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Dicas para treinar os frentistas do seu posto de combustível

Toda empresa precisa fornecer treinamentos aos seus funcionários para que eles sejam mais produtivos e obtenham resultados ainda melhores. Nos postos de combustíveis não é diferente! Existem três tipos de treinamentos essenciais para os frentistas: comercial, financeiro e de segurança. Eles ampliam o conhecimento dos colaboradores e refletem na qualidade do atendimento nos estabelecimentos. Saiba mais!


Treinamento comercial

O treinamento comercial prepara o frentista para atender bem o cliente, já que, na maioria das vezes, ele é o único funcionário com o qual o consumidor tem contato no posto de combustível.

Ensine a importância de realizar as atividades com um sorriso no rosto, o tipo de comunicação verbal e corporal que deve ser utilizada, como oferecer serviços extras, lidar com reclamações e se despedir do cliente. Apesar de parecerem básicas, essas informações são primordiais para um atendimento de qualidade.


Treinamento financeiro

Nessa capacitação é preciso ensinar os funcionários as formas de pagamento aceitas pelo posto, como contabilizar e devolver o troco, registrar os pagamentos, operar e guardar o dinheiro no caixa (caso não tenha nenhum colaborador responsável por essa função no momento).

Você pode criar quadros com um fluxograma das rotinas financeiras e colocá-los em uma parede que todos os frentistas tenham acesso. Assim, eles poderão consultar sempre que surgir alguma dúvida.


Treinamento de segurança

A primeira dica é conscientizar o frentista sobre os cuidados necessários no manuseio dos combustíveis dentro do posto. Mostre a ele o que pode acontecer quando as pessoas usam o celular nas áreas restritas do estabelecimento. Ensine os procedimentos diários de segurança, as recomendações aos clientes no momento de abastecer o carro e o que fazer em caso de acidentes ou emergências.

O estudo e a análise da norma regulamentadora NR 20, que trata da segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis, também é imprescindível e exigido por lei.


Não esqueça: o treinamento e a motivação são a base de uma equipe de sucesso!

Uso do etanol evitou milhões de emissões de carbono

De acordo com um comunicado divulgado pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (UNICA), o uso do etanol já evitou a emissão de 240 milhões de toneladas de carbono, volume que corresponde a três anos de emissões de um país como o Chile. Os dados foram computados desde 2003, quando os veículos com motor flex começaram a ser comercializados no Brasil

Produzido a partir de uma fonte limpa e renovável: a cana-de-açúcar, o etanol proporciona diversas vantagens ambientais e para saúde pública em comparação com a gasolina. Além de emitir até 90% menos gases poluentes que a gasolina, melhorar a qualidade do ar, reduzir de modo significativo o número de doenças respiratórias e cardiovasculares nas metrópoles, o etanol é economicamente mais vantajoso para o proprietário do carro flex.

Um trabalho desenvolvido pela equipe de médicos e especialistas da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor Paulo Saldiva, concluiu que o uso do etanol combustível nas oito principais regiões metropolitanas do Brasil é responsável pela redução de aproximadamente 1.400 mortes e mais de 9 mil internações anuais ocasionadas por problemas respiratórios e cardiovasculares associadas ao uso de combustíveis fósseis. Trata-se de uma economia de R$ 430 milhões por ano para o sistema de saúde pública e privada.

Devido aos seus benefícios, o biocombustível brasileiro é o único etanol produzido em larga escala do mundo considerado “avançado” pela EPA (Environmental Protection Agency), a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.

Apesar dos efeitos positivos que o etanol proporciona ao meio ambiente e para economia, a UNICA destaca que 40% da frota de veículos flex ainda não é abastecida com o combustível.

Para incentivar o uso do etanol, a organização lançou uma campanha publicitária com o slogan “Coloca Etanol, o combustível completão”, que reforça os impactos positivos do etanol. A estratégia de comunicação é composta por um filme de 30 segundos para TV aberta e a cabo, patrocínio de programas de televisão e rádio, jingle, ações digitais e presença em redes sociais.
 

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Governo aumenta em 6% o percentual de biodiesel no diesel

 

No dia 28 de maio, a presidente Dilma Rousseff assinou a Medida Provisória referente à adição de biodiesel ao óleo diesel, distribuído ao consumidor final, que será de 6% a partir de primeiro de julho e 7% até novembro deste ano. Atualmente, o país utiliza apenas 5%.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a decisão fará com que o país deixe de importar 1,2 bilhão de litros de óleo diesel por ano, já que cada ponto percentual a mais da mistura corresponde a uma redução de importação de 600 milhões de litros. A medida também deve gerar mais empregos pelo produto ser fabricado, preferencialmente,  a partir de matérias-primas produzidas pela agricultura familiar e pode reduzir o fechamento de empresas nacionais desse segmento.

