupla média era marcada por linhas que davam um ar esportivo ao veículo.

Em seu primeiro ano com fábrica no Brasil, a Nissan produziu 4.500 unidades da Frontier.

Pôneis Malditos, Pôneis Malditos!

Com o passar dos anos, novas gerações da Nissan Frontier foram lançados, garantindo à ela solidez no mercado brasileiro e fazendo frente às principais concorrentes: Ford Ranger, Chevrolet S-10 e a Toyota Hilux. Mas, foi em 2011 que a picape da empresa japonesa ganhou ainda mais destaque graças a um comercial de sucesso.

A publicidade dos “Pôneis Malditos” entrou no ar em julho de 2011 e rendeu bons resultados para a Nissan. No vídeo, era exibida a imagem de um veículo concorrente atolado enquanto o locutor perguntava: “Você prefere uma picape que tenha cavalos ou pôneis?”. Em seguida, o motorista chuta o pneu e o capô abre, mostrando pôneis correndo em um carrossel e cantando “Pôneis malditos, pôneis malditos, venha com a gente atolar”. 

Se você não se lembra do comercial, clique aqui para assisti-lo.

A repercussão da campanha foi gigante! Nas redes sociais, as pessoas só falavam sobre isso, levando os pôneis a ficarem em primeiro lugar nos trendings topics do Twitter. No Youtube, a Nissan lançou uma versão estendida do comercial, onde um pônei fofo se transforma em um “pônei do mal” e, com uma voz macabra diz que “se você não passar o vídeo para 10 pessoas, você vai sofrer a maldição do pônei: você vai ficar o resto da vida com essa música na cabeça”.

A polêmica do comercial e os bons resultados para a Nissan

Os pôneis conquistaram boa parte do público, mas o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR) recebeu cerca de 30 denúncias contra o comercial. Segundo as reclamações, a campanha era um problema para as crianças, já que associava pôneis – uma figura do universo infantil – à palavra “maldito”. Mas, o processo foi arquivado após o órgão decidir que a publicidade não era inadequada.

Uma nova versão do comercial dos pôneis foi lançada em 2012 e agência de publicidade Lew’Tara/TBWA, desenvolvedora da campanha, recebeu vários prêmios com o vídeo. Quem também saiu ganhando nessa história, claro, foi a Nissan.

Por causa da repercussão dos pôneis malditos, as vendas da montadora em agosto de 2011 cresceu 81% em relação ao mesmo período do ano anterior. Foram 5.375 veículos vendidos no mês. De acordo com dados da empresa, as vendas da Frontier aumentou em 110%. Outros modelos da Nissan também registraram números acima da média. A quantidade de vendas do Sentra, por exemplo, subiu em 127% e do Tida em 120%.

Encerramento da produção no Brasil. Agora, a Frontier vem da Argentina!

Entre 2013 e 2016, houve uma queda constante nas vendas da Frontier no Brasil. Em 2012 foram mais de 17 mil unidades comercializadas. Já em 2016, esse número caiu para 3.605. Essa pode ter sido uma das principais razões que levou a Nissan a anunciar, em setembro de 2017, o encerramento da produção da picape no Brasil.

A nova geração da Frontier passou a ser importada do México, custando entre, mais ou menos, R$ 150 mil e R$ 170 mil. Com um motor 2.3 turbo diesel de 190 cv, ela é vendida nas versões SE e LE. Em 2018, a Frontier começa a chegar ao Brasil a partir da Argentina, diretamente da fábrica instalada na cidade de Córdoba.

Você gosta de picapes? Então, conte para gente nos comentários o que você acha da Frontier Nissan.

 

Como funciona o transporte de combustíveis no Brasil?

A logística do mercado de derivados de petróleo exige muito planejamento e atenção especial com o transporte de combustíveis, principalmente por se tratar de uma carga perigosa. Nesta matéria, nós compartilhamos com você as principais informações sobre a dinâmica de distribuição desses produtos no Brasil.

Por dentro da história das distribuidoras de combustíveis

O mercado de combustível no Brasil foi, por muito tempo, dominado pelos oligopólios do setor. Toda a distribuição de fontes energéticas derivadas do petróleo era concentrada. Esse cenário passou a se transformar a partir da década de 1990, quando houve uma mudança na legislação com o intuito de flexibilizar o serviço e torná-lo mais competitivo.

Foi nesse período de abertura do mercado que os donos de postos e os consumidores puderam contar com a oferta de combustíveis vinda de novas empresas. As distribuidoras de energia automotiva criadas naquela década, como a Ruff, foram responsáveis por dar ampliar a logística de combustíveis no Brasil.

A transformação no segmento de armazenamento e distribuição de fontes de energia veio acompanhada pela criação de leis específicas para estabelecer regras para a comercialização desse tipo de produto. A Lei do Petróleo, juntamente com a instituição da Agência Nacional do Petróleo (ANP), regulamenta o mercado de combustíveis, incluindo a disposição de normas sobre a qualidade dos produtos comercializados pelas distribuidoras e pelos postos. Além disso, define algumas regras ligadas aos modais de transporte.  

