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O preço do Etanol pode subir novamente

Já foi previsto que a produtividade da cana seria menor em 2011 e prejudicaria o desempenho da safra atual. Agora com novos números divulgados acredita-se que o preço do Etanol volte a subir, pois a produtividade deve ser menor do que a prevista até então.

Essa semana a Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar) informou que segundo o Centro de Tecnologia Canavieira, a produtividade teve queda de 20,7% até o final de maio se comparado com o mesmo mês da safra 2010/11.

Isso ocorre principalmente pela colheita de canaviais envelhecidos, a carência de cana deixada no campo de uma safra para outra e pelo atraso no crescimento da planta em razão do clima. Ainda foi divulgado que a qualidade da cana processada até então é menor que a do ano passado. Esse fator indica que a quantidade de álcool e açúcar conseguidos através do processo também diminuiu.

Por causa desses números, a Unica se uniu aos sindicatos e associações produtoras do centro-sul e já começou a quantificar a porção de cana disponível para moagem nos meses seguintes. Assim poderá se posicionar quanto à necessidade de uma possível revisão na previsão de produção.

Lembrando que a projeção em março era de 568,5 toneladas de cana da safra 2011/12. Sérgio Prado da Unica afirmou que ainda é muito cedo para prever quebra de safra, porém no mês de maio a união já havia apontando a possibilidade de não atingir a produção calculada.

Em questão de ATR (quantidade de açúcar na cana), a tonelada obteve 116,3 kg em maio, representando 3,7% a menos que os 120,8 kg rendidos nesse mesmo período em 2010. Podemos observar que esses números são bem abaixo do que os 140,8 kg previstos para essa safra.

Diante dessas novas informações é possível prever que o preço do etanol subirá nos postos, uma vez que o país não tem cana suficiente para abastecer o mercado. No entanto, saberemos da verdadeira dimensão dessa situação quando a nova projeção for feita. Continue acompanhando esse assunto com a Ruff e nos mande seus comentários!

Você sabe como funciona a implantação de bandeiras?

A implantação de bandeira é um excelente investimento para quem quer investir ou já possui um posto. Para ajudar a entender melhor esse processo e todas as suas vantagens, a Ruff resolveu dedicar essa publicação para explicar seu funcionamento.

Como funciona?

  • A implantação da bandeira Ruff é uma parceria entre a distribuidora e o revendedor. Para entrar em negociação com a Ruff é necessário que o interessado tenha um posto em funcionamento ou um terreno para a construção do empreendimento, assim como o capital para investir.

 

Quais as vantagens da bandeira Ruff?

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Nosso trabalho com implantação de bandeiras visa aumentar vendas e proporcionar maior lucro para nossos parceiros. Para maiores esclarecimentos, entre em contato através do telefone (19) 2101-7833, ou entre em contato através do nosso site.

Caso você tenha dúvidas sobre esse assunto, deixe suas perguntas nos comentários abaixo, pois adoramos respondê-las e manter o diálogo com vocês.

Por que o Etanol pode faltar nos próximos anos?

Nosso blog tem falado bastante sobre a situação do Etanol no país, explorando todas as possibilidades e notícias, de forma que você fique sempre informado e mantenha diálogo com a Ruff. Como já apontamos algumas vezes existem diversos fatores que influenciaram e devem ainda influenciar na falta desse combustível.

Dentre os problemas desse ano já indicamos que a chuva e a seca de 2010 foi um dos principais, pois afetou o desenvolvimento da cana e consequentemente atrasou o início da moagem. Ainda comentamos que a produção de Etanol não acompanhou o crescimento da frota de bicombustíveis no país e a previsão é continuar nesse ritmo. Outro ponto que continua em discussão é o fato dos produtores preferirem a produção de cana, por estar com o preço favorável para exportação.

Em meio a esses fatores já sabidos, acredita-se que o problema pode se repetir em 2012, considerando o melhor cenário no qual a produção seria a mesma que a desse ano. No entanto, a União da Indústria da Cana-de-açúcar (Unica) estima a redução de produção já em 2011, em razão da quantidade de açúcar na cana (ATR) estar abaixo do previsto.

Desde o início da moagem da safra 2011/12 a concentração de açúcar foi calculada em 108, 77 quilos por tonelada, correspondendo a 8,51 quilos a menos que na safra anterior. O Centro-Sul também deve ter sua produção reduzida, a consultoria Datagro estimou 561,32 milhões de toneladas de cana, mas segundo o novo cálculo deve processar apenas 554,1 milhões de toneladas. Seu ATR também passou de 142,12 quilos por tonelada para 140,5. Com isso segundo a Datagro, a produção de Etanol será reduzida de 25 bilhões de litros para 24,1 bilhão de litros.