A medida está aliada à política brasileira de diversificação energética, com ênfase em energia renovável e limpa. Estima-se que a ampliação do uso de combustível biodiesel reduzirá a emissão de 23 milhões de toneladas de gás carbônico, causador do efeito estufa, até 2020. Um recorde brasileiro perante a Organização das Nações Unidas.

 

Indústrias pedem percentual maior de etanol na gasolina

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), juntamente com produtores e usineiros, elaborou uma nova proposta para elevar a fatia de álcool na gasolina para 27,5%. O pedido do setor foi entregue para o Ministério de Minas e Energia, que ainda analisa o documento. No ano passado, o porcentual da mistura subiu de 20% para 25%.

Em entrevista à EBC (Empresa Brasil de Comunicação), o ministro da Agricultura, Neri Geller, afirmou ontem que se reuniu com Edison Lobão, ministro de Minas e Energia, para estudar a medida, mas afirmou que ainda não há decisão.

A mudança pode ajudar o setor de usinas a sair da crise. Muitas delas fecharam suas portas em virtude da queda nas vendas de álcool e na quebra das últimas safras. Além disso, a medida poderá evitar um aumento do preço do combustível neste ano e contribuir no combate à inflação.

Desempenho do motor

Como o etanol é um combustível mais corrosivo, carros a gasolina importados para o Brasil recebem mangueiras mais resistentes. Porém, modelos trazidos de forma independente e que não passam pelo processo de “tropicalização”, sofreriam mais com o aumento de álcool anidro na gasolina.

O possível aumento no consumo também é levado em conta. Por ser um combustível menos calorífico, o etanol pode refletir em um maior gasto do veículo.  A variação pode ser maior ou menor, dependendo da tecnologia empregada no motor.

Venda de combustível fora do tanque tem novas regras

Cada cuidado ao transportar produtos inflamáveis é importante. Com essa premissa, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou no início do mês a resolução 20/2014.

Quando não abastecem diretamente no tanque dos veículos, as normas impõem aos postos de gasolina a comercialização de combustível somente em recipientes que atendam a norma 15594-1, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e tenham o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO).

Os revendedores de combustíveis têm até o dia 4 de julho, 90 dias contados a partir da publicação da nova norma, para se adaptar à Resolução.

Confira o texto na íntegra:

 

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS

RESOLUÇÃO ANP Nº 20, DE 3.4.2014 - DOU 4.4.2014

A DIRETORA-GERAL da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de suas atribuições legais e com base na Resolução de Diretoria nº 307, de 3 de abril de 2014,

Resolve:

Art. 1º Ficam alterados o inciso VII e o parágrafo único do art. 17 da Resolução ANP nº 41, de 05 de novembro de 2013, que passam a vigorar com as seguintes redações:

"VII - outros produtos relacionados às outras atividades comerciais e de prestação de serviços, conforme artigo 5º desta Resolução.

Parágrafo único. A comercialização de combustíveis automotivos a varejo em recipientes, fora do tanque de consumo dos veículos automotores, somente será permitida em recipientes de combustíveis que atendam ao disposto no item 5.3 da norma ABNT NBR15594-1:2008 - Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis - Posto revendedor de combustível veicular (serviços). Parte 1: Procedimento de operação, ou outra que venha a substituí-la, e na Portaria nº 326, de 11 de dezembro de 2006, do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, ou outra que venha a substituí-la."

Art. 2º Ficam alterados o inciso III do art. 22 da Resolução ANP nº 41, de 05 de novembro de 2013, que passam a vigorar com a seguinte redação:

"III - adquirir combustível automotivo a granel de distribuidor de combustíveis e revendê-lo a varejo em seu estabelecimento, abastecendo tanque de consumo dos veículos automotores terrestres, das embarcações marítimas, lacustres e fluviais ou em recipientes de combustíveis que atendam ao disposto no item 5.3 da norma ABNT NBR15594-1:2008 - Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis - Posto revendedor de combustível veicular (serviços). Parte 1: Procedimento de operação, ou outra que venha a substituí-la, e na Portaria nº 326, de 11 de dezembro de 2006, do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, ou outra que venha a substituí-la;

Art. 3º Fica concedido o prazo de 90 (noventa) dias, a partir da publicação da presente Resolução, para o atendimento à norma ABNT NBR15594-1:2008 - Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis - Posto revendedor de combustível veicular (serviços). Parte 1: Procedimento de operação e à Portaria nº 326, de 11 de dezembro de 2006, do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, quando da comercialização de combustíveis automotivos pelo revendedor varejista.

Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. 

Fonte: Fecombustiveis

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