Panorama sobre transporte de combustíveis no Brasil

Você sabe como os combustíveis líquidos são transportados no Brasil a fim de abastecer postos e empresas? Se a sua resposta foi por meio terrestre, com a utilização de caminhões e carretas, você acertou! Embora esse seja o modal mais comum e mais explorado, a logística dos combustíveis também é atendida pelas ferrovias, hidrovias e dutovias (transporte realizado por meio de tubos, como os gasodutos e oleodutos).  

A título de curiosidade, em outros países, como nos Estados Unidos, menos de 50% do transporte de combustíveis é feito por rodovias. Na Rússia, a logística dos derivados de petróleo é dominada pelo descolamento ferroviário e dutoviário, sendo apenas 4% do transporte realizado por meio de caminhões.

A maior parte da demanda por combustíveis no Brasil é proveniente das regiões Sul e Sudeste. São nessas duas áreas onde encontramos as principais dutovias do país: o Oleoduto Osbra, que liga São Paulo a Brasília; o Oleoduto Opasc, que conecta os estados do Paraná e Santa Catarina; e o Etanolduto Ribeirão Preto-Paulínia. Este último é responsável por interligar as bases da Ruff, ou seja, os produtos da nossa distribuidora vêm diretamente dos tanques e dos dutos da refinaria, aumentando a eficiência de toda operação. Isso inclui menor tempo de ressuprimento e menores custos logísticos.

Em relação às ferrovias, uma das mais importantes para a distribuição de combustíveis é a de Centro-Atlântica (FCA), localizada em Minas Gerais. Outra ferrovia muito utilizada e estratégica é a ALL Malha Paulista, que vai de Paulínia-SP em direção à Região Centro-Oeste. Não podemos nos esquecer ainda da ALL Malha Sul, responsável por conectar o estado do Paraná ao Rio Grande do Sul.

Cuidados no transporte rodoviário

O transporte de combustíveis deve seguir uma série de regras determinadas pela legislação específica. Os cuidados são necessários porque os derivados de petróleo utilizados como fonte de energia são classificados como produtos perigosos.

De acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), os produtos perigosos são aqueles que podem oferecer algum risco ao meio ambiente ou à saúde e segurança das pessoas. Quando estão sendo deslocados, os combustíveis também recebem o status de carga perigosa.

A logística de todos materiais inflamáveis, radioativos e corrosivos necessitam atender normas de segurança para evitar danos à natureza e à sociedade. Os motoristas, por exemplo, devem ter uma certificação especial que os habilitem a transportar esse tipo de carga. Para isso, eles são obrigados a fazer o curso de Movimentação e Operação de Produtos Perigosos (MOPP).

É dever das distribuidoras de combustíveis, e de qualquer transportadora de cargas perigosas, ter o Certificado de Inspeção para o Transporte de Produtos Perigosos (CIPP) e o Cerificado de Inspeção Veicular (CIV). As operações de deslocamento de energia automotiva ainda requer o Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras (CTF-APP), documento exigido pelo IBAMA.

Além da documentação e certificações específicas, de modo geral, o transporte de combustíveis deve fornecer informações sobre as adequações do caminhão com base no que determina a lei. Clique aqui para conhecer mais detalhes sobre a resolução da ANTT a respeito do transporte rodoviário de produtos perigosos

Ah, vale lembrar ainda que os caminhões e carretas carregadas com combustíveis devem ser equipadas com sinalizações especiais, como as placas indicando tratar-se de uma carga inflamável, e instrumentos para situações de emergência. Para o motoristas, deve ser disponibilizado um kit de Equipamentos de Proteção Individual, fundamental para assegurar a segurança dele em casos de acidentes ou panes no veículo. 

A Ruff segue essas e demais normas relacionadas ao transporte de combustíveis para garantir que os nossos produtos cheguem até os clientes e consumidores de forma segura, sem oferecer qualquer tipo de risco aos nossos motoristas, à natureza e à população em geral.

Você tem alguma dúvida sobre o funcionamento do transporte de combustíveis? Deixe a sua pergunta nos comentários. Não se esqueça de compartilhar esta matéria nas redes sociais. 

 

6 dicas para acertar na hora de comprar um carro usado

Comprar um carro usado exige uma análise precisa. Existem vários cuidados que o comprador precisa ter para garantir um bom negócio e evitar futuras dores de cabeça. Conhecer o histórico do veículo, levar um mecânico de confiança para avaliar o carro e saber sobre os gastos com combustível são alguns pontos a serem observados antes de fechar negócio.

Confira as dicas que separamos para vocês!