A preocupação para a entressafra do ano seguinte é ter uma demanda maior, uma vez que existe a dificuldade de direcionar a produção para o Etanol no lugar do açúcar. Isso ocorre porque 90% a 95% da exportação de açúcar tem contratos de venda pré-estabelecidos. Outra coisa que não era considerada antes é a influencia da demanda externa nos próximos anos, principalmente agora com a oportunidade de exportar para os Estados Unidos.

No momento o setor ainda não trabalha com essa possível exportação de Etanol, mas a Datagro prevê embarques com cerca de 1,82 bilhão litros nesta safra para fins industriais. Sem contar que essa abertura externa faz com que a exportação desse produto compense. Especialmente porque nesse ano vigora nos EUA que as misturadoras que utilizarem o denominado “combustível avançado” (deve emitir 50% menos gases de efeito estufa que a gasolina) recebem um pagamento como “prêmio”. Essa recompensa tem previsão de ser U$ 0,70 por galão, segundo a cotação do Etanol de milho.

Pensando no mercado interno, uma forma de abastecê-lo seria diminuir o consumo desse produto, sendo que o aumento dos preços poderia conter a demanda. Entretanto a estabilidade de preços é muito importante para segurar a inflação, o que torna essa opção inválida. Mesmo com essas previsões, já informamos em nosso outro texto que o governo e a ANP estão desenvolvendo um conjunto de medidas para amenizar essa situação. Como agora sabemos mais sobre os motivos de dificuldade, podemos também compreender as ações que forem tomadas e os próximos acontecimentos em relação ao Etanol.

Fonte:
Unica

Os desafios ao preparar o “pacote etanol”

Você tem acompanhado com a Ruff as mudanças em razão das oscilações do preço do etanol e consequentemente da gasolina. Já falamos também em nosso blog os motivos dessas oscilações e as preocupações futuras com abastecimento do país. Agora com as medidas já tomadas e os preços estabilizados, acredita-se que essa oscilação possa ocorrer na entressafra dos próximos anos.

O próximo passo do governo para evitar que isso aconteça é organizar e colocar em prática um conjunto de medidas que possam suprir a demanda do país e estabilizar os preços desse produto. Algumas dessas ações envolvem medidas específicas de crédito aos produtores, focando em armazenamento, bem como a possibilidade da redução permanente de anidro na gasolina e a diminuição da Contribuição sobre Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre o derivado de petróleo.

No momento a mistura mínima de Anidro com Gasolina foi reduzida de 20% para 18%, mantendo a máxima em 25%. A finalidade dessa ação era evitar a falta do produto no mercado, porém não obteve resultado uma vez que a porcentagem não foi de fato diminuída na gasolina comercializada.

Essas medidas podem ajudar a aumentar a oferta e ainda proporcionar maior lucro ao produtor, evitando assim altos preços. No entanto essa não é uma tarefa fácil, levando em conta que para atingir esse objetivo diversos fatores devem ser considerados.

Um dos objetivos do governo é equilibrar o consumo de gasolina e etanol, sendo que para atingi-lo é preciso fazer com que a gasolina tenha um preço mais competitivo, por isso a redução do Cide. Outro desafio é reduzir a demanda pelo etanol, que tende a aumentar. Uma opção seria diminuir a procura em período de abundância, para estabilizar os preços e também fazer com que os produtores armazenem o produto para a entressafra.

Como já havíamos comentado em nosso outro texto, existe o risco dos produtores utilizarem a cana excedente para produzir açúcar pelo fato de seu preço ser vantajoso para exportação. Esse fator unido ao crescimento da demanda deixa dúvidas se os problemas desse ano não se repetirão nos próximos.

Apesar de todos esses desafios, acreditamos que é possível estabilizar os preços e a demanda de combustíveis no Brasil. Caso você queira saber mais sobre a situação do Etanol no país e as atuais preocupações, acesse esse texto e nos mande suas perguntas e impressões através de nossos comentários.

Fonte: Estadão

Projeto de lei pode aumentar pena para adulteração de combustível em postos

O Projeto de Lei 517/11, apresentado pelo deputado Dr. Aluizio, tem a intenção de fazer com que a punição para postos que adulteram combustíveis seja mais rígida. A pena atual pode ser de um a cinco anos de detenção por compra, venda ou revenda de derivados de petróleo ou gás adulterados.

A nova proposta visa aumentar para dois a seis anos de pena mais multa, uma vez que a adulteração seja feita nos postos. Sua intenção é de diminuir as irregularidades com combustíveis nos postos. O projeto está em tramitação na Câmara apensado aos PLs 1336/03 e 2498/03, veja as três propostas abaixo.

- PL-1336/2003

- PL-2498/2003

- PL-517/2011

Mesmo que ainda em processo acreditamos que essa ideia pode melhorar a qualidade dos combustíveis no mercado brasileiro. Por isso, aproveitamos essa oportunidade para informar essa novidade e convidá-los a continuar acompanhando seu desenvolvimento com a gente. A Ruff apóia ações como essa que visam favorecer o consumidor e dar valor a postos que fornecem combustíveis de qualidade. O que você acha dessa iniciativa?

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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