1 – Certifique-se de que o carro não é roubado

Você conhece o passado do automóvel que pretende comprar? Não corra o risco de levar um carro roubado para casa. Para garantir de que está tudo em ordem, pesquise pela placa do carro no site do Detran e verifique o que há registrado sobre ele. Outra dica é conferir o número do chassi para identificar se existe alguma adulteração e compará-lo com o código registrado no motor e nos vidros.

O documento do veículo é outro modo de garantir uma compra segura. Lembre-se de observar se ele é original. Como? Cheque se a letras estão em alto-relevo. Quem compra carro roubado corre o risco de perder todo o dinheiro investido. Isso porque a polícia pode parar o carro em alguma blitz e, facilmente, detectar se o automóvel foi furtado.

2 – Saiba quais são os carros que ninguém quer comprar

Algumas pessoas podem até achar que seja implicância ou perseguição, mas quando muita gente fala mal sobre determinado modelo...desconfie! Descubra quais são as razões que motivam a rejeição ao veículo. Se você comprar um carro com elevado nível de rejeição, depois terá dificuldade para vendê-lo.

Geralmente, as pessoas fogem dos veículos beberrões ou dos que tem um alto custo de manutenção, como os importados. Outro fator que influência nesse sentido é a cor. Carros pretos e pratas são os favoritos dos brasileiros, enquanto aqueles com cores mais diferenciadas (amarelo, laranja, vermelho e etc.) costumam ficar bastante tempo parados nas revendedoras. Mas, e os carros brancos? Estes também costumam sofrer com a resistência dos compradores, principalmente pela desconfiança que se levanta de eles já terem sido utilizados como táxi.

Os carros “mexidos” - aqueles rebaixados, turbinados ou com muitos acessórios - também não são muito bem vistos no mercado de revenda.

3 – Descubra quanto custa a manutenção

Às vezes, encontramos carros importados por valores bem atrativos. Logo pensamos que essa pode ser a nossa grande chance de ter na garagem um carrão que poucos têm. Mas, será que essa é uma escolha realmente vantajosa?

A nossa recomendação é analisar bem os custos de manutenção do veículo desejado para saber se a compra vai valer a pena. Um modelo antigo da BMW pode até ser barato, mas as peças (freios, filtros, lanternas, faróis, amortecedores, para-choques, pneus e etc.) e a mão de obra do mecânico podem pesar no bolso. Portanto, é bom levar isso em consideração antes de fechar negócio.

Ah, lembre-se ainda de fazer um orçamento do seguro auto, pois essa é outra variável capaz de tornar as despesas com o veículo mais pesadas.

4 – Cheque de onde vem o carro

Para acertar na hora de comprar um carro usado, verifique de que cidade e estado ele é procedente. Muita gente nem pensa nisso, mas trata-se de um fator que pode impactar no preço e nas condições mecânicas do veículo. De acordo com dados da Molicar, os carros de segunda mão vendidos no Sul do Brasil são os mais valorizados, pois é a região onde há uma forte cultura de conservação do veículo.

Em relação aos carros revendidos no estado de São Paulo, eles também são muito bem vistos no mercado. Isso porque as estradas paulistas são consideradas boas, o que influencia nas condições mecânicas do automóvel. A situação é inversa quando o assunto é os veículos do Norte e Nordeste. Os carros usados de lá são vendidos por um valor inferior devido à baixa qualidade das estradas e à salinidade.

5 – Analise toda a pintura e a lataria

Quando for avaliar um carro usado, é melhor fazer isso em lugar bem iluminado pela luz do sol. Por quê? Para você poder enxergar riscos e manchas na pintura. Fique atento para checar se há mudanças na tonalidade da pintura em alguma parte do automóvel, pois isso indica que ele já esteve envolvido em acidentes.

Recomendamos ainda observar se o carro tem amassados na lataria, se o espaçamento entre as portas é desigual, se o número do motor é diferente do original, se há óleo escorrendo pelo escapamento e se as portas estão encostando nos batentes. Além disso, verifique se em alguma parte do carro há a presença de massa plástica, um outro indicativo de que o carro foi batido.          

6 – Dirija o automóvel para testá-lo 

Será que o atual dono do carro que você está pensando em comprar é cuidadoso? Preste bastante atenção nisso! Existem aquelas pessoas que prezam pelo bom uso do veículo, dirigindo sempre de forma responsável e mantendo a manutenção em dia. Por outro lado, também há aqueles motoristas desleixados, que “judiam” bastante do automóvel.

É por essa razão que, além de tudo que já falamos aqui, você deve dar uma volta no carro antes de fechar negócio. Assim, você vai poder notar se as partes mecânica e elétrica estão funcionando adequadamente. E para não ter surpresas negativas, verifique se todas as manutenções necessárias foram feitas. Vale ainda levar o seu mecânico de confiança para dar uma olhada no veículo.

Você tem alguma outra dica para quem deseja comprar um carro usado? Conte aqui nos comentários.

 

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